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Disfunção erétil e a pornografia na era digital

 

Quase sem custo, sempre disponível e para os mais variados desejos, a pornografia na era digital faz a alegria de muitos marmanjos. No entanto, segundo alguns especialistas em sexualidade, nem tudo são flores! É crescente o número de viciados em conteúdo pornô e na masturbação. Fato que acarreta sérias dificuldades para jovens e adultos. Os mais suscetíveis a desenvolver dependência são os jovens, esses já chamados de autossexuais – pessoas para quem o prazer com o sexo solitário é maior do que o proporcionado pelo método, digamos, tradicional.
"Eles começam a atividade sexual sem parceria, na masturbação, em frente a um vídeo no qual escolhem tipo físico e idade de todas as variedades imagináveis. Isso é muito sedutor", explica o médico Sérgio Iankowski, especialista em andrologia e autor do livro Ereção e Falha, Falhou Por Quê?.
- Os meninos aprendem muito na internet, o que não é didático, porque são corpos e posições irreais, atividades sexuais mais agressivas que a média. Parte deles enfrenta perda do desejo sexual e disfunções, como falta de ereção ou ejaculação, e muitos têm uma visão distorcida sobre o próprio corpo ou desempenho sexual. Isolamento e insatisfação nos relacionamentos também são relatados nos consultórios", acrescenta o médico.
É importante ressaltar que não são todos os jovens conectados que correm risco de dependência. "Há aqueles que assistem hoje, se masturbam e não voltam amanhã", diz Iankowski. Entre os sinais de alerta estão a angústia em relação ao uso e a restrição da capacidade de interação. "Se o indivíduo não se incomoda, paciência", diz.
Para o médico, nos casos em que a situação sai do controle uma única conversa com um especialista pode ser suficiente. "Sexo é para ser uma boa experiência. Se não for, ou tem algo diferente em mim ou preciso aprender alguma coisa", pontua.
Pornografia aumenta o risco de divórcio
Pesquisa recente, feita por cientistas da Universidade de Oklahoma (EUA), sugeriu que a pornografia aumenta o risco de divórcio, principalmente entre os jovens, que tendem a assistir com mais frequência e têm casamentos menos estáveis.
Sérgio Iankowski afirma, no entanto, que não é possível fazer uma relação direta entre o consumo de pornô e o divórcio. "O acesso à pornografia pode ser um sintoma de que algo na relação sexual desse casal não estava satisfatório antes", complementa.

 

Última atualização ( Sex, 14 de Outubro de 2016 18:31 )
 

10 Dicas para a mulher dar a volta por cima

O câncer de mama é a doença mais temida pelas mulheres, devido sua gravidade, evolução imprevisível e mutilação, que causa significativas alterações na autoimagem da mulher. Receber o diagnóstico de câncer de mama é uma notícia devastadora, causando forte impacto na vida pessoal e profissional.

O mês de outubro, conhecido como “Outubro Rosa”, movimento popular internacionalmente conhecido e comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades, com participação de celebridades.

Andrea Deis, gestora empresarial pela FGV,  fala sobre como a mulher pode superar o trauma da doença, dar a volta por cima e se sentir bonita, alegre e competente no mercado trabalho.

Para ela,  o “Outubro Rosa” é mais do que uma lembrança ou um marco, é uma reflexão para a mulher poder se observar fisicamente. A vida moderna afasta a mulher do espelho, de cuidados e olhares para o corpo e para o emocional. A mulher vem assumindo cada vez mais um espaço no mundo corporativo e representatividade no orçamento do lar e da família. Vem adquirindo direitos, mas também deveres que as afastam de si mesmas. “A mulher é mãe, amante, namorada, vó, essencialmente mulher” diz Andrea.

A mulher quer e gosta de ser amada, acolhida, querida, cuidada, lembrada, e hoje ela oferece todas essas virtudes para e no ambiente de trabalho, mas não consegue se priorizar. “A mulher tem encarado uma carga de “mulher maravilha”, tudo posso, até que adoeço”.

Porém, quando a doença chega, muitas vezes tão silenciosa e inoportuna que a mulher não dá atenção a ela, assim leva centenas de mulheres e deixa outras mulheres com autoestima afetada, cansada, com autoconfiança abalada e feminilidade afetada e o sentimento de incapacidade e dor. Dor clínica e dor emocional, dor do arrependimento e agora do cuidado, sentimentos que se confundem, mas que trazem o entendimento que se precisa aprender. “Que este não seja o “OUTUBRO ROSA”, e sim o “ANO ROSA”, o ano capaz de dar um novo significado a mulher brasileira, que seja o resgate da sua essência, o olhar para o espelho” pondera Deis.

DICAS PARA SUPERAR CRISES E TRAUMAS E SER UMA PESSOA RESILIENTE NA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL:

  1. Escolha por viver;
  2. Escolha por você;
  3. Olhe para o mundo a sua volta;
  4. Consagre as coisas que conquistou;
  5. Celebre seus dias, dia-a-dia;
  6. Se cair, se levante;
  7. Se doer, chore;
  8. Se chorar, agradeça por estar viva;
  9. Siga seu tratamento, mas também sua rotina; e,
  10. Se cansar, não se desanime porque viver é uma escolha. E, a vida é uma só!

Mais sobre Andrea Deis:

Gestora Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, Master Coach com mais de 15.000 hs de atendimento, Pedagoga, Palestrante, Orientadora Vocacional,  Atuando ativamente na construção de carreiras e consultoria estratégica, tática e operacional

Última atualização ( Qui, 13 de Outubro de 2016 15:14 )
 

Como realçar a beleza da pele negra

Cada tom de pele possui suas características próprias e demanda cuidados específicos para manter a beleza e saúde. A pele negra, por exemplo, é mais propensa ao aparecimento de manchas, por conta da alta concentração de melanina e também pode sofrer mais com a oleosidade. Mas um engano comum entre muitas mulheres é pensar que, por ela ser mais resistente, não exige atenção.

make up artist Thayane Sant’Anna explica que o ideal é conhecer bem o seu tipo de pele e buscar produtos que sejam adequados. “A cútis morena e negra pode apresentar todos os tipos, mas sendo o mais comum o oleoso, indico o uso de cosméticos com composição mais leve, em consistência de gel, por exemplo”, afirma. A profissional recomenda realizar limpeza pelo menos duas vezes ao dia, com produtos não oleosos e que não favoreçam o surgimento de acne. É importante, ainda, fazer esfoliação uma vez por semana para eliminar as células mortas.

Para escolher a maquiagem, também é preciso seguir alguns critérios, para garantir um resultado final incrível. “Como em todos os tipos de pele é fundamental realizar a higienização com um tônico de boa qualidade, antes de começar a se maquiar. Feito isso, aplica-se o primer para ‘segurar’ a maquiagem”, orienta Thayane. No momento de escolher a base, a especialista ensina a dar a preferência as que tenham o fundo avermelhado e que sejam do mesmo tom do colo da mulher. Já para o corretivo, optar pelo de cor amarela para amenizar as olheiras e, em seguida, aplicar um que tenha o mesmo tom da pele. O pó, para finalizar a cobertura, deve ser no tom mais próximo da pele, sem deixar excesso para não ficar marcado.

A pele negra já possui um brilho natural que realça ainda mais o blush, são indicados os tons de marrom e dourado para o dia a dia, que ficam mais suaves e naturais. O rosa queimado e o terracota também ficam lindos e ainda conferem um ar de pele saudável.  Segundo Thayane, os iluminadores também são ótimos para realçar a maquiagem. “Indico as opções com partículas douradas e bronzeadas, sempre nas pontas, nas laterais, entre os olhos e a bochecha. Na altura do blush aproximadamente, para dar um up no make”.

A profissional aconselha a escolha de sombras de cores como marrom escuro, preto e tons terracota, sempre esfumando para um ar mais leve. Os tons mais claros, se usados de maneira correta e sem exageros, podem ressaltar a beleza dos olhos. Para os lábios, os tons de nude puxados para o rosa ou marro ficam ótimos, se deseja uma maquiagem mais leve. Mas os tons mais escuros como os vermelhos puxados para o cereja, também podem garantir um look de arrasar. “Eu sempre digo que, em primeiro lugar, a maquiagem deve ter como objetivo deixar a mulher mais feliz e valorizar sua autoestima. Por isso, o mais importante é que ela se sinta à vontade e linda”, finaliza Thayane.

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Dívidas deixam 66% dos inadimplentes deprimidos e 17% recorrem a algum vício para lidar com a ansiedade

Dívidas deixam 66% dos inadimplentes deprimidos e 17% recorrem a algum vício para lidar com a ansiedade, revela SPC Brasil
44% sentem vergonha por estarem devendo, 40% têm dificuldade para dormir e 16% não se concentram no trabalho; três em cada dez devedores ouvem comentários de que gastam demais
Não é só o bolso que sai prejudicado quando o consumidor deixa de pagar as contas. Dívidas em excesso também podem ocasionar uma série de problemas emocionais e físicos, como ansiedade, angústia, alterações no apetite, dificuldades no relacionamento pessoal e até para pegar no sono. A conclusão é de um levantamento nacional realizado apenas com consumidores que têm contas em atraso há mais de 90 dias pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com o levantamento, dois em cada três (65,6%) inadimplentes se sentem deprimidos, tristes e desanimados por estarem devendo e 16,8% reconhecem que por não conseguirem pagar as contas, passaram a descontar a ansiedade em algum vício, como cigarro, comida ou álcool, sobretudo as pessoas das classes C, D e E (17,5%).
A pesquisa revela que em muitos casos a inadimplência altera negativamente o estado emocional dos consumidores, atingindo até mesmo a vida profissional e a saúde dos entrevistados. Depois que entraram na lista de devedores, seis em cada dez (57,8%) inadimplentes admitem que ficaram com a autoestima mais baixa. Outros sentimentos que a maioria dos inadimplentes passaram a desenvolver em algum grau foram a insegurança em não conseguir pagar as dívidas (69,6%), angústia (61,8%), ansiedade (59,8%) e estresse (57,6%).  Quatro em cada dez inadimplentes (43,9%) sentem-se envergonhados perante a família e amigos por estarem nessa situação e 42,5% demonstram um alto grau de preocupação com as dívidas.
47% dos inadimplentes ficam irritados facilmente e 40% sofrem de insônia
Da mesma forma, o humor de boa parte dos entrevistados é impactado pelo endividamento, causando abalos na vida social. Os principais efeitos incluem ficar facilmente irritado (47,2%) ou mal-humorado (45,8%), além de ter menos vontade de sair e socializar com outras pessoas (42,2%). A pesquisa também detectou que alguns devedores acabam apresentando comportamentos distintos. Enquanto uns sentem dificuldades para dormir (39,7%) e maior vontade de comer (21,4%), outros acabam desenvolvendo atitudes opostas, como perda de apetite (24,9%) e vontade fora do normal de dormir (20,6%), comprovando que as dívidas em atraso muitas vezes trazem prejuízos para o corpo e para a mente de quem está devendo.
“O estado emocional do devedor também interfere no modo como ele lida com suas finanças. Sentimentos como perda de sono, irritação, baixa autoestima e falta de concentração podem potencializar os problemas, dificultando ainda mais o processo de saída do endividamento. Uma solução para esses casos é buscar ajuda. Para lidar com as finanças, é preciso muita racionalidade e ponderação para compreender a situação das dívidas e as melhores estratégias para quitá-las”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
A pesquisa mostra ainda que as dívidas afetam o ambiente profissional e o relacionamento social e familiar: 15,9% das pessoas que têm contas em atraso afirmaram ter ficado desatentas e pouco produtivas no trabalho ou nos estudos, enquanto 12,6% têm estado mais nervosos, cometendo agressões verbais a familiares e amigos e 7,6% já partiram até mesmo para agressões físicas.
39% fazem compras por impulso e 28% ouvem comentários de que compram demais
A pesquisa demonstra que a origem da inadimplência e, consequentemente, dessas alterações comportamentais, está frequentemente relacionada a falta de autocontrole na hora de consumir e de planejamento financeiro. Quatro em cada dez (39,2%) consumidores inadimplentes têm o hábito de fazer compras por impulso, sobretudo as mulheres (43,1%). Isso faz com que mais de um terço (34,2%) das pessoas que têm dívidas em atraso viva fora do seu real padrão de vida, adquirindo produtos que superam a sua capacidade de pagamento.
Para alguns inadimplentes é difícil resistir a vontade de consumir, mesmo que para isso deixe de honrar compromissos financeiros. De acordo com o levantamento, 27,9% dos brasileiros com contas em atraso admitem, eventualmente, deixar de pagar alguma conta quando sentem vontade de comprar determinado produto. E esse consumo em excesso não passa batido pelas pessoas do círculo de convívio dos inadimplentes: 27,7% dos entrevistados disseram que ouvem comentários de amigos, familiares e conhecidos sobre as compras que faz. Ainda que eventualmente, a pesquisa descobriu que 22,9% dos inadimplentes escondem suas compras para evitar brigas na família - sobretudo as mulheres, com 26,3% de menções. Para 21,3% das pessoas ouvidas, a forma como gastam o dinheiro é motivo de brigas frequentes dentro da própria casa.
“A falta de autocontrole sobre os desejos de consumo, aliada ao desconhecimento dos limites do próprio orçamento, faz com que a pessoa exagere nas compras e acabe perdendo a noção dos gastos. O primeiro passo para evitar essa armadilha, portanto, é saber exatamente o quanto se pode gastar a cada mês com itens não essenciais, sem incorrer em desequilíbrio financeiro. Assim fica mais fácil racionalizar e resistir aos impulsos consumistas”, afirma o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.
38% dos inadimplentes não controlam gastos com saídas para bares e restaurantes e 67% deixam de poupar para o futuro
Na média, 37,1% dos inadimplentes entrevistados apresentam comportamentos inadequados com relação às práticas financeiras e 39,7% não sabem exatamente quanto tem para gastar do orçamento a cada mês. Quase um quarto (24,1%) dos entrevistados não costumam pesquisar preços e 22,8% não fazem um planejamento antes de realizar uma compra.
A pesquisa revela que muitos entrevistados não controlam seus gastos com lazer: 38,0% dos inadimplentes admitem perder a noção, ainda que algumas vezes, do quanto gastam com saídas a bares, restaurantes e festas, fazendo com que o orçamento fique extrapolado - índice que sobe para 48,9% entre os mais jovens.
Com tanto gasto sem planejamento, também não sobra tempo para pensar no amanhã. Seis em cada dez (66,6%) inadimplentes não têm o hábito de guardar dinheiro pensando no futuro e 80,2% deles não contam com uma poupança ou reserva financeira para realizar sonhos de consumo, como carro, viagens e casa própria.
Apesar de estarem com as contas atrasadas, 84,1% dos inadimplentes reconhecem que ter o nome limpo é um dos bens mais preciosos que uma pessoa pode ter.
Metodologia
A pesquisa ouviu 602 consumidores inadimplentes de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de 4,0 pontos percentuais com margem de confiança a 95%.

Não é só o bolso que sai prejudicado quando o consumidor deixa de pagar as contas. Dívidas em excesso também podem ocasionar uma série de problemas emocionais e físicos, como ansiedade, angústia, alterações no apetite, dificuldades no relacionamento pessoal e até para pegar no sono. A conclusão é de um levantamento nacional realizado apenas com consumidores que têm contas em atraso há mais de 90 dias pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com o levantamento, dois em cada três (65,6%) inadimplentes se sentem deprimidos, tristes e desanimados por estarem devendo e 16,8% reconhecem que por não conseguirem pagar as contas, passaram a descontar a ansiedade em algum vício, como cigarro, comida ou álcool, sobretudo as pessoas das classes C, D e E (17,5%).

A pesquisa revela que em muitos casos a inadimplência altera negativamente o estado emocional dos consumidores, atingindo até mesmo a vida profissional e a saúde dos entrevistados. Depois que entraram na lista de devedores, seis em cada dez (57,8%) inadimplentes admitem que ficaram com a autoestima mais baixa. Outros sentimentos que a maioria dos inadimplentes passaram a desenvolver em algum grau foram a insegurança em não conseguir pagar as dívidas (69,6%), angústia (61,8%), ansiedade (59,8%) e estresse (57,6%).  Quatro em cada dez inadimplentes (43,9%) sentem-se envergonhados perante a família e amigos por estarem nessa situação e 42,5% demonstram um alto grau de preocupação com as dívidas.

47% dos inadimplentes ficam irritados facilmente e 40% sofrem de insônia

Da mesma forma, o humor de boa parte dos entrevistados é impactado pelo endividamento, causando abalos na vida social. Os principais efeitos incluem ficar facilmente irritado (47,2%) ou mal-humorado (45,8%), além de ter menos vontade de sair e socializar com outras pessoas (42,2%). A pesquisa também detectou que alguns devedores acabam apresentando comportamentos distintos. Enquanto uns sentem dificuldades para dormir (39,7%) e maior vontade de comer (21,4%), outros acabam desenvolvendo atitudes opostas, como perda de apetite (24,9%) e vontade fora do normal de dormir (20,6%), comprovando que as dívidas em atraso muitas vezes trazem prejuízos para o corpo e para a mente de quem está devendo.

“O estado emocional do devedor também interfere no modo como ele lida com suas finanças. Sentimentos como perda de sono, irritação, baixa autoestima e falta de concentração podem potencializar os problemas, dificultando ainda mais o processo de saída do endividamento. Uma solução para esses casos é buscar ajuda. Para lidar com as finanças, é preciso muita racionalidade e ponderação para compreender a situação das dívidas e as melhores estratégias para quitá-las”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

A pesquisa mostra ainda que as dívidas afetam o ambiente profissional e o relacionamento social e familiar: 15,9% das pessoas que têm contas em atraso afirmaram ter ficado desatentas e pouco produtivas no trabalho ou nos estudos, enquanto 12,6% têm estado mais nervosos, cometendo agressões verbais a familiares e amigos e 7,6% já partiram até mesmo para agressões físicas.

39% fazem compras por impulso e 28% ouvem comentários de que compram demais

A pesquisa demonstra que a origem da inadimplência e, consequentemente, dessas alterações comportamentais, está frequentemente relacionada a falta de autocontrole na hora de consumir e de planejamento financeiro. Quatro em cada dez (39,2%) consumidores inadimplentes têm o hábito de fazer compras por impulso, sobretudo as mulheres (43,1%). Isso faz com que mais de um terço (34,2%) das pessoas que têm dívidas em atraso viva fora do seu real padrão de vida, adquirindo produtos que superam a sua capacidade de pagamento.

Para alguns inadimplentes é difícil resistir a vontade de consumir, mesmo que para isso deixe de honrar compromissos financeiros. De acordo com o levantamento, 27,9% dos brasileiros com contas em atraso admitem, eventualmente, deixar de pagar alguma conta quando sentem vontade de comprar determinado produto. E esse consumo em excesso não passa batido pelas pessoas do círculo de convívio dos inadimplentes: 27,7% dos entrevistados disseram que ouvem comentários de amigos, familiares e conhecidos sobre as compras que faz. Ainda que eventualmente, a pesquisa descobriu que 22,9% dos inadimplentes escondem suas compras para evitar brigas na família - sobretudo as mulheres, com 26,3% de menções. Para 21,3% das pessoas ouvidas, a forma como gastam o dinheiro é motivo de brigas frequentes dentro da própria casa.

“A falta de autocontrole sobre os desejos de consumo, aliada ao desconhecimento dos limites do próprio orçamento, faz com que a pessoa exagere nas compras e acabe perdendo a noção dos gastos. O primeiro passo para evitar essa armadilha, portanto, é saber exatamente o quanto se pode gastar a cada mês com itens não essenciais, sem incorrer em desequilíbrio financeiro. Assim fica mais fácil racionalizar e resistir aos impulsos consumistas”, afirma o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

38% dos inadimplentes não controlam gastos com saídas para bares e restaurantes e 67% deixam de poupar para o futuro

Na média, 37,1% dos inadimplentes entrevistados apresentam comportamentos inadequados com relação às práticas financeiras e 39,7% não sabem exatamente quanto tem para gastar do orçamento a cada mês. Quase um quarto (24,1%) dos entrevistados não costumam pesquisar preços e 22,8% não fazem um planejamento antes de realizar uma compra.

A pesquisa revela que muitos entrevistados não controlam seus gastos com lazer: 38,0% dos inadimplentes admitem perder a noção, ainda que algumas vezes, do quanto gastam com saídas a bares, restaurantes e festas, fazendo com que o orçamento fique extrapolado - índice que sobe para 48,9% entre os mais jovens.

Com tanto gasto sem planejamento, também não sobra tempo para pensar no amanhã. Seis em cada dez (66,6%) inadimplentes não têm o hábito de guardar dinheiro pensando no futuro e 80,2% deles não contam com uma poupança ou reserva financeira para realizar sonhos de consumo, como carro, viagens e casa própria.

Apesar de estarem com as contas atrasadas, 84,1% dos inadimplentes reconhecem que ter o nome limpo é um dos bens mais preciosos que uma pessoa pode ter.

Metodologia

A pesquisa ouviu 602 consumidores inadimplentes de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de 4,0 pontos percentuais com margem de confiança a 95%.

 

Dia Mundial da Dislexia: um transtorno que afeta famosos e pessoas comuns

Em 10 de outubro, é o Dia Mundial da Dislexia. Trata-se de um transtorno neurogenético, hereditário, que leva crianças e jovens (4 a 7% da população) a apresentarem uma dificuldade de compreender, interpretar e memorizar conhecimentos por meio da leitura. Alguns famosos também possuem essa dificuldade, como, por exemplo, os atores Tom Cruise e Whoopi Goldberg, a cantora Cher, a escritora Agatha Christie e o físico Albert Einstein.

Segundo neuropediatra da Neuro Saber Dr. Clay Brites, os disléxicos costumam demorar mais para se alfabetizarem e não se interessam em se expressar, por meio de palavras, historinhas e fatos cotidianos.

O especialista relata que os pais sempre ficam preocupados quando os filhos apresentam grandes dificuldades de leitura e escrita, principalmente a partir dos 9 anos. A situação se torna inadmissível nessa idade se a criança for inteligente e viver em ideais condições socioculturais. “Antes da família entrar em pânico, é preciso compreender esse transtorno para poder superar esses problemas”.

Brites esclarece que é comum ocorrer trocas, inversões e/ou omissões de letras, confusões fonéticas pelos pequenos durante a alfabetização. Diz ainda que, geralmente, essas crianças possuem dificuldades em relação a nomeação de figuras ou cores e apresentam histórico de atraso na fala durante os primeiros cinco anos de vida.

- No entanto, não se trata de pessoas “sem conserto”. É possível intervir precocemente em “crianças de risco” antes de apresentarem grandes dificuldades na fase escolar. A remediação precoce já é amplamente aceita e vista como eficaz na literatura internacional e nacional desde a década de 90 - relata.

O profissional explica também que a intervenção precoce reduz os riscos em até 40% dos casos. Não existe tratamento curativo da dislexia. “Mas é possível realizar um manejo multidisciplinar com medicações, intervenções fonoaudiológicas e psicopedagógicas”.

Sobre a postura pedagógica das escolas, o neuropediatra reforça que a instituição de ensino deve promover mudanças. Essa preocupação fará com que as crianças disléxicas “possam se desenvolver sem sofrerem com crises de ansiedade e pânico em sala se colocadas para ler em público, por exemplo”.

- Há uma maior chance de repetência e evasão dessas crianças. Existe também o risco de doenças mentais, especialmente depressão, e de se envolverem com más companhias. Portanto, pais, fiquem atentos e acompanhem todo o desenvolvimento de seus filhos! – finaliza.

 

Dia Mundial da Dislexia: um transtorno que afeta famosos e pessoas comuns

Em 10 de outubro, é o Dia Mundial da Dislexia. Trata-se de um transtorno neurogenético, hereditário, que leva crianças e jovens (4 a 7% da população) a apresentarem uma dificuldade de compreender, interpretar e memorizar conhecimentos por meio da leitura. Alguns famosos também possuem essa dificuldade, como, por exemplo, os atores Tom Cruise e Whoopi Goldberg, a cantora Cher, a escritora Agatha Christie e o físico Albert Einstein.

Segundo neuropediatra da Neuro Saber Dr. Clay Brites, os disléxicos costumam demorar mais para se alfabetizarem e não se interessam em se expressar, por meio de palavras, historinhas e fatos cotidianos.

O especialista relata que os pais sempre ficam preocupados quando os filhos apresentam grandes dificuldades de leitura e escrita, principalmente a partir dos 9 anos. A situação se torna inadmissível nessa idade se a criança for inteligente e viver em ideais condições socioculturais. “Antes da família entrar em pânico, é preciso compreender esse transtorno para poder superar esses problemas”.

Brites esclarece que é comum ocorrer trocas, inversões e/ou omissões de letras, confusões fonéticas pelos pequenos durante a alfabetização. Diz ainda que, geralmente, essas crianças possuem dificuldades em relação a nomeação de figuras ou cores e apresentam histórico de atraso na fala durante os primeiros cinco anos de vida.

- No entanto, não se trata de pessoas “sem conserto”. É possível intervir precocemente em “crianças de risco” antes de apresentarem grandes dificuldades na fase escolar. A remediação precoce já é amplamente aceita e vista como eficaz na literatura internacional e nacional desde a década de 90 - relata.

O profissional explica também que a intervenção precoce reduz os riscos em até 40% dos casos. Não existe tratamento curativo da dislexia. “Mas é possível realizar um manejo multidisciplinar com medicações, intervenções fonoaudiológicas e psicopedagógicas”.

Sobre a postura pedagógica das escolas, o neuropediatra reforça que a instituição de ensino deve promover mudanças. Essa preocupação fará com que as crianças disléxicas “possam se desenvolver sem sofrerem com crises de ansiedade e pânico em sala se colocadas para ler em público, por exemplo”.

- Há uma maior chance de repetência e evasão dessas crianças. Existe também o risco de doenças mentais, especialmente depressão, e de se envolverem com más companhias. Portanto, pais, fiquem atentos e acompanhem todo o desenvolvimento de seus filhos! – finaliza.

 
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