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Meningite: maior incidência da doença é na infância1

A doença meningocócica pode levar a óbito em média uma pessoa a cada oito minutos no mundo, segundo estudo médico internacional.2 Geralmente ela se manifesta como meningite, que é uma infecção das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Uma outra forma mais grave da doença é uma infecção direto no sangue, chamada de meningococcemia.3

De acordo com Dr. Otávio Cintra, Diretor Médico de Vacinas da GSK Brasil, é de suma importância proteger as crianças no primeiro ano de vida. “É nesse período que elas são mais vulneráveis. O risco de doença meningocócica em crianças que ainda estão sendo amamentadas, que chamamos de lactentes, é três vezes maior que uma criança de um a quatro anos de idade e é seis vezes maior comparado a uma criança de cinco a nove anos de idade. ”1

Por isso a meningite é tema do mais recente vídeo da campanha “Avós da Experiência”- uma série criada pela GSK para conscientização de diversas doenças imunopreveníveis que podem acometer as crianças.

A doença meningocócica invasiva (DMI) é causada pela bactéria Neisseria meningitidis, que possui 12 sorogrupos diferentes. Atualmente, cinco destes sorogrupos (A, B, C, Y e W) são responsáveis por quase todos os casos de DMI no Brasil. Entretanto, a distribuição dos sorogupos é variável e pode mudar em um curto período de tempo, resultando em uma epidemiologia imprevisível. 3-6

Até o ano passado, a imunização para quatro tipos da bactéria (A, C, W e Y) só estava disponível no país para crianças acima de um ano de idade. Hoje, a indicação de faixa etária da vacina conjugada com o CRM 197 para os grupos ACWY, para uso pediátrico, é a partir dos 2 meses de idade e, também, para adolescentes e adultos.7,8 Em bebês de 2 a 6 meses de vida, são necessárias quatro dose da vacina, três doses da vacina como esquema primário, mais um reforço no segundo ano de vida.7,9 Já em crianças não vacinadas, com idades entre 7 e 23 meses, deve ser administrada em três doses, duas doses como esquema primário com uma dose de reforço no segundo ano de vida. Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos devem tomar uma dose única da vacina meningocócica conjugada com o CRM 197.7,9

Já a vacina para a proteção contra a doença meningocócica causada pelo meningococo B (MenB) é indicada para indivíduos dos dois meses aos 50 anos de idade10. Nos postos de saúde a vacinação apenas contra o meningococo C era gratuita para crianças com menos de 2 anos11, a partir de 2017 adolescentes de 12 a 13 anos também foram incluídos.12

Dados da Meningite

No Brasil, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde, em 2015 foram notificados cerca de 1.132 casos da doença, sendo que as regiões Sudeste e Sul apresentam os maiores números de notificações.13

Os sorogrupos B, C, W e Y continuam sendo os principais causadores da doença meningocócica no Brasil.13 Mas desde 2010 a frequência de meningite C diminuiu substancialmente no país, devido à implementação da vacina contra o patógeno meningococo C no Programa Nacional de Vacinação para crianças menores de 2 anos de idade14. Sendo assim, a Meningite B, proporcionalmente, tornou-se mais frequente em crianças menores de 5 anos de idade nos últimos anos.15

A doença meningocócica pode causar sequelas, incluindo dano cerebral, perda auditiva e amputações de membros. Mesmo quando a doença é diagnosticada precocemente e o tratamento adequado é iniciado, aproximadamente 23% dos pacientes acometidos vão a óbito no Brasil, geralmente, em 24 a 48 horas após o início dos sintomas.3,16,17

Avós da Experiência

A série de vídeos conta ainda com filmes sobre hepatite A, catapora, coqueluche, meningite, sarampo e caxumba. Todos eles abordam as formas de prevenção das principais doenças que podem acometer as crianças, usando como representação um núcleo familiar, em que os jovens pais recorrem à experiência das avós na hora de tirar dúvidas e pedir conselhos.

“A campanha visa a conscientização da população em relação a sintomas, formas de contágio e prevenção de algumas das doenças que podem ocorrer desde a infância. Na série os pais sempre contam com a experiência das queridas vovós, que hoje em dia estão super atualizadas, e usam e abusam da tecnologia para se informar”, conta Dr. Otávio.

Para ver o vídeo acesse https://www.youtube.com/watch?v=bhvAKVzj6O8.

Mais informações sobre doenças e vacinação no www.casadevacinasgsk.com.br. Procure seu médico.

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes do mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade da vida humana permitindo que pessoas façam mais, vivam melhor e por mais tempo. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Última atualização ( Qui, 16 de Março de 2017 11:35 )
 

72% dos casais brasileiros conversam sobre fantasias sexuais

Em tempos do lançamento do segundo filme da trilogia "50 tons de cinza", o que não falta é imaginação para as fantasias sexuais. E parece mesmo que as mulheres estão com a criatividade à flor da pele quando o assunto é esse. Por outro lado, o homens estão deixando um pouco a desejar na hora de realizar os desejos femininos. 

Essas foram as conclusões da pesquisa realizada pelo Instituto do Casal no final de 2016 revelou que 72% dos casais conversam sobre fantasias sexuais. Porém, nos comentários, cerca de 16% das mulheres destacaram que consideram o seu parceiro careta, moralista ou sem criatividade quando o assunto é fantasia sexual.

Segundo Marina Simas de Lima, psicóloga e especialista em sexualidade e terapia de casal, a maioria das pessoas tem frequentemente suas fantasias sexuais. “Podemos chamar as fantasias sexuais de “alimento” da libido, ou seja, do desejo sexual. Cada pessoa cria sua própria fantasia com aquilo que mais lhe excita, pois a imaginação não tem limites e oferece a liberdade de experimentar várias situações sexuais, mesmo que apenas na mente”, explica Marina.

“É interessante observar que muitas vezes uma fantasia sexual pode expressar o desejo por um determinado tipo de relação, por sexo anal, ou transar com mais pessoas ou até mesmo pela prática do sadomasoquismo, como no filme. Entretanto, na maioria das vezes, cumpre apenas a função de estimular o interesse pelo sexo", explica Marina.  

É importante ressaltar que quando um casal se sente à vontade para falar de seus desejos, passa a ter mais intimidade e compreensão sobre o que outro deseja”, explica Denise Miranda de Figueiredo, psicóloga e especialista em terapia de casal.


Para desmistificar o tema, o Instituto do Casal listou 6 fatos sobre as fantasias sexuais. Confira:

  1. A fantasia sexual pode “acender” a libido. Pessoas com baixa libido geralmente têm poucas fantasias sexuais. Em muitos casos, conectar com as próprias fantasias pode propiciar ao casal ter uma vida sexual mais estimulante.
  2. Aumenta o repertório: Depois de um tempo de relacionamento, é comum a vida sexual esfriar. As fantasias sexuais são uma ótima maneira de fazer com que o sexo saia da monotonia.
  3. Homens x mulheres: Geralmente, as fantasias dos homens são direcionadas para o ato sexual e as mulheres tendem a romantizar mais situação.
  4. Realidade x ficção: Nem tudo que se imagina vai ser realizado. O sexo deve ser algo lúdico e criativo. As fantasias são excelentes para trabalhar o lado divertido do sexo, porque dificilmente serão realizadas em sua totalidade, mas o simples fato de se imaginar em uma situação sexual não convencional, pode levar a um alto nível de excitação.
  5. Nem mais, nem menos amor: Quando a fantasia sexual envolve uma terceira pessoa, mesmo que seja apenas na imaginação, alguns casais podem ter dificuldade para lidar com o ciúmes ou até podem surgir dúvidas sobre o amor e a fidelidade. A dica aqui é conversar e analisar se é meramente uma fantasia ou um desejo real e assim avaliar em que medida isso é saudável para o casal.
  6. Há fantasias e fantasias: Quando a fantasia envolve diversão, prazer, amor e intimidade entre o casal é sempre bem-vinda. Porém, é preciso avaliar se a fantasia sexual não ultrapassa os limites do bom senso e da lei, obviamente.
 

Esclareça mitos e verdades sobre Catapora

A catapora é tema do mais recente vídeo da campanha “Avós da Experiência”- uma série criada pela GSK para conscientização de diversas doenças imunopreveníveis que podem acometer as crianças. Altamente contagiosa, a catapora ou varicela é causada pelo vírus Varicela-Zóster, acomete principalmente crianças e tem maior incidência no fim do inverno e início da primavera. A transmissão pode ser pelo contato com o líquido da bolha formada na pele ou pela tosse, espirro e saliva ou por objetos contaminados pelo vírus.1
Entre 2000 e 2013, o Brasil registrou 7.113 casos de catapora. O maior número de notificações da doença (2097) foi na região nordeste, correspondendo a 29,4% dos casos. Em seguida, a região sudeste com 1.794 (25,2%) e a centro-oeste com 993 (13,9%). O ano de 2013 apresentou o maior registro de casos de catapora (857), contra 181 no ano 2000, que obteve o menor índice.2
Sintomas
Os sintomas da catapora, em geral, começam entre 10 e 21 dias após o contágio da doença. Além de manchas vermelhas e bolhas no corpo, a doença também causa mal-estar, cansaço, dor de cabeça, perda de apetite e febre baixa. As bolhas surgem inicialmente na face, no tronco ou no couro cabeludo, e se disseminam pelo corpo, se transformando em pequenas vesículas cheias de um líquido claro. Em poucos dias o líquido escurece e as bolhas começam a secar e cicatrizam. Este processo causa muita coceira, que pode infeccionar as lesões devido a bactérias das unhas ou de objetos utilizados para coçar.1
Evolução do quadro
O período de incubação é de 4 a 16 dias e a transmissão se dá entre 1 a 2 dias antes do aparecimento das lesões de pele e até cerca de 6 dias depois, quando todas as lesões normalmente se encontram na fase de crosta. Deve-se afastar a criança da creche ou escola por 7 dias, a partir do início do aparecimento das manchas vermelhas no corpo.1
Tratamento
No tratamento da catapora, em geral, são utilizados medicamentos específicos recomendados pelo médico para aliviar a dor de cabeça, baixar a febre e aliviar a coceira. Os cuidados de higiene são muito importantes e devem ser feitos apenas com água e sabão. Para diminuir a coceira, o ideal é fazer compressa de água fria. As vesículas não devem ser coçadas e as crostas não devem ser retiradas. 1
Prevenção
Uma forma de evitar a catapora é com a vacinação contra a doença. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte a partir dos 15 meses de idade, com um intervalo de 3 meses da primeira dose.3-4
Mitos e verdades sobre a Catapora
A Dra. Isabel Lopes, Gerente Médica de Vacinas da GSK esclarece alguns mitos e verdades sobre a catapora:
1)      Somente crianças podem contrair catapora
Mito: apesar de mais comum em crianças, qualquer pessoa pode contrair a doença ao longo da vida.5
2)      Quem teve catapora pode ter herpes zóster no futuro
Verdade: qualquer pessoa que teve catapora em algum momento da vida pode desenvolver herpes zóster. Uma vez adquirido o vírus, a pessoa fica imune à catapora. No entanto, esse vírus permanece em nosso corpo a vida toda e pode, ou não, ser reativado e causar o Herpes-Zoster, conhecido também como cobreiro.1
3)      Adultos não podem tomar a vacina
Mito: A vacina está indicada também para adultos que estejam susceptíveis e que não tenham contraindicações.5
4)      Pode-se contrair catapora mais de uma vez
Verdade: Geralmente quem teve catapora fica imune, porém, em casos raros uma pessoa que já teve a doença pode não ficar imune, especialmente os imunocomprometidos.6
5)      Todas as marcas de catapora na pele são permanentes
Mito: Geralmente as lesões evoluem para a cura mas algumas pequenas cicatrizes podem permanecer indefinidamente.5
6)      Coçar a pele favorece a infecção bacteriana secundária
Verdade: Coçar as lesões pode favorecer infecções secundárias, que são as principais causas de internação de pessoas com varicela. A complicação mais comum é a infecção da pele, em geral pela introdução de bactérias nos ferimentos através da coçadura.5
7)      Se a gestante já teve a doença, o bebê não precisa ser imunizado
Mito: a imunidade transferida para o feto pela mãe que já teve varicela, assegura, na maioria das vezes, proteção até 4 a 6 meses de vida extrauterina. 3-4-7
8)      A contaminação é feita pelo ar
Verdade: o contágio acontece por via respiratória, através do contato com o líquido da bolha ou pela tosse, espirro e saliva ou por objetos contaminados pelo vírus.1
9)      Crianças com catapora podem adquirir pneumonia
Verdade: as principais complicações da catapora, nos casos graves ou tratados inadequadamente, são a encefalite, a pneumonia e infecções na pele e ouvido.1
10)  Gestantes não podem tomar a vacina
Verdade: a vacina contra a varicela está contraindicada durante a gravidez.7,8
Avós da Experiência
A série de vídeos conta ainda com filmes sobre hepatite A, catapora, coqueluche, meningite, sarampo e caxumba, que serão lançados um a cada mês ao longo de 2016. Todos eles abordam as formas de prevenção das principais doenças que podem acometer as crianças, usando como representação um núcleo familiar, em que os jovens pais recorrem à experiência das avós na hora de tirar dúvidas e pedir conselhos.
“A campanha visa a conscientização da população em relação a sintomas, formas de contágio e prevenção de algumas das doenças que podem ocorrer desde a infância. Na série os pais sempre contam com a experiência das queridas vovós, que hoje em dia estão super antenadas, e usam e abusam da tecnologia para se informar”, conta Isabel Lopes, gerente médica de vacinas da GSK no Brasil.
Para ver o vídeo acesse www.youtube.com/watch?v=jvsNB-8rO-0. Mais informações sobre a doença e vacinação em www.casadevacinasgsk.com.br.
Sobre a GSK
Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.
Referências:
1.       BRASIL. Blog da Saúde. Doenças da infância: catapora, 2015. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/35092-doencas-da-infancia-catapora.html>. Acesso em: 16 mar. 2016.
2.       BRASIL. Ministério da Saúde. Situação epidemiológica – dados, 27 março 2014. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/776-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/varicela-herpes-zoster/11497-situacao-epidemiologica-dados>. Acesso em: 06 out. 2016.
3.       SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação da criança: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2016/2017 (atualizado até 08/09/2016). Disponível em: <http://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca-2016-17.pdf>. Acesso em: 06 out. 2016.
4.       SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário de vacinação da SBP 2016. Disponível em: <http://www.sbp.com.br/src/uploads/2016/08/Calendario-Vacinacao-2016-19out16.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2016.
5.       CASTIÑEIRAS,TMPP. et al. Varicela. In: CENTRO DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA VIAJANTES . Disponível em: <http://www.cives.ufrj.br/informacao/varicela/var-iv.html>. Acesso em 24 maio 2016.
6.       CDC. Varicella - Centers for Disease Control and Prevention. Pinkbook 2012; 1: 1
7.       BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 7. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 816 p. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_epidemiologica_7ed.pdf>. Acesso em: 21 jan. 2016.
8.       SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação SBIm gestante: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) - 2016/2017 (atualizado até 28/10/2016). Disponível em: <http://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante-2016-17.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2016.
BR/VAC/0316/16 – Novembro 2016

A catapora é tema do mais recente vídeo da campanha “Avós da Experiência”- uma série criada pela GSK para conscientização de diversas doenças imunopreveníveis que podem acometer as crianças. Altamente contagiosa, a catapora ou varicela é causada pelo vírus Varicela-Zóster, acomete principalmente crianças e tem maior incidência no fim do inverno e início da primavera. A transmissão pode ser pelo contato com o líquido da bolha formada na pele ou pela tosse, espirro e saliva ou por objetos contaminados pelo vírus.1

Entre 2000 e 2013, o Brasil registrou 7.113 casos de catapora. O maior número de notificações da doença (2097) foi na região nordeste, correspondendo a 29,4% dos casos. Em seguida, a região sudeste com 1.794 (25,2%) e a centro-oeste com 993 (13,9%). O ano de 2013 apresentou o maior registro de casos de catapora (857), contra 181 no ano 2000, que obteve o menor índice.2

Sintomas

Os sintomas da catapora, em geral, começam entre 10 e 21 dias após o contágio da doença. Além de manchas vermelhas e bolhas no corpo, a doença também causa mal-estar, cansaço, dor de cabeça, perda de apetite e febre baixa. As bolhas surgem inicialmente na face, no tronco ou no couro cabeludo, e se disseminam pelo corpo, se transformando em pequenas vesículas cheias de um líquido claro. Em poucos dias o líquido escurece e as bolhas começam a secar e cicatrizam. Este processo causa muita coceira, que pode infeccionar as lesões devido a bactérias das unhas ou de objetos utilizados para coçar.1

Evolução do quadro

O período de incubação é de 4 a 16 dias e a transmissão se dá entre 1 a 2 dias antes do aparecimento das lesões de pele e até cerca de 6 dias depois, quando todas as lesões normalmente se encontram na fase de crosta. Deve-se afastar a criança da creche ou escola por 7 dias, a partir do início do aparecimento das manchas vermelhas no corpo.1

Tratamento

No tratamento da catapora, em geral, são utilizados medicamentos específicos recomendados pelo médico para aliviar a dor de cabeça, baixar a febre e aliviar a coceira. Os cuidados de higiene são muito importantes e devem ser feitos apenas com água e sabão. Para diminuir a coceira, o ideal é fazer compressa de água fria. As vesículas não devem ser coçadas e as crostas não devem ser retiradas. 1

Prevenção

Uma forma de evitar a catapora é com a vacinação contra a doença. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte a partir dos 15 meses de idade, com um intervalo de 3 meses da primeira dose.3-4

Mitos e verdades sobre a Catapora

A Dra. Isabel Lopes, Gerente Médica de Vacinas da GSK esclarece alguns mitos e verdades sobre a catapora:

1)      Somente crianças podem contrair catapora

Mito: apesar de mais comum em crianças, qualquer pessoa pode contrair a doença ao longo da vida.5

2)      Quem teve catapora pode ter herpes zóster no futuro

Verdade: qualquer pessoa que teve catapora em algum momento da vida pode desenvolver herpes zóster. Uma vez adquirido o vírus, a pessoa fica imune à catapora. No entanto, esse vírus permanece em nosso corpo a vida toda e pode, ou não, ser reativado e causar o Herpes-Zoster, conhecido também como cobreiro.1

3)      Adultos não podem tomar a vacina

Mito: A vacina está indicada também para adultos que estejam susceptíveis e que não tenham contraindicações.5

4)      Pode-se contrair catapora mais de uma vez

Verdade: Geralmente quem teve catapora fica imune, porém, em casos raros uma pessoa que já teve a doença pode não ficar imune, especialmente os imunocomprometidos.6

5)      Todas as marcas de catapora na pele são permanentes

Mito: Geralmente as lesões evoluem para a cura mas algumas pequenas cicatrizes podem permanecer indefinidamente.5

6)      Coçar a pele favorece a infecção bacteriana secundária

Verdade: Coçar as lesões pode favorecer infecções secundárias, que são as principais causas de internação de pessoas com varicela. A complicação mais comum é a infecção da pele, em geral pela introdução de bactérias nos ferimentos através da coçadura.5

7)      Se a gestante já teve a doença, o bebê não precisa ser imunizado

Mito: a imunidade transferida para o feto pela mãe que já teve varicela, assegura, na maioria das vezes, proteção até 4 a 6 meses de vida extrauterina. 3-4-7

8)      A contaminação é feita pelo ar

Verdade: o contágio acontece por via respiratória, através do contato com o líquido da bolha ou pela tosse, espirro e saliva ou por objetos contaminados pelo vírus.1

9)      Crianças com catapora podem adquirir pneumonia

Verdade: as principais complicações da catapora, nos casos graves ou tratados inadequadamente, são a encefalite, a pneumonia e infecções na pele e ouvido.1

10)  Gestantes não podem tomar a vacina

Verdade: a vacina contra a varicela está contraindicada durante a gravidez.7,8

Avós da Experiência

A série de vídeos conta ainda com filmes sobre hepatite A, catapora, coqueluche, meningite, sarampo e caxumba, que serão lançados um a cada mês ao longo de 2016. Todos eles abordam as formas de prevenção das principais doenças que podem acometer as crianças, usando como representação um núcleo familiar, em que os jovens pais recorrem à experiência das avós na hora de tirar dúvidas e pedir conselhos.

“A campanha visa a conscientização da população em relação a sintomas, formas de contágio e prevenção de algumas das doenças que podem ocorrer desde a infância. Na série os pais sempre contam com a experiência das queridas vovós, que hoje em dia estão super antenadas, e usam e abusam da tecnologia para se informar”, conta Isabel Lopes, gerente médica de vacinas da GSK no Brasil.

Para ver o vídeo acesse www.youtube.com/watch?v=jvsNB-8rO-0. Mais informações sobre a doença e vacinação em www.casadevacinasgsk.com.br.

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências:

1.       BRASIL. Blog da Saúde. Doenças da infância: catapora, 2015. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/35092-doencas-da-infancia-catapora.html>. Acesso em: 16 mar. 2016.

2.       BRASIL. Ministério da Saúde. Situação epidemiológica – dados, 27 março 2014. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/776-secretaria-svs/vigilancia-de-a-a-z/varicela-herpes-zoster/11497-situacao-epidemiologica-dados>. Acesso em: 06 out. 2016.

3.       SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação da criança: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2016/2017 (atualizado até 08/09/2016). Disponível em: <http://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca-2016-17.pdf>. Acesso em: 06 out. 2016.

4.       SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário de vacinação da SBP 2016. Disponível em: <http://www.sbp.com.br/src/uploads/2016/08/Calendario-Vacinacao-2016-19out16.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2016.

5.       CASTIÑEIRAS,TMPP. et al. Varicela. In: CENTRO DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA VIAJANTES . Disponível em: <http://www.cives.ufrj.br/informacao/varicela/var-iv.html>. Acesso em 24 maio 2016.

6.       CDC. Varicella - Centers for Disease Control and Prevention. Pinkbook 2012; 1: 1

7.       BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância epidemiológica. 7. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 816 p. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_epidemiologica_7ed.pdf>. Acesso em: 21 jan. 2016.

8.       SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação SBIm gestante: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) - 2016/2017 (atualizado até 28/10/2016). Disponível em: <http://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante-2016-17.pdf>. Acesso em: 11 nov. 2016.

BR/VAC/0316/16 – Novembro 2016

 

As doenças do cigarro

Todos sabem que fumar não faz bem para saúde. O cigarro possui quase cinco mil substâncias tóxicas, dessas, 60 são cancerígenas.  A mais conhecida entre essas substâncias é a nicotina, que está entre as que mais fazem mal ao organismo, além de ser a principal responsável pelo vício. Por se tratar de uma droga lícita, as pessoas conseguem comprar cigarros e fumar em diversos ambientes sem maiores problemas.

Segundo estudo divulgado, no último dia 10 de janeiro, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. O número de mortes relacionadas ao tabaco deve saltar de 6 para 8 milhões até 2030, desse total, estima-se que 80% ocorram em países de baixa e média renda. Ainda segundo a pesquisa o número total de fumantes em todo o mundo vem aumentando.  Para o Dr. Aier Adriano Costa, coordenador da equipe médica do Docway, o grande problema é que nem todos nem todos sabem que o cigarro pode desenvolver mais de 50 tipos de doenças no fumante e até mesmo nos não fumantes, mas que aspiram a fumaça.

“Quando o cigarro é tragado, a mucosa nasal fica irritada e as cordas vocais se dilatam. A voz fica rouca, os batimentos cardíacos aumentam assim como a pressão arterial e a frequência respiratória, a digestão fica mais dificultada e ocorre um aumento na vasoconstrição. Tudo isso possibilita o desenvolvimento de diversas complicações”, explica o especialista.

Ainda segundo o médico, existem vários tipos de doenças, além do câncer, que podem ser causadas ou agravadas pelo cigarro, trazendo problemas para os mais variados sistemas do corpo humano.

– Sistema nervoso: a nicotina atinge o cérebro e vicia, causando, além da dependência, degeneração muscular, catarata e deficiência visual. O consumo frequente de cigarro também enfraquece o olfato e o paladar;

– Sistema respiratório: as substâncias do cigarro, quando inaladas, danificam os pulmões, que com o passar do tempo perdem a sua capacidade de filtro. Isso faz com que os fumantes desenvolvam doenças como o enfisema, a bronquite crônica e a mais séria de todas: o câncer de pulmão;

– Sistema cardiovascular: a nicotina causa a constrição dos vasos sanguíneos e aumento na pressão arterial, aumentando o risco da formação de coágulos sanguíneos e abrindo espaço para o acidente vascular cerebral. E isso vale não apenas para os fumantes de longa data, mas também para os passivos;

– Sistema digestivo: o cigarro, quando tragado, também pode gerar diversos problemas na boca, como a gengivite e a periodontite. Essas complicações levam ao mau-hálito, às caries e até mesmo a perde de dentes. Além disso, os fumantes têm mais chances de desenvolver câncer de boca, garganta, laringe, esôfago, renal e pancreático;

 

Exercícios físicos são fundamentais no combate a doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson

Existem vários tipos de doenças neurodegenerativas, em que há decréscimo progressivo e irreversível de neurônios. Quando isso acontece, gradativamente, ocorre a perda das funções motoras e fisiológicas e a capacidade cognitiva (atenção, percepção, memória, raciocínio, pensamento e linguagem). Esta degradação pode afetar o movimento do corpo e o modo em que funciona o cérebro, originando a demência, como o Mal de Alzheimer e o de Parkinson.

Só o Alzheimer é responsável por 50% a 80% dos casos no mundo. A previsão da Alzheimer”s Disease International (ADI) é de que o número de doentes chegue a 65,7 milhões em 2030 e 115,4 milhões em 2050. No Brasil acomete mais de 1,2 milhão de pessoas segundo a Abraz (Associação Brasileira de Alzheimer). Mais comum após os 65 anos de idade, caracteriza-se pela perda progressiva das células neurais. O acúmulo anômalo de algumas proteínas no tecido cerebral provoca a morte dos neurônios.

A doença de Parkinson normalmente começa com a lentidão dos movimentos da pessoa que já chegou à terceira idade. Depois vem uma leve alteração da postura, o corpo tende a ficar encurvado. Os passos se tornam mais e mais lentos e surgem os tremores nas mãos e pernas. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o problema atinge entre 1% e 2% da população mundial, com idade acima de 65 anos. No Brasil estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram desse mal.

Em ambos os casos, atualmente, não existe medicação disponível para a cura, mas há remédios que retardam a progressão e atividades que melhoram as condições do paciente


Atividade física como aliada – a Doutora Karina Hatano, médica do exercício e do esporte, conta que as atividades físicas regulares também podem ser grandes aliadas no tratamento visando melhorar a qualidade de vida.

“O primeiro passo é fazer uma avaliação mental nos adultos mais maduros e idosos para ver se há alteração de memória de curto ou de longo prazo”, explica. Normalmente, quem sofre de Alzheimer lembra-se tudo do passado mas se esquece de fatos relacionados ao dia a dia, como deixar o fogão aceso.

Dentre os exercícios para as doenças neurodegenerativas, os principais são de fortalecimento muscular para braços e pernas. “Eles auxiliam no equilíbrio,  na propriocepção como um todo (percepção de posicionamento que o corpo tem no espaço), evitando que o paciente caia e se machuque. Indicamos também atividades mais lúdicas e dinâmicas para estimular a memória”, comenta.

No caso do Parkinson, engana-se quem ache que os exercícios físicos podem ser uma ameaça, um perigo, em razão dos tremores. “Muito pelo contrário, quando a pessoa faz uma atividade como musculação, durante o movimento diminuem os tremores, comparando-se ao estado de repouso. Além disso, fortalecer a massa muscular nas pernas evita quedas e nos braços auxilia nas tarefas rotineiras, como carregar panelas e sacolas”, esclarece.

O alongamento também é fundamental para diminuir a rigidez articular, já os exercícios em superfície de instabilidade, como com bolas de Pilates, melhoram o equilíbrio.

A doutora ensina que é aconselhável, quando possível,  incluir uma atividade aeróbica de intensidade moderada, no peso e carga, uma vez que o objetivo é oferecer qualidade de vida e não trazer sofrimentos ou provocar dores. “Pode ser uma caminhada, natação, bicicleta estacionária de academia, que é a mais segura”, exemplifica.

Em ambas as doenças os exercícios ajudam no combate de doenças como hipertensão, derrames, obesidade, diabetes, osteoporose, ansiedade, depressão, problemas no coração e pulmões. Além disso, aumentam a autoestima, a confiança e a aceitação da autoimagem, trazendo mais bem-estar geral e proporcionando a inclusão social. “Porém, é fundamental que um profissional monitore as atividades, para que sejam feitas corretamente e com o intuito de se evitar quedas”, lembra a doutora.

A médica salienta ainda que o paciente precisa continuar a tomar os seus medicamentos normalmente e manter sua rotina de consultas e tratamento habituais. “Trata-se de um trabalho multidisciplinar, o médico do esporte vai agregar valor ao trabalho do clínico, geriatra e demais especialidades”, finaliza.

Indícios de Alzheimer

· Falta de memória para acontecimentos recentes

· Repetição da mesma pergunta. Várias vezes, em um curto espaço de tempo

· Dificuldade para acompanhar conversas ou desenvolver raciocínios completos

· Dificuldade para encontrar caminhos conhecidos

· Irritabilidade

· Suspeição injustificada ou mania de perseguição

· Aumento da agressividade

· Interpretações erradas de estímulos visuais ou auditivos

· Afastamento do convívio social

Indícios de Parkinson

· Tremor

· Movimento Lento

· Perda de movimentos automáticos

· Alterações de fala

· Sintomas não motores como seborreia, sudorese excessiva na face, tontura, alteração de memória, depressão, insônia, ansiedade, dificuldade para engolir

Sobre a Dra. Karina Hatano

Karina Hatano é médica do exercício e do esporte, mestre em Medicina Esportiva pela Universidade Federal de São Paulo, onde também realizou a Residência Médica em Medicina do Esporte, além de acumular especialização em fisiologia do exercício e nutrologia. Preceptora da Medicina Esportiva da Universidade Federal de São Paulo e professora da Liga de medicina esportiva da UNIFESP, também é responsável pela saúde de atletas de alta performance de diversas modalidades esportivas, como da seleção brasileira de natação e das confederações brasileiras de baseball e softball.

 

10 coisas que você precisa saber sobre tumor cerebral

O câncer é uma doença que assusta a todos, e com razão. Mas existem muitos mitos e tabus que afligem as pessoas. Por isso, a divulgação de informações claras e objetivas são importantes para amenizar esse cenário de pessimismo que ronda a doença. Um dos pontos, por exemplo, que muita gente não sabe sobre o tumor cerebral é que, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura são grandes. Por isso, visando esclarecer dúvidas, o neurocirurgião, especialista em tumor cerebral pela UNIFESP, Dr. Luiz Daniel Cetl, elencou 10 coisas que todos precisam saber sobre a doença.

1- O tumor cerebral, por si só, já é uma doença completamente invasiva e ocasiona mudanças físicas, sociais e psicológicas na vida do portador. Em muitos casos, o tratamento deixa o paciente debilitado, impossibilitado ou limitado para realizar atividades até então consideradas normais em seu cotidiano. Existem vários tipos de tumor cerebrais. O importante é o diagnóstico bem feito para identificar quando é benigno ou maligno.

2- Os sintomas do tumor cerebral vão depender muito de sua localização, mas, basicamente, são formados por dor de cabeça, tonturas, alterações de equilíbrio, convulsões, déficit neurológico progressivo e confusão mental.

3- A grande maioria dos tumores cerebrais é oriunda de metástase de um tumor proveniente de outra localização.

4- Mesmo os tumores cerebrais benignos podem gerar, em um primeiro momento, medo no paciente e seus familiares, uma vez que seus sintomas são bem similares aos de um tumor cerebral maligno. 

5- Apesar de ser o "centro de controle" de todo o corpo, a manipulação do tecido cerebral não causa dor.

6- Embora o percentual de prevalência não seja tão grande – incapacidade e índice de mortalidade – são importantes os alertas à população para a necessidade de um diagnóstico precoce, principalmente porque seus sintomas, em sua maioria, se confundem com os de outras doenças.

7- Ao sentir sintomas recorrentes, o paciente deve procurar um clínico geral ou neurologista, que pode encaminhá-lo a um neurocirurgião especialista em tumor cerebral.

8- A automedicação, além de mascarar e dificultar o diagnóstico do tumor cerebral, pode comprometer o prognóstico.

9- Em princípio, todos os tumores cerebrais podem ser tratados cirurgicamente, mesmo os benignos, cuja remoção completa poderá levar a cura da doença. Hoje, com o avanço da medicina, a neurocirurgia é realizada inclusive com cálculos físicos e matemáticos, que diminuem as chances de danos em outras áreas do cérebro.

10- A cirurgia com o paciente acordado, conhecida entre os especialistas como ‘awake craniotomy’, permite que o cirurgião tenha a localização em tempo real de regiões funcionais do cérebro, permitindo ainda a preservação destas regiões. É considerada padrão ouro para a identificação das áreas eloquentes, que correspondem às regiões motora, sensitiva e de linguagem.

A técnica apresenta excelentes resultados, sobretudo no que diz respeito à qualidade de vida, menor tempo de internação, retorno às atividades cotidianas do paciente e o controle das recidivas tumorais. Apesar de complexa, a ‘Awake Craniotomy’ é bastante utilizada em todo mundo há mais de duas décadas para os casos de ressecção (remoção) de tumores cerebrais. No Brasil, a cirurgia é realizada há quase 10 anos.

O procedimento permite o controle da ressecção do tumor, com retirada maior sem comprometer uma determinada função cerebral e menor déficit pós-operatório. Há incidência de maior controle do tumor quanto maior for sua retirada e, ao mesmo tempo, são maiores as chances de postergar as recidivas. O grande diferencial deste procedimento é que o neurocirurgião consegue identificar as áreas eloquentes - motora, sensitiva ou de linguagem - e atingidas pelo tumor.

A cirurgia é realizada com o paciente submetido a uma anestesia geral que, após a abertura do osso do crânio, é acordado, através da diminuição do nível da sedação. São colocados eletrodos nas mãos, nas pernas ou nas áreas em que se quer testar os estímulos cerebrais. No momento da estimulação da área correspondente, o cirurgião pede para o paciente falar uma frase. Nesse momento, o circuito da área atingida pode sofrer alteração e, assim, ser cessada a fala ou demonstrar distúrbio de linguagem (parafasia). Após o mapeamento das áreas de interesse, o paciente é novamente colocado em anestesia geral e a cirurgia é concluída com a remoção total ou parcial do tumor

 
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