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Energia Elétrica no Verão: o que saber para estar sempre seguro

Temperaturas em rápida elevação, céu sem nebulosidade e baixa umidade relativa do ar. São as características que todos esperam para aproveitar o verão e as férias. Neste cenário é muito importante estar atento ao uso seguro da energia elétrica, sem perder o conforto e livre de qualquer perigo. A RGE Sul dá algumas recomendações:

Faça periodicamente a manutenção domiciliar, evite fios desencapados e instalações mal arrumadas. Evite o uso frequente de extensões e benjamins e não deixe esses acessórios soltos pela casa. Não permita que as crianças tenham acesso a equipamentos elétricos e certifique-se de que as tomadas estejam sempre protegidas e, de preferência, fora do alcance dos pequenos.

Caso o tempo mude e chova ou ocorra temporal, os procedimentos de segurança devem ser também observados. Não faça reformas ou consertos elétricos nesses dias. Não se aproxime e não toque em fios elétricos, mesmo que estejam caídos e rompidos. Durante os momentos de chuva forte fique distante da rede elétrica, inclusive dentro de casa.

Mantenha-se longe de portas e janelas metálicas, não tome banho quando estiver chovendo muito forte, nunca se abrigue embaixo de árvores e procure ficar dentro de casa ou no interior de um carro, principalmente quando houver incidência de raios. Para qualquer situação de dano na rede elétrica, chame a RGE Sul. Central de Atendimento: 0800 707 7272.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 104 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 14,3% de participação, totalizando mais de 9,1 milhões de clientes em 679 cidades em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14,1% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É um dos líderes na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o terceiro maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência

instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011, criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.192 MW no final do terceiro trimestre de 2016. O Grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 11º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

 

Em 2014, Rio Grande do Sul retoma a quarta posição na economia nacional, diz FEE

A Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser (FEE) e as demais instituições estaduais em conjunto, sob a coordenação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgaram nesta segunda-feira, 28 de novembro, os dados das Contas Regionais de 2014 e a série histórica 2002-2014, que evidencia a posição do PIB gaúcho no ranking nacional e fornece indicadores do desempenho da economia do RS em todo o período.

Após crescer 8,5% em 2013, acima da média nacional (3%), a economia gaúcha teve queda de 0,3% em 2014, ano no qual a economia brasileira teve um modesto crescimento de 0,5%. Nesse ano, o Rio Grande do Sul foi a quarta unidade federativa com o pior desempenho em termos de crescimento, ficando à frente apenas de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, que registraram queda de 0,7%, 1,4% e 1,5% respectivamente. É importante destacar que a taxa apurada conjuntamente com o IBGE é bastante próxima àquela apurada pela FEE no PIB trimestral (-0,4%). Antonio Albano de Freitas, economista da FEE, explica que “o resultado foi fortemente impactado pela queda de 5,2% da indústria de transformação, com retração em 27 das suas 33 subatividades”.

Em 2014, o Rio Grande do Sul retomou a quarta posição entre as unidades federativas com maior peso no PIB nacional (6,2%), passando à frente do Estado do Paraná (6,0%). Apesar da variação negativa do PIB gaúcho em 2014 (-0,3%),  essa retomada de posição decorreu, sobretudo, da queda ainda maior do estado paranaense no ano. Setorialmente, contribuiu para esta ultrapassagem a evolução do Valor Adicionado (VA) de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação, que, de 2013 para 2014, se manteve estável em 4% no RS, mas registrou queda de 12,3% para 11% no Paraná.

Em 2014, o PIB per capita do Rio Grande do Sul foi de R$ 31.927, 12% acima do PIB per capita nacional, que atingiu R$ 28.500. No ranking das unidades federativas, o RS iniciou, em 2002, em quinto lugar, sendo seguido pelo Paraná. Em 2005 e 2006, porém, o RS caiu para o sexto lugar e, em 2007 e 2008, para o sétimo. Entre 2009 e 2011, o Estado voltou a ocupar a sexta colocação e, em 2012 e 2013, voltou a ficar em sétimo lugar, perdendo posição para o Paraná. Em 2014, por sua vez, o RS retomou o sexto lugar, tendo à frente o Espírito Santo.

Ao longo de toda a série 2002-14, o Rio Grande do Sul teve o segundo menor crescimento acumulado no período, atrás apenas do Rio de Janeiro. A taxa de crescimento acumulada do volume do PIB do Estado em 2014 foi de 37,2%, enquanto, no Brasil, foi 50,7% e, no Rio de Janeiro, 34,8%. As unidades da Federação que detinham menor participação no PIB nacional em 2002 foram as que apresentaram maior taxa de crescimento acumulada do volume do PIB no período.

O Coordenador do Núcleo de Contas Regionais do Centro de Indicadores Econômicos e Sociais da FEE, economista Roberto Rocha, explica que “os resultados da série são muito impactados pelos efeitos da seca de 2005. A taxa acumulada desde lá pelo Rio Grande do Sul é muito próxima da média nacional e só perde, dentre as grandes economias, para São Paulo.

 

Senac Canoas abre inscrições para cursos técnicos a distância

O Senac Canoas está com inscrições abertas para cursos técnicos na modalidade ensino a distância (EAD) para o primeiro semestre de 2017. Com o objetivo de qualificar profissionais para o mercado de trabalho, são oferecidos os cursos técnicos de Administração, Segurança do Trabalho e Transações Imobiliárias. Para se candidatar é preciso verificar os pré-requisitos para cada curso no site www.ead.senac.br/cursos-tecnicos.

Os cursos técnicos EAD oferecidos pelo Senac têm em seu currículo a proposta de estudo aliado à prática, bem como o perfil profissional, considerando as demandas do mercado de trabalho. Por meio da capacitação profissional, os alunos desenvolvem habilidades como trabalho em equipe, empreendedorismo e respeito pela diversidade e sustentabilidade.

Para estudar a distância é preciso que o aluno tenha um computador com acesso à internet para cumprir com todas as atividades das aulas. Ainda há um percentual de carga horária presencial que será realizada no decorrer de cada módulo através de saída de campo, estudo de caso, seminário, pesquisa e palestra conforme o cronograma do Polo presencial.

De acordo com levantamento realizado pelo Senac, mais de 80% dos alunos dos cursos técnicos da Instituição já concluem a habilitação com um emprego garantido. O diploma de Técnico de Ensino Médio tem validade nacional e é assegurado àqueles que tiverem concluído o curso técnico do Senac e o Ensino Médio. Mais informações podem ser obtidas no Senac Canoas (rua Mathias Velho, 225) ou pelo telefone (51) 3476-7222. As inscrições podem ser feitas através do endereço http://www.ead.senac.br/cursos-tecnicos/.

Sobre o curso técnico EAD

Na Educação a Distância, o Senac oferece uma metodologia de ensino centrada no aluno com diversos recursos tecnológicos que facilitam a aprendizagem, com orientação e acompanhamento online diário e uma aula presencial mensal, em média. Os benefícios ao estudante que opta por um curso EAD são diversos. Com destaque, estão a flexibilidade nos horários de estudo, o respeito ao ritmo de cada aluno, o desenvolvimento de competências valorizadas no mercado (organização, pró-atividade e responsabilidade, por exemplo), o menor custo com deslocamento e a possibilidade de conciliar a vida profissional ao estudo.

 

Estado firma acordo com Ford no valor de R$ 216 milhões

Estado firma acordo com Ford no valor de R$ 216 milhões
O Estado do Rio Grande do Sul, representado pela Procuradoria-Geral do Estado, firmou acordo com a Ford no processo judicial que tratava da instalação do complexo industrial de Guaíba. O acerto, homologado pelo Superior Tribunal de Justiça em 22 de novembro de 2016, prevê que a empresa repasse R$ 216 milhões ao Estado.
A discussão se iniciou no ano de 2000. Em março de 2015, o Tribunal de Justiça do Estado julgou procedente, em parte, a ação, condenando a montadora a pagar indenização. Foram interpostos recursos ao Superior Tribunal de Justiça. Depois disso, Estado e Ford iniciaram negociações e acordaram pelo fim do processo. O acordo encerra uma disputa judicial de 16 anos.

O Estado do Rio Grande do Sul, representado pela Procuradoria-Geral do Estado, firmou acordo com a Ford no processo judicial que tratava da instalação do complexo industrial de Guaíba. O acerto, homologado pelo Superior Tribunal de Justiça em 22 de novembro de 2016, prevê que a empresa repasse R$ 216 milhões ao Estado.

A discussão se iniciou no ano de 2000. Em março de 2015, o Tribunal de Justiça do Estado julgou procedente, em parte, a ação, condenando a montadora a pagar indenização. Foram interpostos recursos ao Superior Tribunal de Justiça. Depois disso, Estado e Ford iniciaram negociações e acordaram pelo fim do processo. O acordo encerra uma disputa judicial de 16 anos.

 

Transparência Internacional condena tentativas de conceder anistia a políticos acusados de corrupção no Brasil

O Congresso brasileiro está tentando aprovar um projeto de anistia para os crimes de doações eleitorais não registradas, conhecidos como caixa 2, que deixará impunes políticos que praticaram corrupção.
A tentativa quer pegar carona em um projeto de lei contra a corrupção, oriundo de uma iniciativa conhecida como 10 Medidas Contra a Corrupção, apoiada pela Transparência Internacional. Na Câmara dos Deputados, a TI atuou na discussão do projeto de lei apresentando contribuições e ressalvas. A Transparência Internacional condena essa iniciativa que visa conceder aos políticos corruptos uma anistia e pede ao Congresso que aprove o pacote anticorrupção sem qualquer alteração neste sentido.
"Esse truque para aprovar uma legislação que conceda anistia aos políticos que cometeram crimes eleitorais é uma farsa. As pessoas ficam indignadas quando veem que os corruptos não são instados a prestar contas. O fato de que está sendo feito sob o disfarce de uma forte legislação anticorrupção é absurdo. Exortamos o Congresso a aprovar a legislação anticorrupção sem anistia e condenar o subterfúgio. Não é nenhuma surpresa que os cidadãos não confiem em seus políticos", disse José Ugaz, presidente da Transparência Internacional.
Sobre a Transparência Internacional
A Transparência Internacional é a principal organização dedicada à luta contra a corrupção no mundo, com 20 anos de atuação, presente em mais de 100 países e com um Secretariado global em Berlim.
A presença global da TI permite que ela defenda iniciativas e legislações internacionais contra a corrupção e que governos e empresas efetivamente se submetam a elas. Sua rede global também significa colaboração e inovação, o que lhe dá condições privilegiadas para desenvolver e testar novas soluções anticorrupção.

O Congresso brasileiro está tentando aprovar um projeto de anistia para os crimes de doações eleitorais não registradas, conhecidos como caixa 2, que deixará impunes políticos que praticaram corrupção.

A tentativa quer pegar carona em um projeto de lei contra a corrupção, oriundo de uma iniciativa conhecida como 10 Medidas Contra a Corrupção, apoiada pela Transparência Internacional. Na Câmara dos Deputados, a TI atuou na discussão do projeto de lei apresentando contribuições e ressalvas. A Transparência Internacional condena essa iniciativa que visa conceder aos políticos corruptos uma anistia e pede ao Congresso que aprove o pacote anticorrupção sem qualquer alteração neste sentido.

"Esse truque para aprovar uma legislação que conceda anistia aos políticos que cometeram crimes eleitorais é uma farsa. As pessoas ficam indignadas quando veem que os corruptos não são instados a prestar contas. O fato de que está sendo feito sob o disfarce de uma forte legislação anticorrupção é absurdo. Exortamos o Congresso a aprovar a legislação anticorrupção sem anistia e condenar o subterfúgio. Não é nenhuma surpresa que os cidadãos não confiem em seus políticos", disse José Ugaz, presidente da Transparência Internacional.

Sobre a Transparência Internacional

A Transparência Internacional é a principal organização dedicada à luta contra a corrupção no mundo, com 20 anos de atuação, presente em mais de 100 países e com um Secretariado global em Berlim.

A presença global da TI permite que ela defenda iniciativas e legislações internacionais contra a corrupção e que governos e empresas efetivamente se submetam a elas. Sua rede global também significa colaboração e inovação, o que lhe dá condições privilegiadas para desenvolver e testar novas soluções anticorrupção.

 

Trabalhadores da Veja Engenharia paralisam duas obras da empresa na cidade de Canoas por falta de segurança e diversas irregularidades

Os 43 trabalhadores da Veja Engenharia que trabalham nos canteiros da Av. Nazário, 1710 e da Rua 4, nº 81, bairro Igara, paralisaram hoje (24) suas atividades para exigir melhores condições de trabalho e pagamento em dia do FGTS e do dissídio da categoria. Após a denúncia, fiscais do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (STICC) vistoriaram o local e encontraram uma série de irregularidades trabalhistas como falta de EPIs (equipamento de proteção individual) para os funcionários, inexistência de área de vivência e bebedouro sem funcionamento, necessidade de adequação da bancada do ferreiro, do quadro elétrico e das instalações elétricas. Situação semelhante foi encontrada no canteiro da construtora em Porto Alegre, que também se encontra paralisado.

 
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