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'Apagão' no atendimento do Samu Estadual afeta 7 milhões de gaúchos

 

Uma situação inédita foi presenciada pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) na noite desta segunda-feira,13/08. A paralisação de telefonistas e rádio-operadores da central de regulação do Samu Estadual, devido a por atrasos em salários que teriam de ser pagos por uma terceirizada, gerou um apagão no serviço por horas. A central de regulação, situada na zona leste de Porto Alegre (na avenida Bento Gonçalves, 3722), cobre uma população de 7 milhões de gaúchos, que ficou quase cinco horas sem atendimento.
"Não podemos fazer nada. É outro sistema (usado pela telefonia e pelos rádio-operadores), e nossa função é fazer a tele-medicina, orientar o atendimento de acordo com a gravidade", disse uma das médicas que estava no local.
Segundo o Simers, que foi à sede da Central de Regulação, nenhum chamado de urgência e emergência foi atendido a partir das 19h. Os médicos e enfermeiros que estavam de plantão não podiam fazer nada. Na parede, a projeção de telas do sistema mostrava gráficos com as chamadas (e seus números de telefone) entrando. O volume só crescia, assim como o tempo sem resposta.
A diretora do Simers Clarissa Bassin descreveu o quadro como de apagão. "O 192 está inoperante. Só funciona em quatro cidades - apenas Porto Alegre Caxias do Sul, Bagé e Pelotas, que têm serviços próprios municipais", alertou Clarissa. "Isso significa desassistência completa a milhões de gaúchos", lamentou a dirigente. Clarissa saiu do Samu e foi ao plantão do Palácio da Polícia, onde registrou ocorrência de omissão de socorro (FOTO) do Estado por não assegurar o funcionamento do serviço.
Somente após as 23h uma telefonista foi deslocada à central para dar conta de dezenas de chamados simultâneos. "Ela está aqui, enquanto atende uma ligação, outras nove estão na espera. Também continuamos sem rádio-operador, que faz o contato com as ambulâncias. Com isso, muitas nem são acionadas", resume uma médica reguladora. Por turno de seis horas, trabalham 12 telefonistas e quatro rádio-operadores para dar conta da demanda.
O Simers acompanha há anos a precariedade do Samu Estadual, indicando o agravamento das condições nos últimos meses. Nesta segunda-feira, o quadro chegou a um nível insustentável. Outra situação igualmente de risco é o número insuficiente de médicos reguladores. Nesta noite, havia metade do número - eram cinco onde deveria ter 10. Não há contração de mais médicos. Há turnos com apenas um regulador.  Por turno de trabalho, cada profissional atende 280 chamados, nos quais precisa orientar sobre o tipo de assistência. Esta situação já foi denunciada ao Ministério Público Estadual.

Foto: SIMERS

Última atualização ( Ter, 14 de Agosto de 2018 14:48 )
 

RGE e RGE Sul realizam 31.550 inspeções na rede elétrica no primeiro semestre

As equipes da RGE e RGE Sul realizaram, no primeiro semestre deste ano, 31.550 inspeções nas suas redes de energia elétrica para identificar adulterações e conexões clandestinas, os populares gatos. Deste total, 7.242 ligações apresentaram algum tipo de problema, correspondendo a 22,9% do total. A estimativa é que 9,6 mil residências pudessem ser abastecidas por um ano com a energia que deixou de passar pelos medidores dos clientes inspecionados de janeiro a julho e que tinham irregularidades. Isso corresponde a uma cidade do porte de Sarandi, de 21 mil habitantes, localizada no Norte gaúcho.

As inspeções são realizadas para evitar problemas na rede de distribuição de energia elétrica e garantir a segurança da população. O foco dessas ações, contínuas em todas as distribuidoras do Grupo CPFL Energia, é evitar acidentes com as ligações precárias e que não observam os padrões e normas técnicas. As fraudes e furtos de energia são crimes previstos no Código Penal, e a pena pode variar de um a quatro anos de detenção. Além disso, para os fraudadores também são cobrados os valores retroativos referentes ao período em que ocorreu o roubo, acrescidos de multa. As distribuidoras RGE e RGE Sul, além das demais pertencentes ao Grupo CPFL, têm atuado em parceria com o poder público para coibir estas práticas.

A RGE e a RGE Sul têm intensificado as ações conjuntas com a Polícia Civil gaúcha para coibir a prática. Nos primeiros seis meses deste ano, uma média de 40 ligações clandestinas foram detectadas por dia nas inspeções das distribuidoras. Mesmo que as ações policiais tenham foco principal os clientes comerciais e empresariais, as operações da distribuidora também abrangem os clientes residenciais, que integram a maior parcela dos clientes ativos.

Segundo o Gerente de Serviços de Recuperação de Energia da RGE e da RGE Sul, Alexsandro da Silva Souza, uma vez identificada qualquer tipo de alteração na medição da energia consumida, são realizados os cálculos da quantidade de energia furtada e fixada a cobrança do valor que não passou pela medição. "O Grupo CPFL utiliza modernas tecnologias que, através de algoritmos, identificam possíveis sinais de desvio de energia, além da instalação de medidores que mostram, de forma imediata, uma manipulação indevida no equipamento ou o não registro de algum valor consumido“, explica Souza. Desta forma, as inspeções são realizadas buscando ter o maior nível de assertividade.

Para identificar os fraudadores, além das inspeções de campo, os profissionais trabalham com o cruzamento de dados de consumo e inteligência artificial, que permitem identificar com mais precisão possíveis fraudes. Geralmente os casos que apresentam irregularidades constatadas nas inspeções já apresentavam indícios no levantamento prévio feito pelos sistemas do Grupo CPFL, controlador da RGE e RGE Sul.

Rastrear e fazer o desligamento dessas ligações clandestinas é uma questão de segurança para a população. Também ajuda a evitar curtos-circuitos que afetam a rede e que, em muitos casos, provocam o desligamento e a queima de equipamentos e eletrodomésticos de ruas inteiras. Consumidores que adotam esta prática, popularmente conhecida como "gato", também estão colocando em risco as suas vidas e da população. Pessoas não habilitadas que tentam manipular o medidor de energia ou realizar ligação direta na rede elétrica correm o risco de choque e acidentes graves, que podem ser fatais.

As ligações irregulares também são responsáveis pela sobrecarga da rede de energia elétrica que deixa o sistema de distribuição mais suscetível à interrupção. A regularização destes clientes não apenas traz cidadania para essa parcela da população, como também beneficia todos os consumidores com um serviço de melhor qualidade.

As cidades que tiveram o maior número de inspeções

Cidade

Inspeções (jan-jul)

Irregularidades

%

Gravataí

2987

445

14,89

Canoas

2221

472

21,25

Santa Maria

1627

409

25,13

Caxias do Sul

1569

431

27,46

Cachoeirinha

1382

232

16,78

São Leopoldo

1119

284

25,37

Santa Cruz do Sul

1087

114

10,48

Novo Hamburgo

942

332

35,24

Sapiranga

825

123

14,9

Sapucaia do Sul

811

158

19,48

Uruguaiana

525

190

36,19

Bento Gonçalves

522

230

44,06

Passo Fundo

503

151

30,01

Taquara

485

103

21,23

Campo Bom

440

95

21,59

Santo Ângelo

378

105

27,77

Santa Rosa

316

88

27,84

Farroupilha

314

93

29,61

Sobre a RGE

A Rio Grande Energia (RGE) é a distribuidora de energia elétrica da região norte-nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Originada do modelo de concessão pública para distribuição de energia elétrica em 21 de outubro de 1997, a empresa atende 255 municípios gaúchos, o que representa 54% do total de municípios do Estado.

A área de cobertura da RGE divide-se em duas grandes regionais: a Centro, com sede em Passo Fundo, e a Leste, com sede em Caxias do Sul. São 90.718 km² - 34% do território do Estado. Agrupadas, essas regiões apresentam um dos melhores índices sociais e econômicos do Brasil e também são as responsáveis pelo maior polo agrícola, pecuário, industrial e turístico do estado.

A RGE busca os mais altos níveis de eficiência no atendimento aos seus clientes sendo parceira dos municípios gaúchos no desenvolvimento econômico do RS dentro de sua área de concessão. Desde 2006 a RGE passou a fazer parte integralmente do grupo CPFL Energia, o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro.

Sobre a RGE Sul

A RGE Sul Distribuidora de Energia S/A é uma das distribuidoras de energia elétrica do Grupo CPFL Energia no Rio Grande do Sul e tem atuação na Região Metropolitana, Centro, Vales e região Oeste do Rio Grande do Sul.

A concessionária atende a 1,3 milhão de clientes em 118 municípios gaúchos, tem 100 mil km² de área de abrangência e 65 mil Km de rede de distribuição. A base de suas operações fica em São Leopoldo.

A RGE Sul se orienta pela Gestão de Qualidade Total para atingir, cada vez mais, altos níveis de eficiência para seus consumidores sendo parceira dos municípios gaúchos no desenvolvimento econômico do RS dentro de sua área de concessão. Desde 2016 a RGE Sul passou a fazer parte integralmente do grupo CPFL Energia, o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro.

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 105 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização e serviços. Desde janeiro de 2017, o Grupo faz parte da State Grid, estatal chinesa que é a segunda maior organização empresarial do mundo e a maior companhia de energia elétrica, atendendo 88% do território chinês e com operações na Itália, Austrália, Portugal, Filipinas e Hong Kong.

Com 14% de participação, a CPFL Energia é vice-líder no mercado de distribuição, totalizando cerca de 9,4 milhões de clientes em 679 cidades, entre os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, é uma das líderes no mercado livre, com participação de mercado de 14% na venda para consumidores finais. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres entre as comercializadoras.

Na geração, é a terceira maior agente privada do País, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis, como grandes hidrelétricas, usinas eólicas, térmicas a biomassa, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) e usina solar. Ao final do primeiro trimestre de 2018, a capacidade instalada do Grupo CPFL alcançou 3.283 MW.

A CPFL Energia possui ações listadas no Novo Mercado da B3 e ADR Nível III na NYSE, além de participar do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 pelo 13º ano consecutivo. O Grupo também ocupa posição de destaque como um dos maiores investidores brasileiros em arte, cultura e esporte.

 

Isolamento provoca problemas de saúde nos idosos

O mês de julho é marcado pelo Dia dos Avós, momento que muitos se lembram como a sociedade desrespeita os direitos dos idosos, além das injustiças cometidas pelo Estado com essa população. Porém, uma grande parte das pessoas se esquece do desprezo e descaso cometido contra indivíduos nessa idade dentro da própria família.

Um estudo feito no ano passado nos Estados Unidos comprovou que a solidão entre idosos possui uma ligação com um número maior de doenças crônicas. Conforme a pesquisa, o isolamento é capaz de elevar as chances de morte em até 14%. Isso ocorre porque, o estresse causado pela solidão pode levar a inflamações celulares que interferem no sistema imunológico, deixando o corpo mais suscetível a doenças. Diante disso, a solidão na terceira idade chega a ser tão prejudicial quanto o tabagismo ou o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Estima-se que esse sentimento aumenta em quase 30% os riscos de doenças coronarianas e acidentes vasculares.

De acordo o psicólogo, com especialização em Neuropsicologia, Luciano Alves, seguindo a ideia do pensamento sistêmico os efeitos provocados na saúde, em virtude desse isolamento, são devastadores. “O isolamento social pode ter um impacto muito grande nos idosos, tanto psicológica, quanto fisicamente. A sensação de solidão afeta a saúde de diversas formas, podendo, por exemplo, aumentar o estresse, reduzir a autoestima ou contribuir para a depressão. E todos esses fatores influenciam na saúde física”, afirma ele, lembrando que também é importante compreender os aspectos hereditários, emocionais e transgeracionais das doenças para que se abra uma nova possibilidade de cura. “Existem diversas razões dentro do campo do pensamento sistêmico para explicar o motivo de muitas pessoas, apesar do grande avanço da medicina, não mostrarem reações positivas aos tratamentos convencionais. Através do estudo do sistema é possível perceber que existe uma ligação entre a doença, o comportamento do paciente e as dinâmicas familiares ocultas que podem impedir o caminho para a cura e a saúde”.

De acordo com o pensamento sistêmico, sd doenças também podem ser vistas como processos que produzem cura, sobretudo para a nossa alma, além disso, alguns sintomas estão nitidamente relacionados a diversos acontecimentos e condições que provocaram nas pessoas a perda da vinculação com a família ou a insegurança percebida quanto a essa vinculação, ou ainda as dinâmicas de culpa ou de destinos trágicos na família que criam experiências de medo, insegurança e dor. “Um novo olhar para nossa saúde e o que significam realmente as doenças que nos assolam é mais do que necessário. A doença nunca age apenas sobre o doente, ela age sobre o doente e seu sistema familiar. Isso porque, todos nós estamos conectados aos nossos sistemas de referência, sejam eles nossas famílias, grupos, comunidades ou instituições às quais pertencemos. Muitas vezes, estes nossos vínculos ocorrem de forma disfuncional e somos influenciados no presente, com limitações, dificuldades, conflitos e até adoecimentos que chegam por ressonância pelas histórias de todos aqueles que nos antecederam em nossos sistemas familiares”, conclui.

 

eSocial: empresas que não se adequarem estarão sujeitas a multas a partir de julho

Especialista em direito do trabalho alerta que terceira fase do programa contemplará, inclusive, pequenas e médias empresas e MEIs com colaboradores

A partir do mês de julho, uma nova etapa do processo de implantação do eSocial entrará em vigor, contemplando uma parcela significativa das empresas brasileiras que deverão se enquadrar ao novo formato. Com a modernização e unificação do sistema, empregadores e contribuintes poderão realizar o cumprimento de suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de forma organizada e eficiente, reduzindo custos e tempo. A sua empresa está preparada? O advogado Reinaldo Garcia, especialista em Direito do Trabalho e sócio da Guirão Advogados, explica o que é a plataforma, qual o perfil das empresas enquadradas e quais são as situações que mais geram punições, multas e conflitos com o poder público.

O que é o programa eSocial?

Reinaldo Garcia: O eSocial é um projeto em conjunto do Governo Federal que integra o Ministério do Trabalho, Caixa Econômica Federal, Secretaria de Previdência, INSS e Receita Federal, criado com o objetivo de facilitar o envio de informações e, consequentemente, reduzir falhas durante o processo de comunicação entre empresas, contribuintes e Governo.

A obrigatoriedade do sistema valerá para qual tipo de empresa?

RG: A implantação do eSocial está sendo realizada desde janeiro, em um processo dividido em cinco fases, com as organizações que apresentam faturamento acima de R$ 78 milhões de reais. No entanto, a partir de julho, passará a valer para todas as empresas que possuem empregados, inclusive o MEI.

Quais as vantagens do eSocial?

RG: Após todo o processo de implantação, o sistema representará a substituição de 15 prestações de informações ao Governo, como GFIP, RAIS, CAGED e DIRF, por apenas uma, reduzindo a burocracia e elevando o ganho de produtividade. O eSocial beneficiará também a classe trabalhadora, uma vez que será capaz de assegurar de forma mais efetiva o acesso aos direitos trabalhistas e previdenciários.

Qual será a condição para as MEIs?

RG: A obrigatoriedade será destinada somente àqueles que possuem empregados. Assim, a partir de julho de 2018, quando o eSocial tornar-se obrigatório para este público, os microempreendedores individuais continuarão usando o SIMEI, o sistema de recolhimento dos tributos em valores fixos mensais do Simples Nacional voltado para o microempreendedor, para a geração de guia de recolhimento relativa à atividade como MEI. Aliado a isso, passarão a utilizar o eSocial para o cumprimento de obrigações trabalhistas, fiscais e previdenciárias relativas ao trabalhador que empregar.

O que pode acontecer com quem não ficar atento ao cumprimento dos prazos?

RG: O não acompanhamento e cumprimento dos prazos poderá acarretar em multa e possível fiscalização online das empresas. Os cargos de chefia e confiança deverão estar atualizados com nova sistemática do eSocial para colaborar com o Departamento de Recursos Humanos na prestação das informações de eventuais ocorrências que precisem ser lançadas no sistema.

Entre as situações que podem resultar em multas, quais são as principais?

Admissão de novos colaboradores – A multa para quem não informar ao eSocial a admissão de funcionário neste período é de R$ 402,53 a R$ 805,06 por empregado, e este valor pode dobrar em caso de reincidência.

Alterações contratuais ou cadastrais – a multa para quem não informar os novos dados varia de R$ 201,27 a R$ 402,54.

Afastamento temporário – independente do motivo, a multa para a empresa que não informar os afastamentos ocorridos, poderá ser de R$ 1.812,87 a R$ 181.284,63.

Atestado de saúde ocupacional (ASO) – de acordo com a Norma Regulamentadora nº7 do Ministério do Trabalho e Emprego, o funcionário deve realizar exames médicos em várias situações. A multa para empresa que não apresentar o documento poderá variar entre R$ 402,53 e R$ 4.025,33

Acidente de trabalho – a empresa que não informar ao governo qualquer situação de acidente de trabalho com seus colaboradores em até um dia útil subsequente à ocorrência – exceto em caso de óbito, quando o envio da informação se torna imediato. Em caso de não cumprimento no prazo previsto, a multa poderá variar entre o limite mínimo e máximo do salário de contribuição, podendo dobrar em caso de reincidência.

Informações sobre riscos – é dever da empresa informar ao colaborador o risco em caso de exposição a agentes nocivos químicos, físicos e biológico ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física, pois em alguns casos, pode ter direito à aposentadoria especial. O não cumprimento dessa determinação poderá resultar em multas que variam entre R$ 1.812,87 e R$ 181.284,62, determinadas com base na gravidade de cada situação.

Sobre o advogado Reinaldo Garcia do Nascimento

Nascido em São Caetano do Sul, Reinaldo Garcia do Nascimento atua como advogado desde 2005 (OAB/SP 237.826). Pós-Graduado em Direito e Processo do Trabalho pela Escola Paulista de Direito - EPD, é responsável pela área trabalhista e relação sindical do escritório. Além disso, Reinaldo é palestrante com temas sobre Relação Sindical, Reforma Trabalhista e Assédio Moral.

Sobre a Guirão Advogados

Há 17 anos no mercado, a Guirão Advogados é uma consultoria jurídica dedicada ao desenvolvimento de ações e estratégias para empresas. O objetivo do escritório é minimizar os riscos e ameaças trazidos pelo negócio, administrando as questões legais e para-legais da atividade empresarial. Além disso, os advogados assessoram o empresário nas questões extrajudiciais e judiciais, implantando uma atuação preventiva, uniforme e profissionalizada. Áreas de atuação: Compliance, Relações de Consumo, Relações Trabalhistas e Sindicais, Direito Societário, Direito Comercial e Gestão Legal do Patrimônio.

Para mais informações, acesse: www.guirao.com.br.

 

Supermercados gaúchos registraram crescimento real de 2,4% nas vendas em 2017

 

Visitadas diariamente por quatro milhões de gaúchos em todo o Estado e presentes em 100% dos municípios do RS, as lojas de supermercados continuam sendo um dos mais fiéis termômetros das oscilações da economia. Nesta quarta-feira (18), o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) Antônio Cesa Longo revelou os detalhes do Ranking Agas 2017, estudo que contemplou as 226 maiores companhias do setor no RS para mapear o desempenho dos supermercados do Estado no ano passado e apontar alguns dos novos hábitos de consumo e mudanças no comportamento dos gaúchos em frente às gôndolas. A pesquisa mostra que o setor alcançou um faturamento de R$ 30,2 bilhões em 2017 no Rio Grande do Sul, um crescimento nominal de 5,4% que, deflacionado pelo IPCA/IBGE, representa um crescimento real de 2,4% em relação a 2016. “O mundo é dos especialistas, e o varejo supermercadista já entendeu que precisa se especializar em cada área, em cada segmento, em cada detalhe. Este entendimento permitiu que o setor crescesse acima da inflação em 2017, apostando em uma gestão eficiente das empresas com foco na prevenção de perdas e na produtividade”, explica o presidente da Agas. O Ranking Agas de Supermercados é elaborado desde 1991 pela entidade e, desde 2010, culmina em uma festa de premiação às companhias supermercadistas que mais cresceram, ou que mais se destacaram por boas práticas de gestão, em todo o Estado. Neste ano, a cerimônia de entrega dos prêmios aos agraciados do Ranking Agas 2017 congregará mais de 750 convidados na noite do dia 24 de abril, a partir das 20 horas, no Grêmio Náutico União (Rua João Obino, 300), em Porto Alegre.

O tamanho do setor supermercadista

Ranking Agas 2017 contou com a participação de 226 empresas de supermercados estabelecidas no Rio Grande do Sul, com faturamentos anuais entre R$ 215 mil e R$ 5,6 bilhões. Juntas, estas 226 companhias faturaram R$ 24,1 bilhões em 2017 – 79,8% do total do setor no Estado. A partir do levantamento, a Agas concluiu que o setor supermercadista gaúcho finalizou o ano de 2017 com:

Os supermercados do RS

2013

2014

2015

2016

2017

Faturamento total do setor

R$ 21,9 bilhões

R$ 24,1 bilhões

R$ 26,2 bilhões

R$ 28,7 bilhões

R$ 30,2 bilhões

Participação nas vendas do setor no Brasil

8,0%

8,1%

8,2%

8,4%

8,5%

Número de lojas

4,3 mil

4,4 mil

4,4 mil

4,4 mil

4,6 mil

Funcionários

91.767

93.602

94.538

95.818

97.734

Segundo os indicadores, além de crescer em representatividade dentro do setor supermercadista brasileiro, o segmento de autosserviço gaúcho também aumentou sua participação no PIB do Estado:

2016                2017

Participação do setor no PIB do RS*: 6,9%               7,2%

*Estimado

Ranking Agas 2017 mostra ainda um crescimento no número de lojas supermercadistas estabelecidas no Estado, além do aumento da mão de obra contratada. “Saudamos que haja espaço para todos os formatos de empresas e atendimento pleno a todos os perfis de consumidores. Em 2017, vimos muitos supermercados fechando suas portas e sendo imediatamente substituídos por outras empresas do setor com um perfil mais adequado para aqueles consumidores. Isto mostra uma seleção natural que o cliente determina de acordo com suas necessidades”, pontua o Longo.

Investimentos – A pesquisa consultou os supermercadistas participantes sobre as possibilidades de investimento ao longo de 2018. Ao todo, 29 empresários afirmaram que certamente irão inaugurar novas lojas neste ano, aportando um investimento total de R$ 110 milhões nestes novos projetos. O Ranking Agas 2017 também ouviu os gestores do setor sobre outros investimentos para 2018:

Investimentos em novas lojas     R$ 110,1 milhões

Investimentos em reformas         R$ 74,4 milhões

Investimentos em perdas            R$ 13,9 milhões

Investimentos em TI                    R$ 12,2 milhões

Participação das 10 maiores no setor se mantém – A concentração de mercado das dez maiores companhias do setor se manteve estável, no Rio Grande do Sul, em relação a 2016: juntas, estas dez maiores empresas supermercadistas somaram um faturamento de R$ 15,9 bilhões, representando 52,8% do total vendido nos caixas dos supermercados gaúchos em 2017 – em 2016, as “Top 10” representavam 52,6% do faturamento total.

Com relação à empregabilidade, entretanto, as 10 maiores ganharam representatividade: a participação dos 10 primeiros do Ranking na contratação de mão de obra é de 47,8% (contra 45,1% em 2016), com 46,7 mil colaboradores. Confira o Ranking:

Posição 2017

Posição 2016

Razão Social

Localidade

Faturamento 2017

Nº de caixas

Nº de lojas

Nº de funcionários

1

1

Walmart (*)

Porto Alegre

R$ 5.639.711.120,00

1.608

99

16.418

2

2

Companhia Zaffari (**)

Porto Alegre

R$ 5.200.000.000,00

985

36

11.856

3

3

Unidasul

Esteio

R$ 1.458.453.043,00

471

47

4.960

4

7

Comercial Zaffari Ltda.

Passo Fundo

R$ 620.547.966,00

269

19

1.763

5

4

Asun Supermercados

Gravataí

R$ 614.232.436,00

250

28

2.579

6

5

Imec

Lajeado

R$ 568.914.452,00

191

21

1.946

7

6

Supermercado Guanabara S/A

Rio Grande

R$ 527.313.267,00

203

10

2.435

8

8

Master ATS Supermercados (**)

Erechim

R$ 488.956.568,00

169

11

1.598

9

9

Peruzzo

Bagé

R$ 430.000.000,00

225

22

1.936

10

10

Rede Vivo

Santa Maria

R$ 420.253.923,00

192

24

1.283

(*) Dados estimados pelo Depto Econômico da Agas

(**) Inclui faturamento das lojas de São Paulo/SP

Lucro líquido do setor – Pela segunda vez, o Ranking Agas perguntou às empresas entrevistadas qual é o percentual de lucro líquido das companhias do setor sobre o faturamento total contabilizado. Segundo o estudo, a média de lucro líquido dos supermercados gaúchos em 2017 foi de 1,8% sobre o faturamento total – ante 1,6% no ano de 2016. “Este número vem ao encontro da eficiência, redução de desperdícios e produtividade que o setor está buscando. Enxugar a operação não significa reduzir serviços, mas aprimorar os processos”, explica Longo.

Cartão de crédito perde espaço – Preocupados em fugir do endividamento, os consumidores gaúchos evitaram adiar os pagamentos e sobretudo parcelar suas compras em 2017. O Ranking Agas 2017 mostra uma mudança substancial nos hábitos de compras dos clientes dos supermercados, já que o cartão de crédito perdeu quase 3% das vendas. “100% dos supermercados gaúchos aceitam cartões ou outros meios eletrônicos de pagamento, que dão maior segurança para o consumidor e para as empresas. Hoje, o dinheiro representa apenas um terço das vendas”, percebe Longo.

As mudanças nos hábitos de consumo

Os supermercadistas entrevistados pelo Ranking Agas 2017 apontaram alguns hábitos de consumo e mudanças na rotina de compras dos gaúchos no ano passado. “O supermercado de sucesso precisa estar atento à moeda tempo. Hoje, o consumidor exige praticidade e uma experiência agradável de compra, que vá além do preço baixo”, explica Longo.

Algumas categorias de produtos despontaram em vendas no ano passado, enquanto outras registraram queda ou estagnação nas vendas. Confira:

Vendas em alta em 2017                                           Vendas em baixa em 2017

Fiambreria                                                                    Biscoitos recheados

Manteiga                                                                       Iogurtes comuns

Barras de cereais                                                         Iogurtes funcionais

Água de coco                                                               Pilhas e baterias

Batata congelada

Café em cápsulas

Espumantes

Massa Grano Duro

Tíquete médio – Com relação ao desembolso médio efetuado por compra, o tíquete dos gaúchos variou de R$ 47,80 em 2016 para R$ 47,95 em 2017, em média. “Também percebemos um acréscimo no número de visitas às lojas, já que o consumidor está muito preocupado em economizar e em encontrar promoções. O gaúcho é o consumidor mais exigente do Brasil e está mais atento do que nunca aos preços”, destaca Longo.

Marca própria – Os produtos de marca própria ainda têm seu nicho de consumo no setor – 16,8% das empresas afirmaram trabalhar com estes itens (em 2016, o montante era de 14,7%). De acordo com os dados do levantamento, os consumidores gaúchos podem encontrar 3,2 mil itens de marca própria nos supermercados no RS. As empresas que trabalham com itens de marca própria informaram que, em média, estes produtos representaram 1% do seu faturamento em 2017.

Curiosidades e mais dados do setor

Essencialidade e abertura aos domingos – Somente 17,6% das empresas supermercadistas não operam suas lojas em domingos, número similar ao de 2016 (16,3%). Segundo o presidente da Agas, a abertura é uma deliberação de cada empresa, que precisa fazer suas contas e avaliar se vale a pena abrir aos domingos ou não. “Sempre lamentamos legislações municipais que determinavam o fechamento dos supermercados aos domingos, mas o setor obteve uma conquista importante nacionalmente, através da Associação Brasileira de Supermercados, com o reconhecimento da essencialidade da atividade supermercadista. Oficialmente um serviço essencial, o supermercado agora pode abrir aos domingos em todo o Brasil”, destaca o dirigente.

Menos importados – Conforme os dados da pesquisa, a participação média dos produtos importados nos supermercados gaúchos caiu de 2,35% em 2016 para 2,01% das vendas do setor. Segundo os dados do Ranking, mais da metade dos supermercados dispõem de itens oriundos de outros países, como azeitonas, azeites, salmão, bacalhau, brinquedos, vinhos e frutas secas. “O Brasil é o maior celeiro de alimentos do mundo e nossa indústria, sobretudo a gaúcha, está cada vez mais eficiente e plena no abastecimento das lojas”, destaca.

Orgânicos crescem –Ranking Agas 2017 consultou os supermercadistas para saber a participação dos produtos orgânicos nas gôndolas gaúchas: estes produtos cresceram em representatividade, e já abrangem 1,41% do total de itens comercializados pelo setor. Em 2016, os orgânicos respondiam por 1,31%. “O consumidor está cada vez mais preocupado com sua saúde. Nas verduras, a participação de orgânicos chega a 8%”, destaca Longo.

Outros números:

  • 14077 itens é o número médio do mix de produtos de um supermercado no RS
  • 8,6% é o custo médio da folha de pagamento dos colaboradores sobre o faturamento das empresas supermercadistas
  • 39% dos supermercados gaúchos oferecem recargas de celular aos seus clientes
  • 22% dos supermercados dispõem de serviços bancários e pagamentos de contas
  • 15% operam com restaurantes ou lanchonetes nas lojas
  • 9% faturam com o aluguel de sublojas na entrada dos mercados
  • 37% têm frota própria de caminhões
  • 20% possuem centro de distribuição próprio.

Cerco fechado contra as perdas

Cada vez mais atentos à eficiência total, os supermercados gaúchos travam uma verdadeira guerra contra as perdas e desperdícios no setor. O Ranking Agas 2017 mostra que os supermercados do Estado perderam em média 2,3% do que faturaram com furtos, roubos, improdutividade, quebras e desperdícios no ano passado – o número é menor do que em 2016, quando as perdas totais eram de 2,5% sobre o faturamento.

As áreas com maior índice de perdas são, por ordem, os setores de hortifrúti (5,81%), açougue (4,59%) e perecíveis (4,02%). “Além dos cursos, temos na Agas os comitês temáticos com grupos técnicos que debatem questões jurídicas, de perdas, de tecnologia e de RH, contemplando todos os principais gargalos do segmento”, pontua Longo. Os comitês têm encontros mensais e são coordenados por jovens diretores da entidade. “A ideia é realmente preparar novas lideranças”, conclui o supermercadista.

 

Por que é importante se proteger contra a gripe todos os anos?

A gripe (influenza) é uma infecção viral respiratória aguda e altamente contagiosa, sendo mais grave do que um resfriado comum, podendo levar a complicações médicas sérias.3,4,13 A doença pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade, sendo facilmente transmitida através da tosse, espirro e contato próximo com uma pessoa ou superfície contaminada.3,24

A gripe é causada, principalmente, por quatro cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2)  e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria).2 E, como esses vírus estão em constante mudança de um ano para outro, novas vacinas precisam ser produzidas anualmente e por isso é importante se vacinar contra a gripe todos os anos.1-3 Anualmente, a composição das vacinas de gripe é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS).2 Para 2018, a OMS anunciou que houve modificação na cepa A H3N2.2,25

Atualmente, os Estados Unidos e a Europa passam por um dos mais intensos surtos de gripe com altas taxas de casos confirmados e hospitalizações.5-7, 26,27 De outubro de 2017 a 3 de março de 2018, os EUA tiveram 24.664 hospitalizações confirmadas por Gripe (Influenza).5 Já na Europa, desde outubro de 2017, foram confirmados 20.312 casos de gripe e 11.434 hospitalizações.6,7

No Brasil, conforme dados do Ministério da Saúde, o número total de casos confirmados de influenza até o final de outubro de 2017 foi de 2.412, sendo pacientes com uma mediana de idade de 45 anos8 – faixa etária que não é contemplada pela vacina oferecida no Programa Nacional de Imunizações (PNI).9,11 Dentre os casos de influenza, tivemos predomínio para o vírus influenza A (H3N2) com 64,5% e influenza B com 25,4%, sendo assim responsáveis por quase 90% dos casos.8 O estado com maior número de óbitos por influenza foi São Paulo, com 35,8% dos registros.8

“Aqui, no Brasil, o vírus da gripe circula o ano todo, não apenas no inverno e é muito importante a conscientização da população sobre a importância da imunização todos os anos.3 Uma pesquisa recente da GSK revelou que mais de 60% dos adultos brasileiros não estão com a vacinação em dia.10 E isso se comprova pelos casos confirmados em pessoas acima de 45 anos.8 Mesmo essa faixa etária não sendo contemplada no Programa Nacional de Imunizações, é importante que procurem se vacinar. As pessoas devem checar se fazem parte dos grupos de risco que podem se vacinar nos postos de saúde. Caso contrário, devem procurar as vacinas na rede privada”9,11, afirma a Dra. Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK.

Vacinas trivalente e tetravalente

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a imunização é a forma de prevenção mais efetiva contra a gripe e, para isso, existem dois tipos de vacinas contra a gripe: a trivalente e a tetravalente.2,3

A vacina trivalente protege contra três cepas do vírus influenza2. Para 2018, a OMS definiu a composição da vacina com duas cepas de influenza A (H1N1 e H3N2) e uma linhagem de influenza B (Yamagata).2 Ela é oferecida gratuitamente pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) nos postos de saúde para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, indígenas, pessoas acima de 60 anos e professores das escolas públicas e privadas.11

A vacina tetravalente está disponível na rede privada e possui proteção contra quatro diferentes cepas do vírus influenza: 2 cepas A (H1N1 e H3N2) e 2 linhagens B (Yamagata e Victoria), o que significa 1 linhagem B a mais que as vacinas trivalentes.1,2 Sabe-se que as linhagens B foram responsáveis por quase 30% dos casos de gripe no ano de 2017.2,8

Todos os anos a OMS recomenda as três cepas de influenza para as vacinas trivalentes e recomenda a linhagem B adicional que deve ser incluída nas vacinas tetravalentes2. Porém, é possível ocorrer um “mismatch” ou incompatibilidade de B, quando a cepa presente nas vacinas trivalentes, é significativamente diferente da linhagem que circula no ambiente.1,23

A partir da campanha de 2018, a vacina influenza tetravalente da GSK, a Fluarix Tetra, estará disponível na rede privada para indivíduos a partir de 6 meses de idade.12

A Anvisa aprovou, em 26 de fevereiro deste ano, a ampliação de uso desta vacina para indivíduos a partir de 6 meses de idade, tendo a mesma apresentação para crianças e adultos. 12

“A vacina tetravalente oferece uma proteção mais ampla. É como ter mais de um airbag no carro. A população pode ter uma maior proteção contra os vírus da gripe que estão em circulação”, comenta Dra. Bárbara Furtado.

Diferenças entre gripe e resfriado

A gripe e o resfriado são doenças respiratórias, mas são causados ​​por diferentes vírus. Em geral, a gripe é pior do que o resfriado comum, e os sintomas são mais intensos. As pessoas com resfriado são mais propensas a apresentar sintomas como nariz escorrendo ou entupido. Os resfriados geralmente não levam a complicações de saúde, como pneumonia, infecções bacterianas ou hospitalizações. A gripe pode ter complicações associadas muito graves. Os sintomas da gripe podem incluir febre alta ou sensação de febre/calafrios, tosse, dor de garganta, nariz entupido, dores musculares ou corporais, dores de cabeça, fadiga (cansaço), sendo uma doença potencialmente fatal.3,13

Febre Amarela e Gripe

Devido ao surto de Febre Amarela no país, é importante esclarecer para a população a possibilidade de imunização concomitante, ou em datas próximas, com as vacinas de Gripe (inativada) e Febre Amarela (atenuada):

1. Atualmente não existem estudos que avaliaram especificamente a possível interferência na resposta imune entre as vacinas de Febre Amarela e Gripe (Influenza).15-18

2. Não existem evidências de que a administração concomitante da vacina de Febre Amarela com vacinas inativadas produza interferências nas respostas imunes e na segurança das vacinas, sendo elas aplicadas simultaneamente ou com qualquer intervalo e/ou ordem entre as administrações. 15-20

3. Estudos clínicos limitados demonstraram que a resposta imunológica gerada pela vacina de Febre Amarela não é inibida pela administração de outras vacinas simultaneamente ou com intervalos de 1 dia a 1 mês.14

Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras entidades de saúde não exigem um período mínimo de intervalo entre as doses e não contraindicam a administração de vacinas inativadas simultaneamente ou em qualquer momento antes ou após a vacinação contra Febre Amarela. 14-20

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes do mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade da vida humana permitindo que pessoas façam mais, vivam melhor e por mais tempo. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências:

  1. AMBROSE, CS. The rationale for quadrivalent influenza vaccines. Hum Vaccin Immunother, 8: 81-88, 2012.
  2. PORTAL BRASIL. Vacinas contra influenza irão combater três tipos de vírus em 2018. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/saude/2017/10/vacinas-contra-influenza-irao-combater-tres-tipos-de-virus-em-2018>. Acesso em: 15 mar. 2018.
  3. WORLD HEALTH ORGANIZATION. Influenza (seasonal) factsheet no 211. Disponível em: <http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs211/en/>. Acesso em: 15 mar. 2018.
  4. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Flu Symptoms & Complications. Disponível em: <https://www.cdc.gov/flu/about/disease/complications.htm>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  5. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Situation Update: Summary of Weekly FluView Report. Disponível em: <https://www.cdc.gov/flu/weekly/summary.htm>. Acesso em: 15 mar. 2018.
  6. FLU NEWS EUROPE. Primary care data. In: World Health Organization. Disponível em: <https://flunewseurope.org/PrimaryCareData>. Acesso em: 15 mar. 2018.
  7. FLU NEWS EUROPE. Severity. In: World Health Organization.Disponível em: <https://flunewseurope.org/Severity>. Acesso em: 15 mar. 2018.
  8. BRASIL. Ministério da Saúde. Informe epidemiológico de influenza: monitoramento até a semana epidemiológica 43 de 2017. Disponível em: <http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/novembro/07/Informe-Epidemiol--gico-Influenza-2017-SE-43.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2018.
  9. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação adulto: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2017/2018. Disponível em: <https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adulto.pdf>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  10. IPSOS & GSK Vx - Vaccinate for life global consumer report. 2017.
  11. BRASIL. Ministério da Saúde. A vacinação ainda é a melhor forma de prevenir doenças. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52650-a-vacinacao-ainda-e-a-melhor-forma-de-prevenir-contra-doencas>. Acesso em: 15 mar. 2018.
  12. FLUARIX® Tetra [vacina influenza tetravalente (fragmentada, inativada)]. Bula do produto.
  13. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Cold versus Flu. Disponível em: <https://www.cdc.gov/flu/about/qa/coldflu.htm>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  14. WORLD HEALTH ORGANIZATION. SAGE working group on yellow fever vaccine: interference between YF vaccine and other vaccines, 11 january 2012. 26 p. Disponível em: <http://www.who.int/immunization/sage/meetings/2013/april/5_Concomitant_administration_interference_yellow_fever_vaccine_other_vaccines.pdf?ua=1>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  15. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. General recommendations on immunization. In: ___.Epidemiology and prevention of vaccine-preventable diseases. 13. ed. Washington: Public Health Foundation, 2015. p. 9-32. Disponível em: <http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/pinkbook/downloads/genrec.pdf>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  16. STAPLES, JE. et al. Yellow fever vaccine: recommendations of the Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP). MMWR Recomm Rep, 59(RR-7): 1-27, 2010.
  17. VACINA FEBRE AMARELA (ATENUADA). Bula do produto (Bio-Manguinhos).
  18. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Vacina febre amarela – FA. Disponível em: <http://familia.sbim.org.br/vacinas/vacinas-disponiveis/65-vacina-febre-amarela-fa>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  19. BRASIL. Ministério da saúde. Memento terapêutico 2014. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2014. 95 p. Disponível em: <http://www.bio.fiocruz.br/images/stories/pdfs/outros/memento-terapeutico-2014.pdf>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  20. SOCIEDADE BRASILEIRA DE INFECTOLOGIA. Febre amarela: informativo para profissionais de saúde, atualizado em 13/02/2017. 22 p. Disponível em: <https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/125/2017/02/FA_-_Profissionais_13fev.pdf>. Acesso em: 21 fev. 2018.
  21. NHS. 10 myths about flu and the flu vaccine. Disponível em: <http://www.nhs.uk/Livewell/winterhealth/Pages/Flu-myths.aspx>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  22. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Seasonal Flu Shot: Question & Answers. Disponível em: <https://www.cdc.gov/flu/about/qa/flushot.htm>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  23. OLIVEIRA, MLA. et al. Mismatch between vaccine strains and circulating influenza b viruses in different regions of Brazil: 2001-2013. In: OPTIONS FOR THE CONTROL OF INFLUENZA, 8, 2013, Cape Town [Poster presentation].
  24. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Key facts about Influenza (Flu), 2017. Disponível em: <https://www.cdc.gov/flu/keyfacts.htm>. Acesso em: 02 abr. 2018.
  25. PORTAL BRASIL. Anvisa define nova composição da vacina contra gripe para 2017. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/saude/2016/10/anvisa-define-nova-composicao-da-vacina-contra-gripe-para-2017>. Acesso em: 27 fev. 2018.
  26. REUTERS. U.S. flu outbreak worsens, likely to linger for weeks: CDC, 2018. Disponível em: <https://www.reuters.com/article/us-usa-flu/u-s-flu-outbreak-worsens-likely-to-linger-for-weeks-cdc-idUSKBN1FT2I3>. Acesso em: 02 abr. 2018.
  27. THE GUARDIAN. Flu outbreak: UK deaths triple with GPs seeing major rise in patients. Disponível em: <https://www.theguardian.com/society/2018/jan/18/flu-outbreak-gps-under-huge-pressure-as-deaths-soar-to-120>. Acesso em: 02 abr. 2018.

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