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CTE – Centro de Tecnologia de Edificações

CTE – Centro de Tecnologia de Edificações
Em julho de 2013, entrou em vigor a norma NBR 15.575 - que estabelece padrões de desempenho e durabilidade para alguns sistemas que compõem as edificações residenciais. A maior preocupação para quem trabalha no setor, e esclarecer o que as pessoas precisam levar em conta quando procuram empreendimentos para morar. Às vezes, a ânsia de encontrar a casa dos sonhos, pode não se dar conta do que se precisa avaliar antes de assinar a escritura.
Pensando nisso,  Márcia Menezes, diretora de Inovação&Tecnologia do CTE (Centro de Tecnologia de Edificações) explica que “muitas vezes as discussões entre construtores e clientes são baseadas em percepções pessoais de cada um. Com a publicação da norma de desempenho, os critérios ficaram explícitos tanto para orientar nas definições de projetos e soluções construtivas, como para verificar a edificação pronta”.  Márcia lembra  que a norma tem aplicação obrigatória para projetos a partir de 2013. Assim as pessoas precisam se atentar para a data do empreendimento. A diretora elaborou outras dúvidas que podem aparecer na hora de comprar o imóvel:
1. Como saber se estou comprando um imóvel com os padrões mínimos definidos pela norma 15.575?  - Não é permitido entregar qualquer imóvel sem atender aos requisitos mínimos estabelecidos. Além disso, em alguns aspectos, a norma determina critérios em mais dois níveis - intermediário e superior. Assim, o consumidor poderá ter parâmetros de comparação para verificar as diferenças entre os diversos produtos imobiliários no momento da compra.
2. O que devo esperar da construtora? Tenho que contratar um perito para verificar se a edificação foi construída conforme a norma quando for fazer a vistoria? - A verificação de recebimento da unidade habitacional não muda. Não existe qualquer certificação ou atestado que a construtora deverá entregar ao cliente quando da entrega das chaves. Consiste em obrigação da Construtora entregar um produto que atenda à norma.
3.A norma se aplica para salas comerciais? - Não. A norma é voltada a exclusivamente para as edificações habitacionais. Apesar do conceito ser aplicável a outros tipos de usos, os critérios previstos podem não ser aplicáveis a outras funções.
4. Qual o papel do usuário no desempenho da edificação? - O usuário tem um papel importante no desempenho da edificação ao longo do tempo. Para manter as condições previstas durante a vida útil, as atividades de manutenção devem ser realizadas nas periodicidades planejadas e o uso e operação devem ser realizados considerando as premissas iniciais. Afinal, não existe construção eterna. Há um desgaste decorrente do uso e da ação das condições ambientais. Muitas pessoas não têm o hábito de ler os manuais de instrução de equipamentos, mas com certeza é muito importante que o Manual de uso e operação da edificação seja lido a aplicado.
5.Como pensar em reformas seguindo a NBR 15575 - A realização de reformas na unidade habitacional pode alterar o desempenho previsto e prejudicar as condições de conforto e habitabilidade. Assim, é fundamental a contratação de um profissional habilitado para elaborar o projeto e também uma empresa especializada para a execução da obra.

Em julho de 2013, entrou em vigor a norma NBR 15.575 - que estabelece padrões de desempenho e durabilidade para alguns sistemas que compõem as edificações residenciais. A maior preocupação para quem trabalha no setor, e esclarecer o que as pessoas precisam levar em conta quando procuram empreendimentos para morar. Às vezes, a ânsia de encontrar a casa dos sonhos, pode não se dar conta do que se precisa avaliar antes de assinar a escritura.

Pensando nisso,  Márcia Menezes, diretora de Inovação&Tecnologia do CTE (Centro de Tecnologia de Edificações) explica que “muitas vezes as discussões entre construtores e clientes são baseadas em percepções pessoais de cada um. Com a publicação da norma de desempenho, os critérios ficaram explícitos tanto para orientar nas definições de projetos e soluções construtivas, como para verificar a edificação pronta”.  Márcia lembra  que a norma tem aplicação obrigatória para projetos a partir de 2013. Assim as pessoas precisam se atentar para a data do empreendimento. A diretora elaborou outras dúvidas que podem aparecer na hora de comprar o imóvel:

1. Como saber se estou comprando um imóvel com os padrões mínimos definidos pela norma 15.575?  - Não é permitido entregar qualquer imóvel sem atender aos requisitos mínimos estabelecidos. Além disso, em alguns aspectos, a norma determina critérios em mais dois níveis - intermediário e superior. Assim, o consumidor poderá ter parâmetros de comparação para verificar as diferenças entre os diversos produtos imobiliários no momento da compra.

2. O que devo esperar da construtora? Tenho que contratar um perito para verificar se a edificação foi construída conforme a norma quando for fazer a vistoria? - A verificação de recebimento da unidade habitacional não muda. Não existe qualquer certificação ou atestado que a construtora deverá entregar ao cliente quando da entrega das chaves. Consiste em obrigação da Construtora entregar um produto que atenda à norma.

3.A norma se aplica para salas comerciais? - Não. A norma é voltada a exclusivamente para as edificações habitacionais. Apesar do conceito ser aplicável a outros tipos de usos, os critérios previstos podem não ser aplicáveis a outras funções.

4. Qual o papel do usuário no desempenho da edificação? - O usuário tem um papel importante no desempenho da edificação ao longo do tempo. Para manter as condições previstas durante a vida útil, as atividades de manutenção devem ser realizadas nas periodicidades planejadas e o uso e operação devem ser realizados considerando as premissas iniciais. Afinal, não existe construção eterna. Há um desgaste decorrente do uso e da ação das condições ambientais. Muitas pessoas não têm o hábito de ler os manuais de instrução de equipamentos, mas com certeza é muito importante que o Manual de uso e operação da edificação seja lido a aplicado.

5.Como pensar em reformas seguindo a NBR 15575 - A realização de reformas na unidade habitacional pode alterar o desempenho previsto e prejudicar as condições de conforto e habitabilidade. Assim, é fundamental a contratação de um profissional habilitado para elaborar o projeto e também uma empresa especializada para a execução da obra.

 

Para sobreviver no mercado empresas recorrem a justiça

O número de pedidos de recuperação judicial bateu um recorde histórico este ano, cerca de 62% a mais do que o mesmo período de 2015. Tudo isso é decorrente de uma grave crise econômica que o Brasil enfrente, e são os pequenos e médios investidores que sofrem com a maior parte das consequências. Combinada com diversos outros fatores, o longo processo de recessão tem feito as empresas entrarem na justiça com pedidos de recuperação judicial como uma forma de ainda sobreviverem no mercado. Mas como funciona esse processo? Qualquer um pode pedir? Quais as consequências disso para os negócios? A advogada Carolina Di Lullo, do escritório da Giugliani Advogados, responde às principais dúvidas.

Por que muitas empresas estão pedindo recuperação judicial na atualidade?

O Brasil enfrenta uma crise que vem se prolongando e afetando diversos setores do mercado, o que prejudica o fluxo de caixa dos empresários, bem como diminui o crédito disponível no mercado – seja o crédito propriamente dito (empréstimos) quanto aquele proveniente das relações comerciais (possibilidade de parcelamento de pagamentos junto a stakeholders primários como fornecedores). Estas condições, atreladas a queda nas vendas e/ou serviços, necessidade de adimplemento de obrigações já contraídas e, o risco da negativação ou protesto de seu nome, levaram muitos empresários a acreditar que a recuperação judicial seria um mecanismo que permitiria a manutenção de sua atividade, ou seja, a sobrevivência.

A partir de que momento a empresa pode pedir recuperação judicial?

Entendemos que a recuperação judicial deverá ser a última alternativa tomada pelo empresário. Indicamos em primeiro lugar uma recuperação “branca”, ou seja, uma espécie de recuperação extrajudicial, que ocorre fora do poder judiciário, através da análise de alguns fatores que são indicadores do insucesso econômico que os empresários estão passando e elaboração de estratégias específicas para gestão destes fatores, de modo a equilibrar a atividade empresarial e criar prioridades para resolução. Os fatores mencionados acima são facilmente identificáveis em todas as empresas que passam por dificuldades financeiras e são eles:

1. Endividamento tributário – Impossibilidade de pagamento dos tributos incidentes sobre a operação e criação de passivo tributário. As medidas que costumamos tomar para auxiliar nossos clientes neste quesito são: verificação do regime tributário da empresa (se é o mais apropriado à atividade); análise dos tributos incidentes sobre a atividade; verificação de oportunidades tributárias para diminuição da carga incidente ou ainda compensação de pagamentos realizados a maior pelo contribuinte de tributos gerando fluxo de caixa imediato (por exemplo, a recuperação dos 20% pagos ao INSS sobre a folha de salário que não deverá incidir sobre as verbas de cunho indenizatório pagas aos empresários); análise do passivo existente.

2. Endividamento bancário – Impossibilidade de pagamento dos contratos bancários existentes e criação de passivo bancário. Neste caso, costumamos proceder com a análise e recalculo dos contratos bancários com a finalidade própria de renegociá-los junto às instituições bancárias, levando em consideração as possibilidades e condições que a empresa conseguirá arcar. Identificamos nestes casos também algumas taxas e encargos cobrados de modo irregular pelas instituições financeiras de modo a requerer a compensação dos mesmos com os pagamentos em atraso ou ainda o reembolso – o que será analisado caso a caso.

3. Endividamento com stakeholders - fornecedores -  Impossibilidade de pagamento dos fornecedores nas datas apresadas ou ainda de parcelamento de pagamentos em vista de possível negativação em mercado. Buscamos neste caso a renegociação de todas os passivos envolvendo fornecedores ou ainda renegociação de contratos, a fim de viabilizar a atividade empresarial, prezando sempre pela transparência e bom relacionamento para com os fornecedores. Analisamos também os negócios jurídicos firmados para verificar se há alguma onerosidade excessiva que inviabilize sua manutenção pelo cliente, bem como renegociação com os fornecedores.

Caso após a realização destes serviços seja verificado que a gestão da empresa se encontra muito debilitada e que o endividamento existente é muito superior do que a capacidade de recuperação da empresa, será indicada a recuperação judicial.

O que ela deve apresentar à justiça para isso? O que deve constar em seus documentos, etc?

A empresa que pretender ingressar com pedido de recuperação judicial deverá apresentar ao poder judiciário uma petição inicial com a exposição das causas concretas da situação patrimonial do devedor e das razões da crise econômico-financeira. Além disto, deverá seguir o artigo 51 da Lei de Recuperações Judiciais [Lei nº 11.101/2005] que traz o rol da documentação necessária para ingresso com pedido, como por exemplo: as demonstrações contábeis relativas aos três últimos exercícios sociais; balanço patrimonial; relatório gerencial de fluxo de caixa e de sua projeção; a relação nominal completa dos credores; a relação integral dos empregados entre outros. Após o deferimento pelo juízo do processamento da recuperação judicial, o devedor deverá apresentar, no prazo de 60 dias um plano de recuperação judicial que, em suma, representa como este pretende sair de sua situação atual e quitar suas pendências junto aos seus credores.

Qualquer empresa pode pedir recuperação judicial? Existe alguma diferença das empresas de grande porte para as de pequeno porte?

Qualquer empresário ou sociedade empresária poderá requerer recuperação judicial, com exceção: empresa pública e sociedade de economia mista; instituição financeira pública ou privada, cooperativa de crédito, consórcio, entidade de previdência complementar, sociedade operadora de plano de assistência à saúde, sociedade seguradora, sociedade de capitalização e outras entidades legalmente equiparadas às anteriores. O porte da empresa não influencia no pedido de recuperação judicial, mas tão somente na repercussão que este pedido terá do mercado.

Quando é encerrado um processo de recuperação judicial?

O processo de recuperação judicial apenas será encerrado com sucesso quando a empresa cumprir com o seu plano de recuperação aprovado pelo judiciário. Caso o devedor não consiga cumprir com o plano de recuperação, esta poderá ser convertida em falência, o que culminará na paralisação da atividade econômica empresarial.

Este tipo de ação mancha a imagem de uma empresa, caso ela tenha, por exemplo, ações na Bolsa de Valores?

Sim, uma vez que uma de suas consequências será a suspensão de negociação de suas ações na Bolsa de Valores.

E se o pedido for negado? Por que foi negado e quais consequências para a empresa?

O pedido poderá ser negado caso os requisitos processuais não sejam cumpridos, como a falta de alguma documentação essencial. Também poderá ser negado caso a empresa pretenda obter, por via transversa, os efeitos decorrentes do processamento da recuperação judicial – ou seja, se utilize indevidamente do pedido de recuperação judicial para obter outro fim que não sua recuperação financeira. Por exemplo, conseguir um empréstimo bancário que antes não havia sido concedido devido às negativações que possui em seu nome.

As empresas conseguem, normalmente, ganhar a ação na justiça?

Infelizmente não. No Brasil, apenas 1% das empresas que solicitam recuperação judicial conseguem, efetivamente, sair dela com sucesso. Com a crise, setembro teve recorde de pedidos de recuperação judicial – foram registradas 244 solicitações neste sentido. Por derradeiro de janeiro a setembro deste ano os pedidos tiveram alta de 62% se comparado com o mesmo período do ano de 2015. Esta situação é preocupante, haja vista que o Poder Judiciário está sendo “atolado” de pedidos de recuperação judicial, tornando-o a análise individual de cada pedido mais morosa, prologando a discussão sobre os rumos da empresa por anos, situação esta totalmente desfavorável ao empresário que busca com o referido pedido exatamente uma solução rápida e eficaz para manutenção de suas atividades.

Recentemente, muitas empresas envolvidas em escândalos de corrupção pediram recuperação judicial. Por lei, o fato de ter ocorrido alguma ação criminosa, pode impedir a recuperação judicial?

A Lei 11.101/2005 prevê em seu artigo 48, IV que poderá pleitear a recuperação judicial o empresário ou sociedade empresária desde que não teria sido condenada ou não tenha, como administrador ou sócio controlador, pessoa condenada por crime como, por exemplo, fraude contra credores.

Última atualização ( Sex, 21 de Outubro de 2016 08:49 )
 

V COMAR comemora 110 anos do Voo DO 14 Bis

A última solenidade a ser realizada pelo V COMAR na Base Aérea de Canoas, antes da reestruturação que dará início à nova era da ALA 5, promete emocionar os mais de 200 convidados e autoridades que confirmaram presença.

O Dia do Aviador (23 de outubro) é a data mais importante do calendário da Aeronáutica, e, neste ano, completa 110 anos do feito histórico do Brasileiro Alberto Santos Dumont que, em 1906, em Paris, realizou o que até então era considerado impossível: “fazer o homem voar”. O primeiro voo do “mais pesado que o ar”, o 14 BIS, foi, segundo o inventor do avião, o resultado de um trabalho teimoso: “inventar é imaginar o que no ninguém pensou, é arriscar o que ninguém ousou, é realizar o que ninguém tentou, inventar é transcender”.

A solenidade Militar promete relembrar esse fato aos seus convidados no melhor estilo da Força Aérea Brasileira. Além disso, será comemorado o 75º (septuagésimo quinto) aniversário do V COMAR, localizado em Canoas, e que comanda todas as unidades da Aeronáutica nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, incluindo as Bases Aéreas de Canoas, Santa Maria e Florianópolis, o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo, os Esquadrões de voo e os Destacamentos de Controle do Espaço Aéreo.

Na ocasião serão homenageados com o título de “Membro Honorário da FAB”, militares e cidadãos brasileiros que se destacaram nas suas áreas de atuação a serviço do País. Além desta comenda serão entregues, também, as condecorações “Ordem do Mérito Aeronáutico” e “Medalha Militar por tempo de serviço”, totalizando mais de 20 agraciados.

Ao final, a cerimônia presidida pelo Comandante do V COMAR, Major-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas e com a presença do General de Exército Edison Leal Pujol, haverá o desfile militar da Guarnição em uma tropa formada por mais de 300 militares, de áreas de combate e operacionais, saúde e administrativa, junto a convidados civis e das Forças Armadas e Auxiliares.

SERVIÇO:

Cerimônia Militar do Dia do Aviador e da Força Aérea Brasileira, e 75º Aniversário do V COMAR.

Data: 21 de outubro, às 10 horas.

Local: Base Aérea de Canoas (Rua Augusto Severo nº1700, bairro Nossa Sra. das Gracas, Canoas.

 

Lei Orçamentaria de 2017 previu déficit de R$ 181,2 bilhões para a Previdência

Para o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2017 reflete “uma nova era da gestão fiscal do país, marcada pelo controle das despesas, pela transparência, pelo realismo e pela clareza das informações, além da busca incessante de se alcançar os resultados que são projetados”, definindo que o valor do benefício mínimo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e do Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), R$ 945,80 (atualmente é de R$ 880).
A Previdência Social (RGPS) terá 42,7% das Despesas Primárias fixadas em R$ 1, 316,3 bi sendo estimados R$ 562,2 bi.
A Receita Previdenciária foi estimada em R$ 381,1 bi, para uma despesa de R$ 562,4 bi, prevendo-se de saída um déficit no fluxo de caixa do INSS de R$ 181,2 bi, contra os R$ 149,2 bi estimados para 2016. A receita cairá para 5,59% do PIB, enquanto a despesa crescerá para 8,24% do PIB.
“Na realidade, disse o Vice-Presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), Paulo César Régis de Souza, isto é irrelevante, pois a arrecadação das contribuições previdenciária e da Seguridade Social, Contribuição para Financiamento da Seguridade Social-COFINS e Contribuição sobre o Lucro Líquido-CSSL, cobrirão as despesas com os pagamentos dos benefícios previdenciários e assistenciais”.
Paulo César acrescentou que a receita da Previdência Social seguirá sendo a 2ª maior receita do país, sob manipulação total da Fazenda que pouco ou quase nada tem feito para aumenta-la, diante da queda do Produto Interno Bruto (PIB), elevação do nível de desemprego, redução da massa salarial. Além do que os recursos da Previdência serão utilizados na Desvinculação das Receitas a União (DRU), e o Ministério da Fazenda seguirão praticando política fiscal com os recursos da Previdência, em detrimento do equilíbrio da própria previdência.
Acrescentou que o documento da SEPLAN encaminhado ao Congresso não contém uma só linha sobre o que poderá ser feito para melhorar a receita previdenciária, significando que será mantida toda a estratégia de não combater a sonegação, de não promover a fiscalização, de não reduzir renuncias e desonerações, de prosseguir nas práticas de benefícios aos caloteiros e insistir na não recuperação do credito nas dívidas administrativa e ativa.
Em relação à receita primária total do governo, sem considerar as transferências a estados e municípios, o Projeto de Lei Orçamentária Anual, estima que o valor seja de R$ 1,177 tri. Já a despesa primária total prevista para 2017 é de R$ 1,316 tri. Assim, o PLOA entregue ao Congresso prevê, para o próximo ano, um déficit primário de R$ 139 bi.
Para 2017, o PIB previsto no PLOA é de 1,6%. Com relação à inflação, a previsão é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado atinja 4,8% no próximo ano.

Para o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2017 reflete “uma nova era da gestão fiscal do país, marcada pelo controle das despesas, pela transparência, pelo realismo e pela clareza das informações, além da busca incessante de se alcançar os resultados que são projetados”, definindo que o valor do benefício mínimo do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e do Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), R$ 945,80 (atualmente é de R$ 880).

A Previdência Social (RGPS) terá 42,7% das Despesas Primárias fixadas em R$ 1, 316,3 bi sendo estimados R$ 562,2 bi.

A Receita Previdenciária foi estimada em R$ 381,1 bi, para uma despesa de R$ 562,4 bi, prevendo-se de saída um déficit no fluxo de caixa do INSS de R$ 181,2 bi, contra os R$ 149,2 bi estimados para 2016. A receita cairá para 5,59% do PIB, enquanto a despesa crescerá para 8,24% do PIB.

“Na realidade, disse o Vice-Presidente Executivo da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), Paulo César Régis de Souza, isto é irrelevante, pois a arrecadação das contribuições previdenciária e da Seguridade Social, Contribuição para Financiamento da Seguridade Social-COFINS e Contribuição sobre o Lucro Líquido-CSSL, cobrirão as despesas com os pagamentos dos benefícios previdenciários e assistenciais”.

Paulo César acrescentou que a receita da Previdência Social seguirá sendo a 2ª maior receita do país, sob manipulação total da Fazenda que pouco ou quase nada tem feito para aumenta-la, diante da queda do Produto Interno Bruto (PIB), elevação do nível de desemprego, redução da massa salarial. Além do que os recursos da Previdência serão utilizados na Desvinculação das Receitas a União (DRU), e o Ministério da Fazenda seguirão praticando política fiscal com os recursos da Previdência, em detrimento do equilíbrio da própria previdência.

Acrescentou que o documento da SEPLAN encaminhado ao Congresso não contém uma só linha sobre o que poderá ser feito para melhorar a receita previdenciária, significando que será mantida toda a estratégia de não combater a sonegação, de não promover a fiscalização, de não reduzir renuncias e desonerações, de prosseguir nas práticas de benefícios aos caloteiros e insistir na não recuperação do credito nas dívidas administrativa e ativa.

Em relação à receita primária total do governo, sem considerar as transferências a estados e municípios, o Projeto de Lei Orçamentária Anual, estima que o valor seja de R$ 1,177 tri. Já a despesa primária total prevista para 2017 é de R$ 1,316 tri. Assim, o PLOA entregue ao Congresso prevê, para o próximo ano, um déficit primário de R$ 139 bi.

Para 2017, o PIB previsto no PLOA é de 1,6%. Com relação à inflação, a previsão é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado atinja 4,8% no próximo ano.

 

Expansão da diversidade e dos horizontes literários marca programação da Feira do ivro de Porto Alegre

Expansão da diversidade e dos horizontes literários marca programação da Feira do ivro de Porto Alegre
A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre lança sua programação oficial nesta quinta-feira. O anúncio será feito na manhã do dia 20 de outubro, às 9h, em café da manhã para imprensa e convidados na Sala Larisa do Master Premium Grande Hotel (Rua Riachuelo, 1.070 - Centro, Porto Alegre/RS). Na ocasião, serão anunciados os principais destaques do evento, a região homenageada e a campanha publicitária que divulga a Feira em 2016.
Neste ano, o evento conta com área total de 10 mil m², sendo 6 mil m² de área coberta. São 93 bancas de venda de livros na Área Geral, 12 na Área Infantil e 6 na Área Internacional – movida para o interior do primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul, a fim de aproveitar as estruturas permanentes existentes na Praça da Alfândega. O prédio histórico acolhe também alguns espaços da Área Infantil, como a Biblioteca Moacyr Scliar e a Bebeteca, além da Estação da Acessibilidade - que oferece, entre outros serviços, passeios guiados para cegos e surdocegos, tradução em libras, programação da Feira em braille e empréstimo de cadeiras de rodas.
Na programação para adultos, os destaques são os autores estrangeiros vindos de países como Noruega, França, Peru, Espanha, Martinica, México e África do Sul, entre outros, além de uma comitiva de nove escritores açorianos, que representam a Região Autônoma dos Açores, homenageada deste ano. As atividades acontecem no Santander Cultural, Memorial do Rio Grande do Sul, Teatro Carlos Urbim, Tenda de Pasárgada, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul. Entre os nomes de destaque, estão Leandro Karnal, Adriana Calcanhotto, Jeremías Gamboa, Antonio Iturbe, Jorge Volpi, Teresa Cárdenas, Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Daniel Galera, Jean-Paul Delfino, Juan Gómez Bárcena, Regina Zilberman, Leonardo Sakamoto, Patrick Chamoiseau e David Grossman, que integra a programação da Feira através de uma parceria com o Fronteiras do Pensamento, além da patrona Cintia Moscovich.
A literatura e a cultura dos Açores é representada por autores dedicados a diferentes gêneros literários, como poesia, narrativa, crítica, roteiro e literatura para crianças, além de pesquisadores e linguistas. São eles: Eduíno de Jesus, Francisco Cota Fagundes, Joel Neto, Jorge Forjaz, Madalena San-Bento, Nuno Costa Santos, Paula de Sousa Lima, Urbano Bettencourt e Vasco Pereira Costa.
A programação infantil e juvenil acontece no Teatro Carlos Urbim, no QG dos Pitocos, na Tenda de Pasárgada, na Biblioteca Moacyr Scliar, no Auditório e na Sala de Vídeo do Memorial do Rio Grande do Sul. Entre os destaques da programação, estão Otávio Jr., Thalita Rebouças, Katia Canton, Georgina Martins, Rogério Andrade Barbosa, além dos autores que encontram alunos de escolas pelos programas de leitura Adote um Escritor (parceria entre Câmara Rio-Grandense do Livro e Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre que completa 15 anos de existência) e Lendo pra Valer, parceria com a Secretaria de Estado da Educação.
Estão previstas mais de 700 sessões de autógrafos que acontecem na Praça de Autógrafos, na Praça da Alfândega. As sessões de obras coletivas, com mais de quatro autores, acontecem no primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul. Mais de dois mil escritores autografam neste ano.
A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre ocorre de 28 de outubro a 15 de novembro e é uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, e conta com os Patrocinadores máster: Braskem, Celulose Riograndense, Grupo Zaffari e BNDES. Patrocínio da Área Infantil e Juvenil: Petrobras. Banco Oficial da Feira: Banrisul, Seja Vero. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
Sobre a Feira do Livro de Porto Alegre
A primeira edição da Feira do Livro de Porto Alegre ocorreu em 1955 por incentivo do jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias, junto aos livreiros e editores da cidade. O evento, o maior do gênero a céu aberto da América Latina, é considerado referência no país por seu caráter democrático e pela consistência do trabalho que desenvolve na área da promoção da literatura e da formação de leitores. Realizada desde sua primeira edição na Praça da Alfândega, Centro Histórico da capital gaúcha, a Feira é dividida em Área Geral, Área Internacional e Área Infantil e Juvenil. Centenas de escritores, ilustradores, contadores de histórias participam do evento, que conta com sessões de autógrafos, mesas-redondas, oficinas, palestras e programações artísticas, entre outras atividades. Alguns desses eventos são realizados no Memorial do Rio Grande do Sul, Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa.
Em 2006, a Feira do Livro de Porto Alegre recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República, que a reconheceu como um dos mais importantes eventos culturais do Brasil. Um ano antes, havia sido declarada bem do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e, em 2010, foi o primeiro bem registrado, pela Prefeitura de Porto Alegre, como integrante do Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial da cidade.
Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro
A Câmara Rio-Grandense do Livro, organizadora da Feira do Livro de Porto Alegre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade unir entidades e empresas que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e seu fomento, a difusão do gosto pela leitura, a formação de leitores e o fortalecimento do setor livreiro. A entidade conta com mais de uma centena de associados, entre editores, livreiros, distribuidores e outras instituições que se dedicam à produção, à comercialização e à difusão do livro, todas com sede ou filial no Rio Grande do Sul.
Vitor Diel
Jornalista
Câmara Rio-Grandense do Livro

A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre lança sua programação oficial nesta quinta-feira. O anúncio será feito na manhã do dia 20 de outubro, às 9h, em café da manhã para imprensa e convidados na Sala Larisa do Master Premium Grande Hotel (Rua Riachuelo, 1.070 - Centro, Porto Alegre/RS). Na ocasião, serão anunciados os principais destaques do evento, a região homenageada e a campanha publicitária que divulga a Feira em 2016.

Neste ano, o evento conta com área total de 10 mil m², sendo 6 mil m² de área coberta. São 93 bancas de venda de livros na Área Geral, 12 na Área Infantil e 6 na Área Internacional – movida para o interior do primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul, a fim de aproveitar as estruturas permanentes existentes na Praça da Alfândega. O prédio histórico acolhe também alguns espaços da Área Infantil, como a Biblioteca Moacyr Scliar e a Bebeteca, além da Estação da Acessibilidade - que oferece, entre outros serviços, passeios guiados para cegos e surdocegos, tradução em libras, programação da Feira em braille e empréstimo de cadeiras de rodas.

Na programação para adultos, os destaques são os autores estrangeiros vindos de países como Noruega, França, Peru, Espanha, Martinica, México e África do Sul, entre outros, além de uma comitiva de nove escritores açorianos, que representam a Região Autônoma dos Açores, homenageada deste ano. As atividades acontecem no Santander Cultural, Memorial do Rio Grande do Sul, Teatro Carlos Urbim, Tenda de Pasárgada, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa do Rio Grande Sul. Entre os nomes de destaque, estão Leandro Karnal, Adriana Calcanhotto, Jeremías Gamboa, Antonio Iturbe, Jorge Volpi, Teresa Cárdenas, Mino Carta, Paulo Henrique Amorim, Daniel Galera, Jean-Paul Delfino, Juan Gómez Bárcena, Regina Zilberman, Leonardo Sakamoto, Patrick Chamoiseau e David Grossman, que integra a programação da Feira através de uma parceria com o Fronteiras do Pensamento, além da patrona Cintia Moscovich.

A literatura e a cultura dos Açores é representada por autores dedicados a diferentes gêneros literários, como poesia, narrativa, crítica, roteiro e literatura para crianças, além de pesquisadores e linguistas. São eles: Eduíno de Jesus, Francisco Cota Fagundes, Joel Neto, Jorge Forjaz, Madalena San-Bento, Nuno Costa Santos, Paula de Sousa Lima, Urbano Bettencourt e Vasco Pereira Costa.

A programação infantil e juvenil acontece no Teatro Carlos Urbim, no QG dos Pitocos, na Tenda de Pasárgada, na Biblioteca Moacyr Scliar, no Auditório e na Sala de Vídeo do Memorial do Rio Grande do Sul. Entre os destaques da programação, estão Otávio Jr., Thalita Rebouças, Katia Canton, Georgina Martins, Rogério Andrade Barbosa, além dos autores que encontram alunos de escolas pelos programas de leitura Adote um Escritor (parceria entre Câmara Rio-Grandense do Livro e Secretaria Municipal de Educação de Porto Alegre que completa 15 anos de existência) e Lendo pra Valer, parceria com a Secretaria de Estado da Educação.

Estão previstas mais de 700 sessões de autógrafos que acontecem na Praça de Autógrafos, na Praça da Alfândega. As sessões de obras coletivas, com mais de quatro autores, acontecem no primeiro andar do Memorial do Rio Grande do Sul. Mais de dois mil escritores autografam neste ano.

A 62ª Feira do Livro de Porto Alegre ocorre de 28 de outubro a 15 de novembro e é uma realização da Câmara Rio-Grandense do Livro em parceria com Ministério da Cultura e Secretaria de Estado da Cultura, e conta com os Patrocinadores máster: Braskem, Celulose Riograndense, Grupo Zaffari e BNDES. Patrocínio da Área Infantil e Juvenil: Petrobras. Banco Oficial da Feira: Banrisul, Seja Vero. Financiamento: Pró-cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Sobre a Feira do Livro de Porto Alegre

A primeira edição da Feira do Livro de Porto Alegre ocorreu em 1955 por incentivo do jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias, junto aos livreiros e editores da cidade. O evento, o maior do gênero a céu aberto da América Latina, é considerado referência no país por seu caráter democrático e pela consistência do trabalho que desenvolve na área da promoção da literatura e da formação de leitores. Realizada desde sua primeira edição na Praça da Alfândega, Centro Histórico da capital gaúcha, a Feira é dividida em Área Geral, Área Internacional e Área Infantil e Juvenil. Centenas de escritores, ilustradores, contadores de histórias participam do evento, que conta com sessões de autógrafos, mesas-redondas, oficinas, palestras e programações artísticas, entre outras atividades. Alguns desses eventos são realizados no Memorial do Rio Grande do Sul, Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Erico Verissimo, Armazém Literário da Corag, Theatro São Pedro e Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa.

Em 2006, a Feira do Livro de Porto Alegre recebeu a medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República, que a reconheceu como um dos mais importantes eventos culturais do Brasil. Um ano antes, havia sido declarada bem do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado e, em 2010, foi o primeiro bem registrado, pela Prefeitura de Porto Alegre, como integrante do Patrimônio Histórico e Cultural Imaterial da cidade.

Sobre a Câmara Rio-Grandense do Livro

A Câmara Rio-Grandense do Livro, organizadora da Feira do Livro de Porto Alegre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem por finalidade unir entidades e empresas que trabalham pelo livro, promovendo sua defesa e seu fomento, a difusão do gosto pela leitura, a formação de leitores e o fortalecimento do setor livreiro. A entidade conta com mais de uma centena de associados, entre editores, livreiros, distribuidores e outras instituições que se dedicam à produção, à comercialização e à difusão do livro, todas com sede ou filial no Rio Grande do Sul.


Vitor Diel - Jornalista - Câmara Rio-Grandense do Livro

 

Última atualização ( Ter, 18 de Outubro de 2016 10:08 )
 

Você sabe o que é Diabesidade?

O termo Diabesidade é utilizado para referir-se a perigosa junção de duas doenças já conhecidas: diabetes e obesidade. Embora a terminologia seja recente, criada há cerca uma década por epidemiologistas, dezenas de milhões de pessoas no mundo são atingidas pelas duas doenças.
Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, 56,9% das pessoas com mais de 18 anos estão com excesso de peso. A obesidade é considerada porta de entrada para uma série de doenças como o próprio diabetes, hipertensão e câncer.
A pesquisa da PNS indica ainda que o diabetes atinge 9 milhões de brasileiros – o que corresponde a 6,2% da população adulta. As mulheres (7%) apresentaram maior proporção da doença do que os homens (5,4%) – 5,4 milhões de mulheres contra 3,6 milhões de homens.
A perigosa soma de diabetes e obesidade pode acarretar riscos de saúde ainda maiores para os diabesos, pessoas acometidas pelas duas doenças. “Tratar obesidade significa prevenir dezenas de doenças”, enfatiza o endocrinologista Flávio Cadegiani, especialista em obesidade e emagrecimento.
Para o médico, as instituições de saúde devem reestruturar a forma como é realizado o tratamento de obesidade e diabetes. “A ausência de política pública adequada para tratamento clínico de é um dos argumentos que permitem o rápido aumento do número de pessoas obesas. Precisamos de ações mais efetivas e incisivas sobre estes problemas”, observa Cadegiani.
O endocrinologista explica que o atendimento às pessoas com estas patologias deve ser incisivo e intenso. “Para prevenir complicações como infarto, derrame, cânceres, doenças pulmonares, problemas no fígado e dezenas de outras doenças, o diabeso precisa de condutas e tratamentos mais intensos e metas mais audaciosas de parâmetros clínicos como peso, circunferência abdominal; e laboratoriais, exames de fígado, colesterol e açúcar”.
O 1º Summit Brasil de Diabesidade (Diabetes+Obesidade) será realizado em Brasília, em 22 de outubro de 2016, a partir das 8h. Idealizado pelo endocrinologista Flávio Cadegiani, o evento é pioneiro no que diz respeito à discussão sobre a junção destas doenças e tem como objetivo discutir novas abordagens para as doenças e apresentar as novidades médicas relacionadas ao tratamento da Diabesidade, com divulgação de novos estudos e dados ainda não publicados.
Além de convidados de renome nacional e internacional, aulas também serão ministradas pelo esloveno Andrej Janez, doutor e chefe do departamento de Endocrinologia do Hospital de Ljubljana, Eslovênia, convidado atual da UCLA San Diego, uma das maiores autoridades em medicamentos para obesidade e diabetes.
O encontro será no o Centro Internacional de Convenções de Brasília. Médicos de todas as áreas da saúde podem participar. Inscrições podem ser realizadas por meio do site http://www.diabesidadebrasil.com/inscricoes-online.

O termo Diabesidade é utilizado para referir-se a perigosa junção de duas doenças já conhecidas: diabetes e obesidade. Embora a terminologia seja recente, criada há cerca uma década por epidemiologistas, dezenas de milhões de pessoas no mundo são atingidas pelas duas doenças.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgada em 2015 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, 56,9% das pessoas com mais de 18 anos estão com excesso de peso. A obesidade é considerada porta de entrada para uma série de doenças como o próprio diabetes, hipertensão e câncer.

A pesquisa da PNS indica ainda que o diabetes atinge 9 milhões de brasileiros – o que corresponde a 6,2% da população adulta. As mulheres (7%) apresentaram maior proporção da doença do que os homens (5,4%) – 5,4 milhões de mulheres contra 3,6 milhões de homens.

A perigosa soma de diabetes e obesidade pode acarretar riscos de saúde ainda maiores para os diabesos, pessoas acometidas pelas duas doenças. “Tratar obesidade significa prevenir dezenas de doenças”, enfatiza o endocrinologista Flávio Cadegiani, especialista em obesidade e emagrecimento.

Para o médico, as instituições de saúde devem reestruturar a forma como é realizado o tratamento de obesidade e diabetes. “A ausência de política pública adequada para tratamento clínico de é um dos argumentos que permitem o rápido aumento do número de pessoas obesas. Precisamos de ações mais efetivas e incisivas sobre estes problemas”, observa Cadegiani.

O endocrinologista explica que o atendimento às pessoas com estas patologias deve ser incisivo e intenso. “Para prevenir complicações como infarto, derrame, cânceres, doenças pulmonares, problemas no fígado e dezenas de outras doenças, o diabeso precisa de condutas e tratamentos mais intensos e metas mais audaciosas de parâmetros clínicos como peso, circunferência abdominal; e laboratoriais, exames de fígado, colesterol e açúcar”.

O 1º Summit Brasil de Diabesidade (Diabetes+Obesidade) será realizado em Brasília, em 22 de outubro de 2016, a partir das 8h. Idealizado pelo endocrinologista Flávio Cadegiani, o evento é pioneiro no que diz respeito à discussão sobre a junção destas doenças e tem como objetivo discutir novas abordagens para as doenças e apresentar as novidades médicas relacionadas ao tratamento da Diabesidade, com divulgação de novos estudos e dados ainda não publicados.

Além de convidados de renome nacional e internacional, aulas também serão ministradas pelo esloveno Andrej Janez, doutor e chefe do departamento de Endocrinologia do Hospital de Ljubljana, Eslovênia, convidado atual da UCLA San Diego, uma das maiores autoridades em medicamentos para obesidade e diabetes.

O encontro será no o Centro Internacional de Convenções de Brasília. Médicos de todas as áreas da saúde podem participar. Inscrições podem ser realizadas por meio do site http://www.diabesidadebrasil.com/inscricoes-online.

 
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