Jornal Correio de Notícias

Página Inicial | Economia

Economia

Renovações de contratos na RMPA fortalecem a Corsan e garantem agilidade na universalização do esgoto tratado

A renovação de contratos da Corsan por mais 37 anos que vem sendo feita pelos municípios beneficiados pela Parceria Público-Privada traz como novidade para a população destas cidades o compromisso da Corsan em agilizar a execução das obras e universalizar este serviço em até onze anos. “É um compromisso que estamos firmando com os prefeitos, a população e também com o meio ambiente. Para conseguir alcançar esta meta, estamos lançando mão da Parceria Público-privada. Será um reforço na execução das obras, sem interferir na Corsan como companhia pública”, explica o diretor-presidente da Corsan, Jorge Melo. Além disto, com o início das obras, a expectativa da Corsan é que haja uma geração imediata de empregos e melhoria de renda nestas localidades. “Estimamos que possam ser gerados mais de 32 mil empregos nas cidades onde as obras estarão acontecendo”, explica o Presidente.

Pela concessão administrativa, a Parceria prevê que toda a relação com o usuário continue sendo feita pela Corsan, o parceiro privado fará as obras e receberá pelo esgoto efetivamente tratado nestas cidades.

A tarifa, que se mantém sendo definida pela Agência Reguladora, não sofrerá impactos. O serviço de coleta e tratamento de esgotos é cobrado na conta de água, quando o usuário já tem acesso ao mesmo, representando 50% do valor do consumo da água. E assim deve continuar.

Outra novidade dos contratos é um maior controle social. Com a PPP, está prevista a contratação de um Verificador Independente para auxiliar no acompanhamento do desempenho, resultados obtidos e nos cálculos, além disto, um Sistema de Mensuração de Desempenho vai avaliar o cumprimento do cronograma das obras e o nível de qualidade dos serviços prestados pelo parceiro privado, por meio da definição das metas e indicadores verificados periodicamente.

Segundo o Presidente da Corsan, a parceria acabou indo muito além das iniciativas públicas e privadas. “Muito se fala em famílias que convivem em condições precárias com o esgoto a céu aberto e quando há a possibilidade de fazermos algo no sentido de melhorar a vida destas pessoas, a possibilidade tem que ser agarrada com as duas mãos. E para que isso aconteça, a parceria não é só com a iniciativa privada. Nosso esforço vem sendo o de buscar o envolvimento dos municípios, com os prefeitos de diferentes partidos, que felizmente estão percebendo a importância deste movimento para suas cidades. Isso, junto com suas câmaras de vereadores, que aprovaram as renovações de contrato e lá no futuro vão ter orgulho de saber que permitiram esse avanço para o Estado. Quando tratamos o esgoto da Região Metropolitana, conseguimos atender as cidades onde há a maior concentração de pessoas e onde estão três dos dez rios mais poluídos do país. Estamos falando em um meio para solucionar um problema crônico e que não nos orgulha que é o índice de atendimento com coleta e tratamento de esgoto. As pessoas vão perceber que quando há saneamento, há possibilidade de melhor rendimento escolar, de maior produtividade, melhora a questão do emprego, os imóveis de valorizam. É um verdadeiro salto na qualidade de vida dos moradores. Isso só o tempo vai mostrar, mas a decisão que estamos tomando agora será decisiva na vida destas pessoas”, afirma Melo.

 

Vendas no Dia das Mães devem movimentar R$ 17 bilhões no comércio, mostram SPC Brasil e CNDL

Segunda data comemorativa mais importante para o varejo em faturamento, o Dia das Mães deve fazer com que 74% dos brasileiros realizem ao menos uma compra no período. Segundo estimativas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aproximadamente 111,5 milhões de brasileiros devem presentar alguém neste Dia das Mães, o que deve injetar cerca de 17,05 bilhões de reais nos setores do comércio e serviços.
Embora o percentual de consumidores que devem ir às compras seja elevado, a maior parte dos compradores está receosa para aumentar gastos na comparação com o ano passado, procurando manter o orçamento livre de dívidas. Cerca de 19% dos consumidores entrevistados disseram que têm a intenção de desembolsar mais com os presentes. A maior parte, no entanto (36%), planeja gastar a mesma quantia que em 2017, enquanto 18% pensam em diminuir.
Entre os que pretendem gastar mais, as principais razões são comprar um presente melhor (58%), estar com uma renda melhor este ano (33%) e por acreditar que os presentes estão mais caros (29%). Já entre os que pretendem gastar menos, o fato de estar com o orçamento apertado (48%), querer economizar (27%) e estar desempregado (26%) são os principais motivos.

Gasto médio com Dia das Mães deve ser de R$ 153

O pagamento à vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, sendo que em 53% dos casos o pagamento será em dinheiro e em 24%, no cartão de débito. O cartão de crédito parcelado será usado por 28% dos entrevistados. Entre os que dividirão as compras, a média é de quatro prestações por entrevistado.
De acordo com o levantamento, a maioria (44%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente. Somente 8% dos entrevistados disseram que iriam comprar quatro ou mais itens.
Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio do brasileiro no Dia das Mães deve ser de R$ 152,98. No entanto, praticamente um terço dos entrevistados (34%) estão indecisos e ainda não sabem ou não decidiram o valor que pretendem desembolsar este ano.
A maioria (59%) dos consumidores ouvidos pela pesquisa acredita que os produtos estão mais caros do que em 2017. Por outro lado, 38% consideram que os presentes estão na mesma faixa de preço e somente 2% acreditam que os produtos estão mais baratos.
Quatro em cada cinco entrevistados (83%) pretendem comprar o presente pagando sozinhos, 8% pretendem dividir o valor integral com outras pessoas e 4% afirmam que vão pagar sozinhos parte do presente, porém o restante será rateado com outras pessoas. A maior parte dos que vão dividir (44%) afirma que vai presentear juntamente com os irmãos, 24% com o cônjuge ou companheiro, 22% com outros familiares e 18% vão dividir com o pai.

Shopping será o principal local de compra. Roupas e perfumes lideram a preferência dos presentes

Neste ano, os produtos mais procurados serão as roupas (42%), perfumes (36%), calçados (23%) e cosméticos (21%). Questionados sobre o principal fator que os entrevistados levam em consideração na hora de comprar o presente, 27% elegeram a qualidade do presente, 21% priorizam o perfil da presenteada, 16% o desejo da presenteada e 13% o preço do presente. A própria mãe (79%) será a mais presenteada, como também as esposas (23%) e as sogras (19%).
Quanto aos locais de compras, os shopping centers são os destaques, com preferência para a compra da maioria dos presentes de 36% dos entrevistados. Na sequência aparecem as lojas virtuais (29%), os shoppings populares (19%), as lojas de rua/bairro (17%) e as lojas de departamento (17%). Para escolher o local, os fatores mais decisivos são o preço (56%), as promoções e descontos (43%), a qualidade dos produtos ofertados (42%) e a diversidade de produtos (25%).
O velho hábito de deixar tudo para a última hora também aparece nas respostas dos entrevistados. Cerca de 12% dos compradores acham que vão realizar as compras nas vésperas do Dia das Mães. Os que vão fazer as compras no início de maio representam 46% das pessoas ouvidas. A celebração será principalmente na casa da mãe (46%) e 27% comemorarão em suas próprias casas.

80% pretendem fazer pesquisa de preço antes de comprar

Perguntados se pretendem fazer pesquisa de preço antes de irem às compras, a maioria dos entrevistados (80%) afirma que sim, já 14% não pretendem, seja porque vão comprar nos estabelecimentos que já têm costume (6%), por gostarem de comprar o que veem e agrada (6%) ou por não terem tempo (2%).
Entre os que costumam fazer pesquisa de preços, a maioria (73%) utiliza sites na internet. Já 50% procuram os melhores preços em lojas de shopping, 46% em lojas de rua e 28% utilizam aplicativos de oferta.
Levando em consideração somente os que costumam pesquisar preços na internet, 72% recorrem ao Google, 51% utilizam sites de comparação de preços e 43% pesquisam nos mais variados sites de varejistas.
A pesquisa sinaliza que muitos dos consumidores que pretendem comprar presentes já extrapolaram o limite das suas finanças. Cerca de 36% dos entrevistados declararam ter atualmente alguma conta em atraso e 20% costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Mães. Outros 5% pretendem deixar de pagar alguma conta para comprar o presente. A pesquisa mostra que dos 60% de consumidores que compraram presentes para o Dia das Mães em 2017, 21% ficaram com o nome sujo por causa dessas compras.

Metodologia

pesquisa foi realizada através de entrevistas com 767 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Dia das Mães. Em seguida, continuaram a responder o questionário 602 casos, que tinham a intenção de comprar presente no Dia das Mães este ano. As margens de erro, respectivamente, são de 3,5 pontos percentuais e 4,0 p.p. para um intervalo de confiança a 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

 

Endividamento das famílias gaúchas chega a 70,1% em fevereiro

O mês de fevereiro registrou elevação no nível de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) no Rio Grande do Sul, conforme pesquisa da Fecomércio-RS. Os dados divulgados nesta sexta-feira (9),mostram que o percentual ficou em 70,1% contra 68,0% do mesmo período do ano passado. A perspectiva de pagamento de dívidas em atraso, no entanto, seguiu em recuperação em fevereiro/18. A pesquisa pode ser conferida aqui e aqui.

Segundo a pesquisa, o cenário atual de taxa básica de juros reduzida e mercado de trabalho em recuperação contribuiu para o avanço do endividamento na comparação interanual. A alta no endividamento reflete principalmente o aumento concessão de crédito para pessoa física. “Embora a recuperação do mercado de trabalho venha ocorrendo com a geração de postos informais, ela tem ajudado na queda do nível de endividamento das famílias com renda de até 10 salários mínimos”, destaca o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

Em fevereiro/2018, houve estabilidade no indicador que mede a parcela da renda comprometida com dívidas, atingindo 32,8%, enquanto o tempo de comprometimento da dívida no período de 12 meses caiu para 7,9 meses. O cartão de crédito continua com o maior peso na composição do endividamento dos gaúchos (76,8%), seguido por carnês (42,1%), crédito pessoal (19,3%) e financiamento de veículos (11,2%).

O percentual de famílias com dívidas em atraso cresceu na comparação interanual, saindo de 28,8% em fevereiro/2017 para 40,5% em fevereiro/2018. De acordo com a pesquisa, embora os rendimentos das famílias tenham melhorado no período, muitas famílias ainda não conseguem honrar suas dívidas no prazo. Parte desta dificuldade é reflexo do parcelamento dos salários do funcionalismo gaúcho.

O número de gaúchos que não terão condições de honrar suas dívidas vencidas no prazo de 30 dias apresentou queda significativa, passando de 15,8% em fevereiro/2017 para 6,8% em fevereiro/2018. De acordo com a Fecomércio-RS, o aumento no contingente de pessoas ocupadas, mesmo que em posições informais ou por conta própria, contribui para o desse percentual

 

Indústria 4.0 saltará de 1,6% para 21,8% das empresas em uma década, diz pesquisa da CNI

Pesquisa inédita, realizada pelo Projeto Indústria 2027,  mostra que 21,8% das indústrias projetam ter o processo produtivo totalmente digitalizado nos próximos 10 anos. A perspectiva representa um salto significativo, uma vez que hoje apenas 1,6% das empresas ouvidas afirma já operar na fronteira tecnológica, conhecida como indústria 4.0. A pesquisa foi feita com 759 grandes e médias empresas, entre junho e novembro de 2017. O Indústria 2027 é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com os institutos de economia das universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Estadual de Campinas (Unicamp). O objetivo do projeto é identificar como inovações disruptivas vão impactar a competitividade do setor produtivo brasileiro.

“Os dados mostram que a indústria brasileira reconhece a importância do desenvolvimento tecnológico para a sua competitividade, mas é preciso ir além. Precisamos de um empenho nacional nesse sentido. As empresas devem desenhar e executar estratégias e a política pública precisa amparar esse desenvolvimento”, afirma Paulo Mól, superintendente nacional do IEL. Também conhecida como quarta revolução industrial, a indústria 4.0 resulta do uso integrado de tecnologias avançadas da automação, controle e tecnologia da inovação em processos de manufatura.

A pesquisa também averiguou o planejamento das empresas quanto a estudos e perspectivas para incorporar tecnologias digitais de última geração, como internet das coisas, inteligência artificial, armazenamento em nuvem, big data, entre outros. Apenas 15,1% delas têm projetos em execução. A maioria – 45,6% - está realizando estudos iniciais ou têm planos aprovados sem execução. Por fim, 39,4% não têm nenhuma ação prevista no tema.

O economista e coordenador-adjunto do Indústria 2027, David Kupfer, avalia que é necessária maior mobilização. “É preciso disparar o processo de adoção dessas tecnologias, principalmente porque as transformações acontecem em alta velocidade e atrasos comprometem ainda mais a capacidade das empresas acompanharem a onda tecnológica. Por enquanto, não observamos um movimento consolidado para equiparar o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira ao de países como Alemanha e Estados Unidos”, afirma.

GERAÇÕES TECNOLÓGICAS - Para chegar ao diagnóstico, a pesquisa estabeleceu classificações de quatro gerações de tecnologias digitais.

• Geração 1 é a produção rígida, com uso pontual de tecnologias da informação e comunicação (TIC) e automação rígida e isolada.

• Geração 2 envolve automação flexível ou semi-flexível, com uso de TICs sem integração ou integração apenas parcial entre áreas da empresa.

• Geração 3 consiste no uso de TICs integradas e conectadas em todas as atividades e áreas da empresa.

• Geração 4 é chamada de produção conectada e inteligente, tem tecnologias da informação integradas, fábricas conectadas e processos inteligentes, com capacidade de subsidiar gestores com informações para tomada de decisão.

Estágio de tecnologia da indústria brasileira hoje (esquerda) e daqui a 10 anos (direita)


Atualmente, segundo o estudo, 77,8% das empresas brasileiras ainda estão nas gerações tecnológicas 1 e 2.  No entanto, os dados mostram que as empresas estão cientes do tamanho da influência das inovações no futuro. Para 67,5% delas, essas mais avançadas terão alto ou muito alto impacto no setor onde atuam. A pesquisa também avaliou como as tecnologias 4.0 influenciarão cinco aspectos dos negócios: relacionamento com fornecedores, desenvolvimento de produto, gestão da produção, relacionamento com clientes e gestão de negócios.

Para 77,3% dos ouvidos, há probabilidade alta ou muito alta de as tecnologias digitais serem dominantes no relacionamento com os fornecedores. Para 71,3%, o mesmo acontecerá na relação das empresas com seus consumidores.

O PROJETO - O Indústria 2027 é um projeto inédito cujo objetivo é avaliar os impactos de inovações como internet das coisas, nanotecnologia e inteligência artificial, entre outras, para a competitividade do produto nacional. A iniciativa mobiliza mais de 40 pesquisadores brasileiros e estrangeiros para examinar em profundidade o potencial de oito tecnologias para o futuro da indústria e o impacto delas em 10 sistemas produtivos em projeções para os próximos cinco e dez anos. O projeto também vai identificar as condições de o Brasil acompanhar e aproveitar as inovações, a capacidade de resposta atual do empresariado brasileiro e também apontará estratégias de desenvolvimento produtivo.

 

Juros em queda: onde investir seu dinheiro?

 

ICEC-RS de outubro cresce 10,3% e consolida tendência de retomada da confiança dos empresários do comércio gaúcho

O Índice de Confiança dos Empresários do Comércio do Rio Grande do Sul (ICEC-RS) encerrou o mês de outubro com crescimento de 10,3% sobre o mesmo período do ano passado. Aos 103,8 pontos, o resultado consolida a tendência de retomada do otimismo entre os empresários após um período de quatro meses em patamar pessimista em função dos escândalos políticos. O crescimento foi observado em todos os componentes que formam o indicador, incluindo as avaliações referentes ao cenário atual e com o futuro.

“Tradicionalmente, a perspectiva de aumento das vendas no final do ano leva os empresários a melhorar a percepção em relação ao futuro. No entanto, a sustentação desta avaliação está diretamente ligada à manutenção da recuperação econômica para os próximos meses”, pondera o presidente da Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn.

O indicador que avalia as condições atuais do empresário do comércio (ICAEC) avançou 34,8% em outubro na comparação interanual.  Aos 75,2 pontos, indica que as perspectivas dos empresários permanecem em trajetória de retomada, ainda que permaneça em campo pessimista. Apesar de o crescimento ter se dado sobre uma fraca base de comparação (2016), a combinação de inflação baixa e juros reduzidos também contribuiu para a melhora na avaliação do momento atual. Porém, pesam negativamente sobre o indicador a fraca geração de postos formais de emprego no Rio Grande do Sul e a demora na retomada do crédito à pessoa jurídica.

Já as expectativas dos empresários do comércio (IEEC) permanecem em elevado nível otimista, aos 144,4 pontos em outubro. A alta de 4,4% sobre outubro/2016 é reflexo da recuperação econômica, com inflação abaixo da meta (4,5% a.a.) e a taxa básica de juro em patamar reduzido, além da proximidade das festas de final de ano – fato que contribui para a melhora das expectativas dos empresários do comércio, em especial, no que diz respeito às suas empresas.

Os dados referentes aos investimentos do empresário do comércio (IIEC) e outubro mostram uma alta de 4,2% no confronto com o mesmo período do ano passado, atingindo 91,9 pontos. Essa melhora vem sendo pautada principalmente pela intenção de contratação de funcionários para a demanda de fim de ano, mas fomentada também pelo nível de investimentos e situação atual dos estoques das empresas.

 
Página 1 de 65

Publicidade

Publicidade

Blogs

Enquete

Você é favor da convocação de Eleições Gerais no Brasil
 

Twitter CN

    Newsletter

    Expediente

    EXPEDIENTE
    Rua Santos Ferreira, 50
    Canoas - RS
    CEP 92020-000
    Fone: (51) 3032-3190
    e-mail: redacao@jornal
    correiodenoticias.com.br

    Banner
    Banner
    Banner

    TurcoDesign - Agencia de Publicidade Digital