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​Tem música e teatro no final de semana da Villa Mimosa de Canoas​

A Casa das Artes Villa Mimosa (Av. Guilherme Schell, 6270) terá um final de semana com música e teatro, onde o Rio Grande do Sul é o foco. No sábado, às 20h, tem o show musical “Café ou Chimarrão?”, reunindo dois dos mais importantes instrumentistas gaúchos da atualidade, o violonista Mathias Pinto e o guitarrista Paulinho Fagundes. O projeto busca apresentar pontes entre as diferentes músicas populares do mundo. Paulinho Fagundes vem de uma das mais tradicionais famílias da música nativista gaúcha – o conjunto Os Fagundes – e mistura influências de jazz em seus trabalhos. Mathias Pinto é coordenador da Oficina Choro e Samba e músico atuante dentro do universo da MPB. A dupla abre mão de regras e de preconceitos entre os gêneros musicais e propõe uma visão aberta e musical sobre a cultura popular. No repertório, composições em parceria de Mathias com Paulinho, além de músicas de Paulo Dorfman, Jacob do Bandolim, Luiz Carlos Borges, Garoto, Luis Barcelos e Tom Jobim.

Paulinho Fagundes volta à Casa no dia 28, na Sessão Comentada da Audioteca do Jazz, a partir das 19h30. O instrumentista irá apresentar as influências do jazz na sua música e o seu disco solo “Pedra Moura”.

Já no domingo, 25 de setembro, às 16 h, o Grupo Teatral Oigalê apresenta o espetáculo “O Negrinho do Pastoreio”. A peça teatral é uma livre adaptação da lenda homônima de Simões Lopes Neto. É a lenda mais autêntica do folclore do Rio Grande do Sul. Conta a saga de um escravo que por ter perdido uma corrida de cavalos é cruelmente torturado até a morte pelo seu senhor, passando a ser conhecido como procurador das coisas perdidas. Basta apenas acender um toco de vela pro Negrinho. Se ele não achar, ninguém mais acha. O espetáculo estreou em setembro de 2002, e já realizou 365 apresentações para mais de 90.000 pessoas, em diversas cidades do Brasil.

As duas apresentações na Casa têm entrada franca, com senhas distribuídas sempre 30 minutos antes do início.

Última atualização ( Qui, 22 de Setembro de 2016 15:42 )
 

Respiração bucal é tema de livro e palestra na BPE

A fonoaudióloga Iara Frainer irá lançar, no dia 24 de setembro (sábado), às 16h, na Biblioteca Pública do Estado/BPE (Riachuelo, 1190), o livro "O Peso do Ar - (Des) Construindo a Face, (Re) Conhecendo o Inimigo", pela editora Evangraf. E no dia 4 de outubro (terça-feira), às 18h,  voltará ao prédio histórico, para proferir a palestra "Respire Bem e Viva Melhor". Ambos os eventos ocorrem no Salão Mourisco e tem entrada gratuita.

Em forma de poesia, a  publicação fala de uma situação quase corriqueira nos dias atuais: a respiração bucal, uma patologia derivada das rinites alérgicas, desvios de septo, aumento exagerado das amígdalas e adenóides. Mazela sorrateira e silenciosa, a respiração bucal é capaz de promover perdas significativas no desenvolvimento do indivíduo, tanto no rosto quanto no corpo - da infância à vida adulta, pois tolhe o alimento imprescindível para a sustentação da vida: o ar.

Já a palestra tem a intenção de mostrar ao público presente como a respiração correta ajuda na construção de uma face bonita, melhora o sono da criança e do adulto e favorece a qualidade de vida de todos nós. E como reconhecer os sinais de que esta respiração não está sendo eficiente.  Também nos tópicos, a voz do professor, com orientações sobre cuidados, prevenção e higiene vocal.

Iara Frainer é formada em Letras, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e em Fonoaudiologia, pela  Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI/SC).  Faz atendimento clínico e ministra palestras sobre o tema, em workshops, cursos e eventos, como "Respiração Bucal: Problemas à Vista", no Coffee Business do Hotel Embaixador; Qualidade do Sono, Ronco, Apnéia e Qualidade de Vida", no SIPAT da AES Sul e preparação e orientação vocal do elenco do filme "Natascha, o Anjo da Morte" de Ricardo Zimmer, em Porto Alegre; "A Voz no Trabalho" no CIC e "Sono, Ronco e Apnéia do Sono", na Artesano, ambos em Bento Gonçalves;  e finalmente "Respiração, Ronco e Desempenho Profissional", no SIPAT da Eletrosul, em Gravataí. É coordenadora da Comissão de Saúde da Business Professional Women (BPW), na capital gaúcha.

Serviço:

Lançamento do livro:
Dia: 24 de setembro (sábado), 16h.
Palestra:
Dia: 4 de outubro (terça-feira), 18h
Local: Salão Mourisco da Biblioteca Pública do Estado (Riachuelo, 1190)
Contato: E-mail  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. e telefone 9916-2223
Entrada franca.

 

Cazuza por Alexandre Poeta e rock emergente da Eletroacordes são as atrações do Graffiti Bar

 

Tem duas atrações na Cidade Baixa em um só palco para tirar o fôlego de quem curte rock: a presença autoral da Eletroacordes e o fiel tributo a Cazuza por Alexandre Poeta e Banda. Vai ser nesta sexta-feira , 16 de setembro  a partir das 22h na Graffiti Bar, em Porto Alegre. Ingressos no local a R$ 15,00.
Em sequência de shows, as duas bandas já dividiram o palco em agosto e repetem a dose após a boa repercussão e presença de público. A Eletroacordes abre os trabalhos para introduzir o melhor do rock independente mesclando gêneros como blues, jazz, pop e psicodélico, extraído do repertório do segundo EP da Banda, intitulado “Insanos”, recentemente lançado. O power trio é formado por Fabrício Costa (voz e guitarra), Rodrigo  Vizzotto (voz e baixo) e Thanius Silvano (bateria). A banda segue promovendo shows por conta do novo set list do EP e mais canções inéditas.
Já o músico Alexandre Poeta canta a trajetória de Cazuza, em um show emocionante. Os fãs se surpreenderão com a interpretação que vivencia gestuais e figurino deste grande ídolo da MPB.  “Cazuza - O Poeta Não Morreu" é um show focado na cronologia da carreira do artista, desde os tempos de Barão Vermelho até o disco “O Tempo Não Para”. Para relembrar os sucessos, Poeta está acompanhado pela banda formada por Yuri Passos (guitarra), Igor Vinícius (baixo) e Dé Ribeiro (bateria).
O Graffiti Bar fica na rua João A

 

Última atualização ( Qui, 15 de Setembro de 2016 14:58 )
 

Me Gusta de setembro com grandes atrações musicais e gastronomia na Praça Daltro Filho

A Me Gusta, feira ao ar livre que já faz parte da agenda cultural de Porto Alegre, chega 21ª edição, neste domingo 18 de setembro, entre 12h e 22h. Desta vez o evento ocorre na rua da Praça Daltro Filho no centro de Porto Alegre, também conhecida como Praça dos Antiquários e Praça do Capitólio.
A ideia é, como sempre, ocupar espaços públicos, integrar as pessoas com a cidade e valorizar a economia criativa, oferecendo muita arte, moda, música, gastronomia e diversão.  Serão cerca de 100 expositores distribuídos nas categorias vestuário, variedades, arte, música e alimentação. São marcas novas e independentes, artesanatos, brechós, sebos, vinis, delícias gastronômicas e mais.  Os shows ficam por conta de Zamba Ben (Samba Rock / Groove), Nome na Lista (Rock) e Os Baurets - Tributo Mutantes (Rock).
Sempre com expectativa de grandes públicos o evento já ocupou espaços com rua da República, Praça Garibaldi, Largo Zumbi dos Palmares, Praça Itália, Escadaria da Borges de Medeiros e a rua General Alves no centro de Porto Alegre. Serviço: ME GUSTA #21: ARTE, MODA, MÚSICA E VARIEDADES ONDE: Praça Daltro Filho (Av. Borges de Medeiros esquina com Rua Demétrio Ribeiro) em frente ao CapitólioQUANDO: Domingo dia 18 de setembro de 2016, das 12h às 22h QUANTO: Entrada Franca Créditos das Fotos: Me Gusta (Anselmo Cunha)

Programação:

16:30 - Zamba Ben

18:00 - Roda de conversa, em pauta: Feminismo e políticas LGBT

 

19:30 - Nome na lista

21:00 - Os Baurets



Sobre a Me Gusta
Uma tarde até o anoitecer. Uma festa na rua, uma feira, um bazar, um festival de gente bonita, elegante e sincera. Uma composição de ideias e pessoas que criam e fazem acontecer. Um mix cultural que ocupa a cidade com muita alegria. A Me Gusta é tudo isso e mais um pouco: combina arte, moda e acessórios, música e variedades. Essa mistura cultural só pode dar coisa boa.

 

Última atualização ( Qui, 15 de Setembro de 2016 14:51 )
 

Canoas Coletivo de Dança faz duas apresentações no Porto Alegre Em Cena

“Whatsapp para Shakespeare é uma bela, dinâmica e intensa homenagem feita pelo Canoas Coletivo de Dança ao maior dramaturgo inglês de todos os tempos. Com direção artística da coreógrafa Carlota Albuquerque e direção geral de Joana Willadino, a montagem aborda o universo de William Shakespeare com breves diálogos (ao estilo “whats”) para tratar das conflituosas e intensas relações de amor e poder – temas sempre atuais e acima de qualquer tecnologia. São esses curtos diálogos que ganham movimentos em uma poética dança urbana exaustivamente trabalhada pelo grupo criado em 2015 por bailarinos atuantes há mais de cinco anos e residentes na cidade de Canoas. O espetáculo será apresentado pela primeira vez em Porto Alegre nos dias 16 e 17 de setembro, às 21h, Teatro da Santa Casa (Avenida Independência, 75).

O grupo apresentou “Whatsapp para Shakespeare” apenas no Rio de Janeiro, a convite da Cia de Ballet da Cidade de Niterói, com quem os bailarinos já haviam dividido o palco com “Anatome”, espetáculo que deu origem ao coletivo, que garantiu o reconhecimento com o Prêmio Klauss Vianna 2015, categoria Criação Artística - Novos Talentos, do Funarte, além de ter sido selecionado para a 22ª edição do Porto Alegre em Cena.

O Canoas Coletivo de Dança é formado por Carini Pereira, Caroline Fossá, Danielle da Rosa, Douglas Vargas, Guilherme Silva, Leonardo Patro, Leslie Taube e Roberto Mendes e contará com a participação especial de Tom Peres.

 

Projeto Gema: Série de documentários apresenta a diversidade da música produzida no Rio Grande do Sul

 

Uma série de documentários em curta metragem irá mostrar a pluralidade da música produzida no Rio Grande do Sul. A iniciativa faz parte do Gema - projeto de pesquisa e registros multimídias, idealizado pelo pesquisador e produtor cultural Lucas Luz, contemplado pelo edital Natura Musical. Lucas reuniu um grupo de músicos e pesquisadores que, com a consultoria de Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo, percorreram o Estado realizando vivências e interações com diferentes músicos, mestres, grupos e comunidades tradicionais. O resultado dessa viagem são dez documentários em curta-metragem, podcasts, fotos e textos, que serão publicados no site www.projetogema.com.br. Também será lançada uma revista com fotos e um pequeno perfil dos protagonistas registrados, para distribuição gratuita em escolas e pontos de cultura.
Os protagonistas desta história são os índios Mbya-Guarani da Aldeia Tekoa Guaviraty Porã, de Santa Maria; Regional do Ibicuí, formado por negros quilombolas que cultivam a tradição da gaita, em Santana do Livramento; Bonitinho, guitar-hero conhecido por animar bailes e salões de CTGs pelo estado; Maçambique de Osório, um dos grupos tradicionais mais antigos do RS, formado por negros devotos de Nossa Senhora do Rosário; Goela Seca, bandinha típica alemã da cidade de Feliz; Adelar Bertussi, um dos maiores gaiteiros do Brasil e grande divulgador do bugio, ritmo genuíno gaúcho, com origens indígenas; Luis Vagner, guitarreiro, suingueiro, cantor e compositor; Antônio Carlos de Xangô, um dos mais velhos pais-de-santo do Estado; Mestre Paraquedas, mestre griô, contador de histórias, artista plástico, pesquisador e compositor; e Mestre Renato, mestre de terno de reis e luthier de violas, violões, violinos, cavaquinhos e bandolins.
O projeto registra as diferentes faces que compõem o universo da música produzida no Rio Grande do Sul. É fruto de uma pesquisa que envolve os elementos e a linguagem musical presente em tradições ancestrais e folclóricas do território gaúcho, transmitidas pela interação entre diferentes povos, como espanhóis, portugueses, índios, africanos, italianos e alemães, entre outros, e seus contextos, como o rural e o urbano. O conteúdo produzido para diferentes plataformas mostra as características plurais da música produzida no Estado, comprovando o quanto ela é universal e, acima de tudo, brasileira. “É a busca por uma quebra de preconceitos e para que entendamos as nossas particularidades musicais. Traremos uma colaboração ao desenvolvimento do universo cultural do Rio Grande do Sul, apresentando, de forma didática, informações sobre alguns músicos e gêneros musicais praticados em nosso território”, explica Luz.
O projeto foi contemplado pelo edital Rio Grande do Sul do programa Natura Musical com apoio e financiado pelo Pró-cultura RS LIC (Lei de Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. “Com a criação em 2014 de um edital exclusivo para o patrocínio da produção musical gaúcha, o Natura Musical tem a oportunidade de reconhecer e valorizar a cena local, em todas as suas vertentes, tradicional ou contemporânea. O projeto Gema nos ajudará a mapear e contar a história dessa produção”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.
EXIBIÇÃO ONLINE E SESSÕES COMENTADAS
Os dez documentários, registros fotográficos, textos e entrevistas serão divulgados entre os meses de setembro e dezembro no ambiente digital no site www.projetogema.com.br e fanpage www.facebook.com/ProjetoGema. Além disso, haverá sessões comentadas em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Caxias do Sul, com a participação da equipe do projeto. (*Confira abaixo o cronograma completo dos lançamentos e sessões comentadas).
VILLA MIMOSA
No dia 23/9 haverá uma sessão comentada na Villa Mimosa, em Canoas. Serão apresentados os cinco primeiros documentários, que abordam a cultura dos músicos da Aldeia Guarani Mbya Tekoá Guaviraty; Regional do Quilombo Ibicuí da Armada, Bonitinho, Maçambique de Osório e Bandinha Típica Alemã Goela Seca, com bate-papo com a equipe que realizou o projeto.
EQUIPE
A equipe responsável pelo projeto é formada por Lucas Luz (pesquisador e produtor cultural), Ismael Corrêa de Oliveira (músico e pesquisador), Rafael Dezesseis (músico e sound designer), Francisco Cadaval (diretor de vídeo) e Mario Ferrari (diretor de arte e multimeios). Como consultores, figuram ainda no projeto Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo.
Natura Musical
O Natura Musical, programa reconhecido por seu papel na renovação e preservação da música brasileira, completou dez anos de atuação em 2015, contabilizando o apoio à realização de mais de 1250 produtos culturais (cerca de 1100 shows, 106 CDs, 21 DVDs, 18 livros e 5 filmes), com 1,3 milhão de pessoas diretamente impactadas e cerca de 118 milhões investidos (60% de recursos próprios e 40% de verbas incentivadas). Hoje proporciona o lançamento de uma média de 20 discos por ano, além de patrocinar cerca de 150 shows pelo Brasil, gratuitos ou a preços mais populares do que o mercado oferece tradicionalmente.
O programa patrocina projetos prioritariamente por meio de editais públicos, que selecionam projetos de diversos formatos e estágios da produção cultural em nível nacional, com uso das Leis Rouanet e Audiovisual, e em nível regional, com uso de ICMS, conforme a disponibilidade de recursos. A partir de 2016, o programa vai ampliar sua presença na programação cultural, com o patrocínio a uma nova casa de espetáculos em São Paulo e ao Auditório Natura Musical, no MIS, no Rio de Janeiro, com o objetivo de criar palcos permanentes para novos talentos e artistas consagrados. No ambiente digital, os canais Natura Musical são plataforma para o lançamento de singles, obras completas e outros conteúdos musicais exclusivos dos projetos patrocinados, com acesso gratuito.

 

Uma série de documentários em curta metragem irá mostrar a pluralidade da música produzida no Rio Grande do Sul. A iniciativa faz parte do Gema - projeto de pesquisa e registros multimídias, idealizado pelo pesquisador e produtor cultural Lucas Luz, contemplado pelo edital Natura Musical. Lucas reuniu um grupo de músicos e pesquisadores que, com a consultoria de Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo, percorreram o Estado realizando vivências e interações com diferentes músicos, mestres, grupos e comunidades tradicionais. O resultado dessa viagem são dez documentários em curta-metragem, podcasts, fotos e textos, que serão publicados no site www.projetogema.com.br. Também será lançada uma revista com fotos e um pequeno perfil dos protagonistas registrados, para distribuição gratuita em escolas e pontos de cultura.

Os protagonistas desta história são os índios Mbya-Guarani da Aldeia Tekoa Guaviraty Porã, de Santa Maria; Regional do Ibicuí, formado por negros quilombolas que cultivam a tradição da gaita, em Santana do Livramento; Bonitinho, guitar-hero conhecido por animar bailes e salões de CTGs pelo estado; Maçambique de Osório, um dos grupos tradicionais mais antigos do RS, formado por negros devotos de Nossa Senhora do Rosário; Goela Seca, bandinha típica alemã da cidade de Feliz; Adelar Bertussi, um dos maiores gaiteiros do Brasil e grande divulgador do bugio, ritmo genuíno gaúcho, com origens indígenas; Luis Vagner, guitarreiro, suingueiro, cantor e compositor; Antônio Carlos de Xangô, um dos mais velhos pais-de-santo do Estado; Mestre Paraquedas, mestre griô, contador de histórias, artista plástico, pesquisador e compositor; e Mestre Renato, mestre de terno de reis e luthier de violas, violões, violinos, cavaquinhos e bandolins.

O projeto registra as diferentes faces que compõem o universo da música produzida no Rio Grande do Sul. É fruto de uma pesquisa que envolve os elementos e a linguagem musical presente em tradições ancestrais e folclóricas do território gaúcho, transmitidas pela interação entre diferentes povos, como espanhóis, portugueses, índios, africanos, italianos e alemães, entre outros, e seus contextos, como o rural e o urbano. O conteúdo produzido para diferentes plataformas mostra as características plurais da música produzida no Estado, comprovando o quanto ela é universal e, acima de tudo, brasileira. “É a busca por uma quebra de preconceitos e para que entendamos as nossas particularidades musicais. Traremos uma colaboração ao desenvolvimento do universo cultural do Rio Grande do Sul, apresentando, de forma didática, informações sobre alguns músicos e gêneros musicais praticados em nosso território”, explica Luz.

O projeto foi contemplado pelo edital Rio Grande do Sul do programa Natura Musical com apoio e financiado pelo Pró-cultura RS LIC (Lei de Incentivo à Cultura), da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. “Com a criação em 2014 de um edital exclusivo para o patrocínio da produção musical gaúcha, o Natura Musical tem a oportunidade de reconhecer e valorizar a cena local, em todas as suas vertentes, tradicional ou contemporânea. O projeto Gema nos ajudará a mapear e contar a história dessa produção”, diz Fernanda Paiva, gerente de Marketing Institucional da Natura.

EXIBIÇÃO ONLINE E SESSÕES COMENTADAS

Os dez documentários, registros fotográficos, textos e entrevistas serão divulgados entre os meses de setembro e dezembro no ambiente digital no site www.projetogema.com.br e fanpage www.facebook.com/ProjetoGema. Além disso, haverá sessões comentadas em Porto Alegre, Canoas, São Leopoldo e Caxias do Sul, com a participação da equipe do projeto. (*Confira abaixo o cronograma completo dos lançamentos e sessões comentadas).

VILLA MIMOSA

No dia 23/9 haverá uma sessão comentada na Villa Mimosa, em Canoas. Serão apresentados os cinco primeiros documentários, que abordam a cultura dos músicos da Aldeia Guarani Mbya Tekoá Guaviraty; Regional do Quilombo Ibicuí da Armada, Bonitinho, Maçambique de Osório e Bandinha Típica Alemã Goela Seca, com bate-papo com a equipe que realizou o projeto.

EQUIPE

A equipe responsável pelo projeto é formada por Lucas Luz (pesquisador e produtor cultural), Ismael Corrêa de Oliveira (músico e pesquisador), Rafael Dezesseis (músico e sound designer), Francisco Cadaval (diretor de vídeo) e Mario Ferrari (diretor de arte e multimeios). Como consultores, figuram ainda no projeto Arthur de Faria e Pedrinho Figueiredo.

Natura Musical

O Natura Musical, programa reconhecido por seu papel na renovação e preservação da música brasileira, completou dez anos de atuação em 2015, contabilizando o apoio à realização de mais de 1250 produtos culturais (cerca de 1100 shows, 106 CDs, 21 DVDs, 18 livros e 5 filmes), com 1,3 milhão de pessoas diretamente impactadas e cerca de 118 milhões investidos (60% de recursos próprios e 40% de verbas incentivadas). Hoje proporciona o lançamento de uma média de 20 discos por ano, além de patrocinar cerca de 150 shows pelo Brasil, gratuitos ou a preços mais populares do que o mercado oferece tradicionalmente.

O programa patrocina projetos prioritariamente por meio de editais públicos, que selecionam projetos de diversos formatos e estágios da produção cultural em nível nacional, com uso das Leis Rouanet e Audiovisual, e em nível regional, com uso de ICMS, conforme a disponibilidade de recursos. A partir de 2016, o programa vai ampliar sua presença na programação cultural, com o patrocínio a uma nova casa de espetáculos em São Paulo e ao Auditório Natura Musical, no MIS, no Rio de Janeiro, com o objetivo de criar palcos permanentes para novos talentos e artistas consagrados. No ambiente digital, os canais Natura Musical são plataforma para o lançamento de singles, obras completas e outros conteúdos musicais exclusivos dos projetos patrocinados, com acesso gratuito.

Última atualização ( Ter, 13 de Setembro de 2016 16:29 )
 
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