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Carregador de celular pode causar choques e incêndios. Confira como evitar esses problemas com cuidados simples

Casos recentes de acidentes trazem o alerta para cuidados com hábitos nocivos do cotidiano, como deixar o celular carregando ao lado da cama enquanto dorme

Os celulares são parte indispensável do mundo moderno, e em nenhum momento da história da cultura humana uma tecnologia mudou tanto a maneira das pessoas se comunicarem. Hoje esses dispositivos móveis estão conectados quase 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não há dúvidas que os celulares proporcionam benefícios reais, como a melhoria da qualidade de vida e a produtividade.

Mas esse uso intenso também é capaz de trazer riscos que podem levar à morte. Foi o caso recente de um adolescente no Ceará que foi eletrocutado após atender uma chamada enquanto o celular estava carregando. Os casos vêm crescendo a cada dia e o jovem infelizmente não foi a primeira e nem será a última vítima. Por isso, a disseminação dos cuidados que devem ser tomados ganha mais força para evitar outros casos trágicos.

Equipamentos em más condições são os principais causadores de casos como o do jovem cearense. Extensões desencapadas, uso durante o banho e principalmente a utilização de carregadores falsificados são as causas dos acidentes.

“As pessoas devem esquecer os mitos de que o carregador genérico cumpre o mesmo objetivo que o de marca e que não há necessidade de investir em acessórios originais por serem mais caros. Os riscos pelo uso de um carregador falsificado são gigantes e nenhuma vida vale a economia”, defende Pedro Al Shara, CEO da TS Shara, fabricante nacional de equipamentos protetores de energia, como nobreaks, estabilizadores de tensão, filtros de linha, autotransformadores e protetores de rede inteligentes.

Pedro ainda ressalta que alguns hábitos comuns, vistos como inofensivos, podem causar muitos problemas, como deixar o celular carregando ao lado da cama enquanto dorme. “Essa ação leva a três grandes problemas: deixar o celular carregando além do tempo necessário, uso enquanto carrega e principalmente o risco de descargas elétricas que afetem o carregador e gerem incêndios. Nesse caso, o risco é ampliado, pois os moradores podem estar dormindo e não ter tempo suficiente para se salvarem”, explica o executivo.

A TS Shara preparou uma lista com os principais cuidados que devem ser tomados para garantir a sua segurança e a vida útil do seu celular. Confira:

  • Compre sempre acessórios de marcas confiáveis e evite o uso de aparelhos em más condições. Um carregador falsificado, que não atende às normas e padrões de segurança, pode causar diferença de tensão elétrica, gerando graves acidentes.

  • Evite o uso de aparelhos que estejam conectados na rede elétrica, seja tomada ou USB. Alguém ligou ou quer ver se recebeu alguma mensagem? Para evitar perigos, desconecte o celular da energia elétrica antes de utilizá-lo.

  • Incidência de raios? Tire o carregador da tomada mesmo que não esteja chovendo e somente torne a carregar o celular quando os raios tiverem cessado.

  • Se o celular já encerrou o ciclo de carregamento, tire o carregador da tomada para evitar que o acessório continue consumindo energia. Os equipamentos originais têm um dispositivo que impede o envio de corrente caso não tenha nenhum aparelho conectado, porém os carregadores falsificados não oferecem a mesma segurança e o hábito de manter na tomada pode até causar incêndios.

  • O uso de extensões ou adaptadores deve ser reduzido. Muitas pessoas acabam sobrecarregando a tomada, o que pode gerar incêndios. Opte em colocar o celular em uma tomada única, sem adaptadores ou extensões.

  • Nunca carregue o celular em ambientes úmidos, como banheiros. O uso pode gerar mais riscos de choque elétrico.

  • A manutenção deve ser uma aliada. Faça manutenção da rede elétrica, celulares e outros equipamentos utilizados para recarregar celulares, como notebooks e tablets.

Sobre a TS Shara

Com 28 anos de atuação, a TS Shara é uma empresa nacional, fabricante de nobreaks, estabilizadores de tensão, filtros de linha, autotransformadores e protetores de rede inteligentes. No segmento de baixa e média potência, é hoje uma das maiores e mais produtivas empresas no mercado brasileiro de equipamentos de proteção e energia, oferecendo uma linha completa de produtos que somam mais de 600 itens para atender o mercado.

Com fábrica em São Paulo, a empresa está presente em todo o país por meio de 250 unidades de assistência técnica, além de revendedores e distribuidores que juntos totalizam mais de 380 canais, além de exportar para mais de 15 países.

Todos os produtos fabricados pela TS Shara passam por um rigoroso controle de qualidade e são homologados em importantes centros de pesquisas e desenvolvimento, como o laboratório da TÜV Rheinland, acreditado pelo Inmetro. A TS Shara possui ainda importantes reconhecimentos, entre eles, o Certificado de Qualidade de acordo com a norma ISO 9001, que a empresa mantém há mais de dez anos.

 

Você sabe o que é a metacognição?

Você sabe o que é a chamada metacognição? Não? Vamos dar um exemplo. Quando você assiste à televisão e coloca seu lado crítico em evidência, você está exercendo uma atividade metacognitiva. Ou seja, a metacognição é o conhecimento que a pessoa apresenta sobre aquilo que armazenou na memória e aprendeu para a realização das atividades do cotidiano, estando consciente de suas habilidades e limitações.

Segundo Ana Regina Caminha Braga, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar, a metacognição possibilita a identificação dos conhecimentos necessários para a realização e a análise de uma situação dentro das possibilidades da pessoa, de maneira que ela esteja cada vez mais consciente de suas escolhas, e de como realiza e processa cada aprendizagem construída.

No âmbito da educação infantil, quando trabalhada de maneira adequada pelos professores, ela possibilita e encoraja as crianças a explorar de maneira significativa suas habilidades. “Dentro de uma perspectiva que compreende a importância das crianças tomarem consciência de suas aprendizagens desde cedo, é possível ressaltar que para elas estarem aptas a tomar grandes decisões é necessário que os professores estejam preparados e em suas práticas pedagógicas estejam referenciados a lecionar com atitudes metacognitivas, sendo esse um passo importante ao facilitar o processo de amadurecimento de seus posicionamentos”, comenta a especialista.

Segundo Ana Regina, essas crianças ingressam na escola com um conhecimento prévio de mundo e das relações estabelecidas com os seus pares. E a partir daí que os professores devem se dedicar a desenvolver a metacognição em sala, fazendo isso o docente auxilia na construção de uma aprendizagem consciente e controlada, nas quais pode ser visível o significado de cada decisão.

Quando a professora ou professor acompanham a aprendizagem da criança, mediando este processo, favorecem um ensino voltado à construção da autonomia de sentido e significado das informações, assim como a autoconfiança por parte de quem aprende. “A criança quando revela suas habilidades e limitações, também demonstra para o professor/professora em sala de aula os aspectos que precisam ser mais elaborados para que o seu desenvolvimento e aprendizagem aconteçam significativamente”, explica.

No entanto, a psicopedagoga alerta que uma das dificuldades presentes em sala de aula, é o tempo disponível para esse trabalho, o que acaba não possibilitando que o desenvolvimento da metacognição aconteça diariamente. “O professor/professora em sua prática, por vezes, está direcionado ao papel de manter a criança em determinada tarefa, sem a preocupação de observá-la mais de perto e verificar se ela está ativa em sua aprendizagem”, completa.

Para finalizar, Ana Regina lembra que a presença da metacognição como atitude docente é primordial para a diferença em sala de aula. O exercício metacognitivo favorece uma ação voltada tanto ao processo como ao resultado das aprendizagens. É o início de um movimento em direção a uma prática pedagógica reflexiva, autônoma e de qualidade.

   

Capital de giro: o que é e como funciona

 

Campanha de Mães e Namorados do Canoas Shopping sorteia viagens para o Chile, Peru e Cruzeiros pela costa brasileira.

Dentro do objetivo de fortalecer ainda mais o Dia das Mães e o Dia dos Namorados, de 27 de abril a 12 de junho, o Canoas Shopping realiza a promoção Amor na Bagagem, que premia seus consumidores com duas viagens para duas pessoas com destino ao Peru, duas viagens também com acompanhante para o Chile e dois cruzeiros para duas pessoas pela costa brasileira, totalizando 12 contemplados entre ganhadores e acompanhantes.

Segundo Haidée Höfs, Superintendente do Canoas Shopping, a ideia de unificar os esforços promocionais das duas datas mais importantes do primeiro semestre foi posta em prática pela primeira vez no ano passado com grande sucesso. “Com isso ampliamos o período da campanha para criar um evento ainda mais forte, dando seu prazo maior para que os clientes possam concorrer”, conclui Höfs.

Para participar basta trocar por cupons as notas fiscais das compras feitas nas lojas do Canoas Shopping durante o período da promoção, de 27/04 a 12/06. Cada R$ 200,00 dará direito a um cupom. As trocas podem ser feitas no balcão de trocas localizado na Praça das Palmeiras, no segundo piso do Canoas Shopping de segundas a sábados, das 10h às 22h, e domingos e feriados, das 11h30 às 22h, exceto no dia 01/05, data em que o balcão de trocas não irá funcionar.

Os sorteios da promoção Amor na Bagagem serão realizados às 17h dos dias 16 de maio, 30 de maio e 13 de junho, junto ao balcão de trocas.

Os prêmios serão dados em créditos de cartão de agência de viagens, com valores correspondentes aos destinos contemplados. As formas de utilização podem ser consultadas no regulamento completo que estará disponível no site www.canoasshopping.com.br durante o período da campanha. Promoção autorizada pela Caixa Federal, certificado de autorização nº (6-5701/2018).

Horário do balcão de trocas:

De 27 de abril a 12 de junho, de segundas a sábados: das 10h às 22h.

Domingos e feriados: das 11h30 às 22h, exceto dia 01/05, que o balcão de trocas não irá funcionar.

Datas dos sorteios:

16/05 às 17h – dois sorteios de uma viagem com acompanhante para o Chile;

30/05 às 17h – dois sorteios de uma viagem com acompanhante para o Peru;

13/06 às 17h – dois sorteios de um cruzeiro com acompanhante pela costa brasileira.

Última atualização ( Sex, 27 de Abril de 2018 09:53 )
 

Carreira de mentoring: assunto em alta

 

Você sabe o que é mentoring? O assunto vem registrando aumento no interesse do público e atraindo pessoas que desejam desenvolver uma carreira na área. Karen Waechter, profissional com 20 anos de atuação e mais de 1.300 pessoas atendidas, esclarece as principais dúvidas sobre o assunto e a diferença entre coach e mentoria.
Na semana em que o famoso empresário Eike Batista recebeu sua primeira turma de mentoria, assunto noticiado na imprensa brasileira, muitas pessoas começaram a buscar informações sobre o que é esta carreira. Para se ter uma ideia, o termo mentoring, que registrava 13 pontos nos interesses de pesquisa na internet no final de 2017, conforme a ferramenta Google Trends, saltou para 61 pontos em abril de 2018. As consultas sobre o significado de mentoring registraram uma ascensão de mais de 60%, também de acordo com o Google Trends, serviço que mostra os termos mais pesquisados no Google no decorrer do tempo. E as palavras “coaching e mentoring” registram uma ascensão de 200% nos últimos 90 dias.
A gaúcha Karen Waechter, mentoring que já atendeu a 1.314 pessoas ao longo de 20 anos de carreira, tem um vasto currículo como docente, palestrante, autora de livros, artigos publicados em revistas científicas e veículos de imprensa, além de ser mestre em Direção de Recursos Humanos, especialista em Planejamento e Gestão Estratégica, EAD e Novas Tecnologias e graduada em Processos Gerenciais, acredita que as notícias sobre nova carreira de Eike Batista podem despertar ainda mais interesse das pessoas sobre mentoring. Porém, teme, a imagem já desgastada do famoso empresário, apesar de seu sucesso financeiro, tem o potencial de lançar desconfianças sobre a seriedade dos profissionais de mentoria. “Mas, se ele está fazendo, é porque existe mercado”, avalia.
O que é preciso para ser um mentor?
Conforme explica, para ser mentoring, legalmente não é necessário um registro profissional nem uma formação acadêmica ou cursos de extensão em específico. Para exercer a função, é necessário ter experiência em uma área para guiar um mentorado para obtenção de resultados, além de conhecer ferramentas que possam ajudá-lo a atingir metas. Entretanto, Karen enfatiza que o ideal é que o aspirante a uma carreira de mentoring tenha formações básicas na área em que pretende atuar. “O mentoring é um guia, um mestre com vasta experiência profissional compartilhada de forma estratégica”, pontua.
Karen esclarece que a técnica inclui conversas e debates sobre o assuntos que precisa de avanços. “É uma ferramenta que foca na relação, em que o mentor capta as características do mentorado e as potencializa através de estratégias que otimizem a melhoria dos resultados”, afirma. Ela enfatiza que o método é importante em muitas áreas, como  educação, política, empresarial e  recursos humanos.
Sempre atenta ao planejamento, que muda de acordo com a resposta do mentorado, Karen esclarece que seu modo de trabalho consiste em acompanhar o crescimento e a superação do cliente diante do que antes era uma dificuldade. “À medida que a pessoa evolui, as técnicas são revisadas e adaptadas à nova realidade conquistada através mentoria. A pessoa se sente mais feliz e confiante. O resultado tem reflexos em muitos aspectos, desde a satisfação profissional e financeira até a saúde da pessoa", explica a mentoring.
Mentoring ou coaching? Entenda as diferenças
Quando se fala em mentoria, pressupõe-se que o profissional tenha uma trajetória com êxitos e formação específica ou multidisciplinar. “Através de sua expertise, ela vai guiar uma pessoa, o mentorado”, diz. Como exemplo, cita o caso de alguém que queira iniciar atividades nas redes sociais. O coach vai fazer perguntas e avaliar as respostas para ver se a pessoa realmente está preparada para começar. O mentoring, na mesma situação, vai traçar um plano, fazer treinamentos e estimular (e até “cobrar”) o cliente até atingir os resultados.
Outra diferença elementar está na duração do processo. No coaching, a duração é de 12 sessões, enquanto na mentoria a duração depende das metas pessoais e do ritmo de cada pessoa. “A mentoria usa de ferramentas do coach para alcançar objetivos. Os dois têm a função de auxiliar no estabelecimento de objetivos ou acompanhar resultados, porém o coach tem mais foco nas ferramentas”, esclarece. Para ser um coach, exige-se menos bagagem de mercado e a formação pode se dar a partir de um curso de menor duração.
“Não creio que um seja melhor do que o outro, mas sim mais adequado para as necessidades de cada pessoa”, diz. Para quem tem dúvidas sobre qual profissional escolher, ela aconselha pesquisar bastante, conversar com coachs e mentorings para buscar a melhor estratégia, que é individual. Muitas vezes, esclarece, pode ser um ótimo caminho desenvolver atividades com ambos.
Trajetória de Karen Waechter
“Eu costumo dizer que sou uma mentoring desde os meus nove anos de idade. Nessa época, eu já fazia palestras e atividades na igreja com crianças um pouco mais novas do que eu”, conta Karen. Já na vida profissional adulta, quando trabalhava dentro de empresas como coordenadora ou supervisora, ela desenvolvia treinamentos internos buscando guiar as pessoas para um próximo nível. “Isso sempre me acompanhou na minha trajetória. Então, posso dizer que eu sempre fui mentora de alguém”, afirma.
No início da sua formação acadêmica, a profissional também cursou sete semestres de Graduação em Psicologia. Embora não tenha concluído a faculdade, nem tenha desenvolvido a prática clínica ou usar métodos exclusivos dos psicólogos, Karen acredita que os conhecimentos adquiridos são muito válidos na atividade que desenvolve hoje, já que lhe permite detectar perfis e apontar aos seus mentorados como eles podem evoluir.
Em 2012, quando iniciou oficialmente na carreira de mentoring, ela já ouvia de amigos e, em especial de uma amiga coach, que ela deveria se dedicar a um talento natural: ajudar pessoas a desenvolverem suas potencialidades e, através do empreendedorismo, alcançar seus objetivos pessoais. “Eu falei para esta minha amiga que não queria ser coach e ela me disse: não precisa, pois tu já és uma mentoring”, relembra.
Karen afirma que sua maior preocupação é com os resultados obtidos pelos clientes. “Meu business é o sucesso dos meus clientes e ver que eles conseguem se desenvolver, melhorando suas vidas através de treinamentos, conhecimentos e perspectivas de metas é muito gratificante”, diz.

 

Você sabe o que é mentoring? O assunto vem registrando aumento no interesse do público e atraindo pessoas que desejam desenvolver uma carreira na área. Karen Waechter, profissional com 20 anos de atuação e mais de 1.300 pessoas atendidas, esclarece as principais dúvidas sobre o assunto e a diferença entre coach e mentoria.

Na semana em que o famoso empresário Eike Batista recebeu sua primeira turma de mentoria, assunto noticiado na imprensa brasileira, muitas pessoas começaram a buscar informações sobre o que é esta carreira. Para se ter uma ideia, o termo mentoring, que registrava 13 pontos nos interesses de pesquisa na internet no final de 2017, conforme a ferramenta Google Trends, saltou para 61 pontos em abril de 2018. As consultas sobre o significado de mentoring registraram uma ascensão de mais de 60%, também de acordo com o Google Trends, serviço que mostra os termos mais pesquisados no Google no decorrer do tempo. E as palavras “coaching e mentoring” registram uma ascensão de 200% nos últimos 90 dias.

A gaúcha Karen Waechter, mentoring que já atendeu a 1.314 pessoas ao longo de 20 anos de carreira, tem um vasto currículo como docente, palestrante, autora de livros, artigos publicados em revistas científicas e veículos de imprensa, além de ser mestre em Direção de Recursos Humanos, especialista em Planejamento e Gestão Estratégica, EAD e Novas Tecnologias e graduada em Processos Gerenciais, acredita que as notícias sobre nova carreira de Eike Batista podem despertar ainda mais interesse das pessoas sobre mentoring. Porém, teme, a imagem já desgastada do famoso empresário, apesar de seu sucesso financeiro, tem o potencial de lançar desconfianças sobre a seriedade dos profissionais de mentoria. “Mas, se ele está fazendo, é porque existe mercado”, avalia.

O que é preciso para ser um mentor?

Conforme explica, para ser mentoring, legalmente não é necessário um registro profissional nem uma formação acadêmica ou cursos de extensão em específico. Para exercer a função, é necessário ter experiência em uma área para guiar um mentorado para obtenção de resultados, além de conhecer ferramentas que possam ajudá-lo a atingir metas. Entretanto, Karen enfatiza que o ideal é que o aspirante a uma carreira de mentoring tenha formações básicas na área em que pretende atuar. “O mentoring é um guia, um mestre com vasta experiência profissional compartilhada de forma estratégica”, pontua.

Karen esclarece que a técnica inclui conversas e debates sobre o assuntos que precisa de avanços. “É uma ferramenta que foca na relação, em que o mentor capta as características do mentorado e as potencializa através de estratégias que otimizem a melhoria dos resultados”, afirma. Ela enfatiza que o método é importante em muitas áreas, como  educação, política, empresarial e  recursos humanos.

Sempre atenta ao planejamento, que muda de acordo com a resposta do mentorado, Karen esclarece que seu modo de trabalho consiste em acompanhar o crescimento e a superação do cliente diante do que antes era uma dificuldade. “À medida que a pessoa evolui, as técnicas são revisadas e adaptadas à nova realidade conquistada através mentoria. A pessoa se sente mais feliz e confiante. O resultado tem reflexos em muitos aspectos, desde a satisfação profissional e financeira até a saúde da pessoa", explica a mentoring.

Mentoring ou coaching? Entenda as diferenças

Quando se fala em mentoria, pressupõe-se que o profissional tenha uma trajetória com êxitos e formação específica ou multidisciplinar. “Através de sua expertise, ela vai guiar uma pessoa, o mentorado”, diz. Como exemplo, cita o caso de alguém que queira iniciar atividades nas redes sociais. O coach vai fazer perguntas e avaliar as respostas para ver se a pessoa realmente está preparada para começar. O mentoring, na mesma situação, vai traçar um plano, fazer treinamentos e estimular (e até “cobrar”) o cliente até atingir os resultados.

Outra diferença elementar está na duração do processo. No coaching, a duração é de 12 sessões, enquanto na mentoria a duração depende das metas pessoais e do ritmo de cada pessoa. “A mentoria usa de ferramentas do coach para alcançar objetivos. Os dois têm a função de auxiliar no estabelecimento de objetivos ou acompanhar resultados, porém o coach tem mais foco nas ferramentas”, esclarece. Para ser um coach, exige-se menos bagagem de mercado e a formação pode se dar a partir de um curso de menor duração.

“Não creio que um seja melhor do que o outro, mas sim mais adequado para as necessidades de cada pessoa”, diz. Para quem tem dúvidas sobre qual profissional escolher, ela aconselha pesquisar bastante, conversar com coachs e mentorings para buscar a melhor estratégia, que é individual. Muitas vezes, esclarece, pode ser um ótimo caminho desenvolver atividades com ambos.

Trajetória de Karen Waechter

“Eu costumo dizer que sou uma mentoring desde os meus nove anos de idade. Nessa época, eu já fazia palestras e atividades na igreja com crianças um pouco mais novas do que eu”, conta Karen. Já na vida profissional adulta, quando trabalhava dentro de empresas como coordenadora ou supervisora, ela desenvolvia treinamentos internos buscando guiar as pessoas para um próximo nível. “Isso sempre me acompanhou na minha trajetória. Então, posso dizer que eu sempre fui mentora de alguém”, afirma.

No início da sua formação acadêmica, a profissional também cursou sete semestres de Graduação em Psicologia. Embora não tenha concluído a faculdade, nem tenha desenvolvido a prática clínica ou usar métodos exclusivos dos psicólogos, Karen acredita que os conhecimentos adquiridos são muito válidos na atividade que desenvolve hoje, já que lhe permite detectar perfis e apontar aos seus mentorados como eles podem evoluir.

Em 2012, quando iniciou oficialmente na carreira de mentoring, ela já ouvia de amigos e, em especial de uma amiga coach, que ela deveria se dedicar a um talento natural: ajudar pessoas a desenvolverem suas potencialidades e, através do empreendedorismo, alcançar seus objetivos pessoais. “Eu falei para esta minha amiga que não queria ser coach e ela me disse: não precisa, pois tu já és uma mentoring”, relembra.

Karen afirma que sua maior preocupação é com os resultados obtidos pelos clientes. “Meu business é o sucesso dos meus clientes e ver que eles conseguem se desenvolver, melhorando suas vidas através de treinamentos, conhecimentos e perspectivas de metas é muito gratificante”, diz.

 
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