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Procissão de São Cristóvão espera reunir 3 mil motoristas no domingo

O Santuário São Cristóvão, localizado no bairro Igara, em Canoas, realiza neste domingo, 30 de julho,  a tradicional procissão de motoristas pela cidade. A expectativa é reunir mais de três mil motoristas entre carros e caminhões. A saída está marcada para as 9h, após a Missa, que será presidida pelo Arcebispo Metropolitano Dom Jaime Spengler.
São Cristóvão é considerado pelos Católicos o padroeiro dos motoristas. Para acompanhar o evento, a Secretaria Municipal de Transportes e Mobilidade (SMTM) estará presente com um efetivo de oito carros, quatro motos e 15 agentes de trânsito.
Trajeto

Sentido Capital Interior
Rua TUPI
BR 116
Retorno Petrobras

Sentido Interior Capital
BR 116
Viaduto Boqueirão
Avenida Getúlio Vargas
Avenida Guilherme Schell
Viaduto Rio Branco
Sentido Capital Interior
Avenida Getúlio Vargas
Viaduto Boqueirão
Rua Tupi

 

Qualifique-se: Senac Canoas inscreve para curso Técnico em Administração

Segundo pesquisa do Ibope, mais de 70% dos ex-alunos de cursos técnicos de nível médio conseguem emprego no primeiro ano após o curso. A capacitação técnica é uma modalidade de ensino voltada para o mercado de trabalho, por isso entrega mão de obra qualificada de maneira mais rápida. Ciente da importância deste tipo de qualificação, o Senac Canoas oferece o curso Técnico em Administração. Confira as opções de turma:

Opção 1

Data de início: 7 de agosto

Horário: de segunda a sexta-feira, das 19h às 22h

Opção 2:

Data de início: 4 de setembro

Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h15 às 12h15

O Técnico em Administração exerce atividades de apoio aos processos de diversas áreas de uma organização e desempenha suas funções de forma proativa, com capacidade para solucionar problemas dispondo de bom relacionamento interpessoal. A qualificação do Senac Canoas aborda temas como elaboração, organização e controle de documentos da organização, processos de gestão de materiais e patrimônio em organizações, apoio administrativo em processos comerciais, recrutamento, seleção e integração de pessoas e ações pertinentes aos processos financeiros em organizações. Com carga horária de 1000 horas, para participar é necessário ter idade mínima de 16 anos e cursar, pelo menos, o 2º ano do Ensino Médio.

Matrículas para a capacitação devem ser feitas no Senac Canoas, localizado na Rua Mathias Velho, 255. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3476-7222 ou através do site www.senacrs.com.br/canoas. Comerciários têm desconto de 20% mediante a apresentação, no ato da matrícula, do cartão Sesc/Senac, nas categorias empresário e comerciário.

 

CNDL é contra aumento de tributos

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), entidade que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), considera prejudicial para a economia do país a decisão do governo federal em aumentar tributos sobre combustíveis.  Para a entidade, a arrecadação tributária pode ser aumentada com o crescimento econômico e racionalização das despesas, sem a necessidade de criação de impostos e aumento de alíquotas que penalizam setores específicos.

Na avaliação do presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o aumento de impostos, sobretudo nesse momento em que a economia começa a dar sinais de retomada, acaba concentrando, ainda mais, a arrecadação tributária nas mãos de determinados setores em vez de uma distribuição mais equitativa da carga tributária. “O recente aumento de PIS e Cofins vai impactar o custo dos combustíveis, do transporte de matérias primas e de produtos industrializados, o que inevitavelmente acaba recaindo sobre o bolso do consumidor final, que já se encontra em um momento de aperto financeiro”, explica.

A CNDL acredita que o sistema tributário brasileiro precisa de uma reforma ampla que traga justiça fiscal, amplie a base de contribuição da arrecadação e que permita o crescimento da economia para que a arrecadação de impostos seja maior

 

Aumento de imposto é um grave erro e será pago por toda a sociedade, critica presidente da Fecomércio-RS

“Um decreto que aumenta impostos em um dos países que possuem a maior carga tributária do mundo. Um aumento de impostos quando a economia está marchando e buscando uma retomada. Estamos indignados.” A manifestação é do presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, que demonstra a forma como empresários receberam a notícia do aumento da  PIS/Cofins sobre gasolina e diesel. Bohn reforça que enquanto adiamos a reforma da previdência, cujo déficit anual chega a R$ 300 bilhões, o governo busca atalhos para conseguir cumprir uma meta fiscal que já é deficitária.

A avaliação da Fecomércio-RS é de que os valores de PIS/Cofins sobre gasolina e diesel vão praticamente dobrar. Na gasolina, deve haver aumento de cerca de R$ 0,40 e no diesel mais de R$ 0,20. Isso tudo para aumentar a carga tributária em mais R$ 10 bilhões.  “Aumentar tributos em bens de consumo e insumos fundamentais, como é o caso dos combustíveis, em meio à situação econômica atual, é extremamente danoso para a sociedade brasileira”, critica Bohn. Ele explica que o aumento do diesel se espalha pelo preço de todos os bens e serviços que dependem de transporte e o aumento da gasolina afeta diretamente o bolso das pessoas.

A medida tomada pelo governo federal acentua ainda mais o trabalho da Fecomércio-RS em favor de uma reforma da previdência que torne o sistema previdenciário mais justo, menos concentrador de renda e que pare de gerar déficits fiscais estrondosos para o país.

“Enquanto isso não acontece, o governo, de forma equivocada e indesejável, aumenta a carga tributária que incide sobre todos os cidadãos brasileiros. O déficit do setor público é estrutural, causado pela previdência, e não será resolvido com medidas paliativas de aumento de tributos, que apenas punem a sociedade como um todo para manter privilégios insustentáveis para um grupo de pessoas que se beneficia do déficit previdenciário”, critica o dirigente.

 

O que é isso, ministro? Mais imposto?

O que é isso, ministro? Mais imposto?
Há apenas 3 meses, cobramos publicamente o ministro da Fazenda sobre suas declarações de que pretendia aumentar impostos. Fomos ouvidos.
Nesta semana, ficamos indignados com o anúncio da alta de impostos sobre os combustíveis.
Ministro, aumentar imposto não vai resolver a crise; pelo contrário, irá agravá-la bem no momento em que a atividade econômica já dá sinais de retomada, com impactos positivos na arrecadação em junho.
Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo.
Todos sabem que o caminho correto é cortar gastos, aumentar a eficiência e reduzir o desperdício.
De janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016, o governo cortou R$ 11 bilhões de investimento. Também cortou R$ 12 bilhões de outras despesas. Porém, este esforço foi por água abaixo devido ao aumento de R$ 12 bilhões em gastos com pessoal (11,8% acima da inflação) e ao aumento de R$ 15 bilhões em gastos com a Previdência.
A FIESP mantém sua coerência. Desde 2015 empreendemos forte campanha contra o aumento de impostos, que obteve amplo respaldo popular, com 1,2 milhão de assinaturas. Conseguimos evitar a recriação da CPMF e outras tentativas de aumento de impostos.
Mantemos nossas bandeiras e convicções, independentemente de governos. Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre.
Paulo Skaf
Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp

Há apenas 3 meses, cobramos publicamente o ministro da Fazenda sobre suas declarações de que pretendia aumentar impostos. Fomos ouvidos.

Nesta semana, ficamos indignados com o anúncio da alta de impostos sobre os combustíveis.

Ministro, aumentar imposto não vai resolver a crise; pelo contrário, irá agravá-la bem no momento em que a atividade econômica já dá sinais de retomada, com impactos positivos na arrecadação em junho.

Aumento de imposto recai sobre a sociedade, que já está sufocada, com 14 milhões de desempregados, falta de crédito e sem condições gerais de consumo.

Todos sabem que o caminho correto é cortar gastos, aumentar a eficiência e reduzir o desperdício.

De janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2016, o governo cortou R$ 11 bilhões de investimento. Também cortou R$ 12 bilhões de outras despesas. Porém, este esforço foi por água abaixo devido ao aumento de R$ 12 bilhões em gastos com pessoal (11,8% acima da inflação) e ao aumento de R$ 15 bilhões em gastos com a Previdência.

A FIESP mantém sua coerência. Desde 2015 empreendemos forte campanha contra o aumento de impostos, que obteve amplo respaldo popular, com 1,2 milhão de assinaturas. Conseguimos evitar a recriação da CPMF e outras tentativas de aumento de impostos.

Mantemos nossas bandeiras e convicções, independentemente de governos. Somos contra o aumento de impostos porque acreditamos que isso é prejudicial para o conjunto da sociedade. Não cansaremos de repetir: Chega de Pagar o Pato. Diga não ao aumento de impostos! Ontem, hoje e sempre.

Paulo Skaf

Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp e Ciesp

 

“Custo” da gripe para as empresas deverá ser 20% mais alto em 2017 em comparação com o ano passado

Orientação médica especializada é a ferramenta de gestão de saúde corporativa  mais eficaz e barata para minimização dos prejuízos

A gripe responde pelo maior custo sazonal em saúde para as companhias brasileiras considerando o impacto causado pela doença nos planos de saúde corporativos, apesar de todos os investimentos das empresas em prevenção. Sem contar os prejuízos à produtividade causados em sua consequência, como o absenteísmo.

Levantamento da Advance Medical Group, empresa de origem espanhola e líder global especializada em gestão de saúde populacional corporativa, indica que a epidemia que anualmente atinge trabalhadores e dependentes por meio da propagação do vírus Influenza, em especial entre os meses de maio e setembro, responde por mais de 30% dos motivos que levam estas pessoas ao Pronto Socorro.

Diante deste cenário, o impacto financeiro da gripe em 2016 para as empresas brasileiras que oferecem plano de saúde como benefício foi de aproximadamente R$10,2 bilhões e deve chegar a R$12,3 bilhões em 2017, aumento de 20%. Ainda segundo o levantamento, o acesso a Pronto Socorro responde, em média, por 15% dos custos dos planos de saúde para as empresas.

Para o médico e CEO da Advance no Brasil, o médico Caio Soares, a falta de orientação médica especializada como suporte para utilização racional dos planos de saúde é a única saída para contenção do problema do ponto de vista de gestão de saúde. “Cerca de 80% dos pacientes acometidos por gripes não necessitam de atendimento hospitalar e conseguem superar perfeitamente o problema com orientação médica adequada”, afirma.

A epidemia de gripe em uma população que não recebe este tipo de orientação pode incrementar em 5% no aumento da sinistralidade, conta que será repassada para as empresas tendo em vista que os reajustes dos planos corporativos são negociados diretamente entre as empresas e os players de saúde suplementar. “Em alguns casos esse percentual pode ser ainda maior quando se há propagação de um tipo de vírus muito resistente”, explica.

A visita ao pronto socorro pode custar ainda muito caro, de acordo com Soares. “Com o organismo vulnerável, estes pacientes, em um ambiente extremamente contaminado como são os Prontos Socorros, podem acabar contraindo outras doenças. Sem contar que seus acompanhamentos também podem acabar se expondo a outras doenças ou até mesmo a gripes”, conclui.

Doentes crônicos, idosos e crianças de forma geral podem ser atingidos de forma mais severas pela gripe. “Nestes casos, o atendimento médico presencial é fundamental”. Por essa razão a orientação médica especializada é necessária para fazer esta triagem e indicar o Pronto Socorro quando necessário. É uma ferramenta eficaz e otimiza recursos, quando se comparada ao volume de desperdícios”, pondera.

 
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