O Brasil comemora nesta sexta-feira, 10 de julho, o Dia da Pizza. O consumo continua em alta: hoje, o país produz cerca de 2,78 milhões de pizzas por dia, o equivalente a quase 116 mil por hora. No delivery, somente no primeiro semestre de 2026, foram registrados 50 milhões de pedidos de pizza no iFood, média de 195 pedidos por minuto.
O consumo de pizza também fez crescer o número de pizzarias no país. Segundo levantamento da Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), divulgado pelo G1, o Brasil ganhou 1.990 pizzarias entre janeiro e maio deste ano, o equivalente à abertura de um novo estabelecimento a cada duas horas.
Os dados mostram que a pizza continua presente na rotina dos brasileiros. Segundo o iFood, 62% dos pedidos são feitos entre sexta-feira e domingo, reforçando o hábito de consumir o prato nos momentos de lazer. O sábado concentra mais de 21% de todos os pedidos da semana feitos pela plataforma.
A forma de consumir pizza também mudou. Antes, a maioria dos pedidos era de um único sabor. Hoje, cerca de 80% das pizzas vendidas pelo iFood são meio a meio ou personalizadas.
A calabresa continua liderando a preferência dos brasileiros. No primeiro semestre de 2026, os sabores mais pedidos no iFood foram calabresa, frango com requeijão cremoso, marguerita, muçarela e portuguesa.
Segundo dados divulgados anteriormente pela Apubra, a calabresa já aparecia em 59% dos pedidos realizados no país em 2024.
Crescimento das pizzarias
Segundo a Apubra, o número de pizzarias abertas entre janeiro e maio deste ano foi 6,1% maior que no mesmo período de 2025, quando foram inaugurados 1.875 estabelecimentos.
O crescimento mantém a tendência registrada no ano passado. Em 2025, o Brasil ganhou 4.109 novas pizzarias, alta de 6,26% em relação a 2024, quando foram abertas 3.867 empresas.
Atualmente, o país tem mais de 40 mil pizzarias em funcionamento. São Paulo concentra 32% dos estabelecimentos, seguido por Minas Gerais, com 8,71%.
O levantamento da Apubra considera microempresas (ME), empresas de pequeno porte (EPP) e empresas enquadradas como LTDA, que representam cerca de 89% do mercado. Os microempreendedores individuais (MEIs) não foram incluídos na pesquisa.




