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Trump e o aquecimento global

Trump e o aquecimento global
Reinaldo Dias
A ameaça que emergiu da recente eleição norte-americana pairou sobre a Conferência do Clima (COP22) realizada em Marrakech, encerrada no último dia 18 de novembro. Isto ocorreu devido às polêmicas declarações sobre o aquecimento global do presidente eleito Donald Trump, que afirmou que o conceito “foi criado por e para os chineses, para que a indústria manufatureira não seja competitiva” e completou dizendo que “Nova York está congelante, está nevando. Nós precisamos do aquecimento global”.
Durante a campanha eleitoral Trump afirmou que retiraria os Estados Unidos do Acordo de Paris, que já foi ratificado por mais de 100 países e entrou em vigor no último dia 04 de novembro. A ratificação do acordo em prazo recorde constitui um dos maiores avanços da humanidade no combate às mudanças climáticas.
A escolha de integrantes de sua equipe de transição parece confirmar as promessas de campanha e contribui para aumentar a preocupação quanto aos desdobramentos para o acordo climático. Para tratar as questões energéticas e ambientais, Trump indicou o lobista da indústria de combustíveis fósseis, Myron Ebell, reconhecido cético da teoria predominante sobre o aquecimento global.
O senhor Ebell faz parte de um grupo de intelectuais denominado Cooler Heads Coalition (Coalizão de cabeças frias, em tradução literal), financiado pela indústria de petróleo para combater o que qualificam de exageros acerca das mudanças climáticas. Além disso Ebell é diretor da organização conservadora Competitive Enterprise Institute formada também por céticos em relação ao aquecimento do planeta.
No mesmo momento em que estes fatos decorrentes da eleição norte-americana ocorriam, a COP22, no dia 8 de novembro divulgou dados da Organização Meteorológica Mundial (OMM) demonstrando que os últimos cinco anos foram os mais quentes dos registrados. Isto implica num aumento do nível do mar devido à inesperada rapidez no derretimento da camada de gelo polar. Atualmente o gelo do oceano ártico dos últimos cinco anos está 28% menor que a média dos 29 anos anteriores. Segundo a OMM as temperaturas se aproximam perigosamente da meta estabelecida na COP21.
São esses dados irrefutáveis e comprovados por várias agências internacionais e mesmo norte-americanas, como a Agencia Espacial (NASA) e a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), que os seguidores de Trump não aceitam e pretendem combater.
Mesmo a hipótese de não retirada imediata dos Estados Unidos da discussão sobre mudanças climáticas pode ser problemática, pois a tendência é que os representantes do futuro governo dos Estados Unidos emperrem a continuidade das pesquisas e do debate, bloqueando as iniciativas que até agora propiciaram avanços importantes e ajudaram a construir uma unanimidade internacional nunca antes observada.
Por outro lado, há um aspecto que pode ser considerado. As posições radicais do grupo liderado por Trump poderão fazer com que aumente a coesão dos demais países, fortalecendo posições contrárias aos céticos do aquecimento global. Esse movimento já começou e fez sua primeira aparição na COP22, que se encerrou em meados de novembro. Houve uma forte e unanime reação dos países contra as ameaças de retrocesso no acordo e repudio às ameaças vindas do presidente eleito.
O documento final da 22ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP22) constitui uma resposta aos céticos. Foi definido um plano de ação para implantar e monitorar o Acordo de Paris até dezembro de 2018, e de forma enfática se reiterou que o “clima global está esquentando em um nível alarmante e sem precedentes e a comunidade internacional tem o dever urgente de responder".

A ameaça que emergiu da recente eleição norte-americana pairou sobre a Conferência do Clima (COP22) realizada em Marrakech, encerrada no último dia 18 de novembro. Isto ocorreu devido às polêmicas declarações sobre o aquecimento global do presidente eleito Donald Trump, que afirmou que o conceito “foi criado por e para os chineses, para que a indústria manufatureira não seja competitiva” e completou dizendo que “Nova York está congelante, está nevando. Nós precisamos do aquecimento global”.

Durante a campanha eleitoral Trump afirmou que retiraria os Estados Unidos do Acordo de Paris, que já foi ratificado por mais de 100 países e entrou em vigor no último dia 04 de novembro. A ratificação do acordo em prazo recorde constitui um dos maiores avanços da humanidade no combate às mudanças climáticas.

A escolha de integrantes de sua equipe de transição parece confirmar as promessas de campanha e contribui para aumentar a preocupação quanto aos desdobramentos para o acordo climático. Para tratar as questões energéticas e ambientais, Trump indicou o lobista da indústria de combustíveis fósseis, Myron Ebell, reconhecido cético da teoria predominante sobre o aquecimento global.

O senhor Ebell faz parte de um grupo de intelectuais denominado Cooler Heads Coalition (Coalizão de cabeças frias, em tradução literal), financiado pela indústria de petróleo para combater o que qualificam de exageros acerca das mudanças climáticas. Além disso Ebell é diretor da organização conservadora Competitive Enterprise Institute formada também por céticos em relação ao aquecimento do planeta.

No mesmo momento em que estes fatos decorrentes da eleição norte-americana ocorriam, a COP22, no dia 8 de novembro divulgou dados da Organização Meteorológica Mundial (OMM) demonstrando que os últimos cinco anos foram os mais quentes dos registrados. Isto implica num aumento do nível do mar devido à inesperada rapidez no derretimento da camada de gelo polar. Atualmente o gelo do oceano ártico dos últimos cinco anos está 28% menor que a média dos 29 anos anteriores. Segundo a OMM as temperaturas se aproximam perigosamente da meta estabelecida na COP21.

São esses dados irrefutáveis e comprovados por várias agências internacionais e mesmo norte-americanas, como a Agencia Espacial (NASA) e a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), que os seguidores de Trump não aceitam e pretendem combater.

Mesmo a hipótese de não retirada imediata dos Estados Unidos da discussão sobre mudanças climáticas pode ser problemática, pois a tendência é que os representantes do futuro governo dos Estados Unidos emperrem a continuidade das pesquisas e do debate, bloqueando as iniciativas que até agora propiciaram avanços importantes e ajudaram a construir uma unanimidade internacional nunca antes observada.

Por outro lado, há um aspecto que pode ser considerado. As posições radicais do grupo liderado por Trump poderão fazer com que aumente a coesão dos demais países, fortalecendo posições contrárias aos céticos do aquecimento global. Esse movimento já começou e fez sua primeira aparição na COP22, que se encerrou em meados de novembro. Houve uma forte e unanime reação dos países contra as ameaças de retrocesso no acordo e repudio às ameaças vindas do presidente eleito.

O documento final da 22ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP22) constitui uma resposta aos céticos. Foi definido um plano de ação para implantar e monitorar o Acordo de Paris até dezembro de 2018, e de forma enfática se reiterou que o “clima global está esquentando em um nível alarmante e sem precedentes e a comunidade internacional tem o dever urgente de responder".

Reinaldo Dias -  Universidade Presbiteriana Mackenzie

 

FAB oferece curso profissionalizante gratuito para civis

Em Canoas, região metropolitana da capital gaúcha, o Hospital de Aeronáutica de Canoas (HACO), está oferecendo um curso profissionalizante gratuito, oportunizando a jovens uma nova opção de trabalho.

O curso é o de Auxiliar em Saúde Bucal (ASB), no qual o jovem se capacita para poder auxiliar nas diversas atividades de um consultório odontológico. Com aulas teóricas e estágio prático, o curso iniciará em março de 2017 e terá duração de seis meses.

São apenas 12 vagas, mas a previsão é que nos próximos anos mais turmas sejam formadas. Para se candidatar, é necessário ser brasileiro, civil, ter 18 anos ou mais, ter concluído o ensino médio e apresentar a documentação solicitada.

As inscrições serão presenciais, até 2 de dezembro de 2016, no Hospital de Aeronáutica Canoas, na Avenida Guilherme Schell, nº 3950, próximo à estação Fátima do Trensurb, dentro do Quinto Comando Aéreo Regional. As informações completas estão no edital, disponível em www.haco.aer.mil.br.

SERVIÇO:

O QUE: Curso Profissionalizante em Saúde Bucal.

ONDE: 12 vagas para Canoas, no Hospital de Aeronáutica de Canoas. Avenida Guilherme Schell, nº 3950, próximo à estação Fátima do Trensurb, dentro do Quinto Comando Aéreo Regional (V COMAR).

COMO: Acesse o edital pelo site www.haco.aer.mil.br

QUANDO: Inscrições de 3 de novembro a 2 de dezembro de 2016.

Mais informações: Seção de Comunicação do HACO, telefone (51) 3462.1150 / 1350.

Última atualização ( Seg, 21 de Novembro de 2016 17:36 )
 

Como se proteger dos temporais

Durante os temporais é mais comum a queda de árvores e o rompimento de fios da rede elétrica, expondo quem está em trânsito e até mesmo dentro de casa a acidentes com energia. Não raras vezes, as vítimas de choques-elétricos deixam de adotar comportamentos que evitam a exposição ao risco, como buscar abrigos em áreas cobertas ou evitar usar aparelhos eletroeletrônicos conectados por cabo.
“O perigo das chuvas fortes com raios se estende às residências porque os raios podem recair sobre a rede elétrica, gerar sobretensão e se propagar pela rede”, alerta o engenheiro eletricista do Programa Casa Segura, do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre). Nesse caso, segundo o especialista, a rede, normalmente de 110V ou 220 V, ao receber uma descarga mais alta tem um pico de energia que percorre o cabeamento até o imóvel, ocasionando a queima de eletrodomésticos e colocando em risco de choque-elétrico quem estiver fazendo uso do chuveiro ou telefone fixo.
Para evitar acidentes e diminuir o risco de choque-elétrico durante as chuvas fortes acompanhadas de raios e ventania, Moreno alerta sobre as precauções a tomar.
Na rua:
1) Não se aproxime, sob nenhuma hipótese, de fios rompidos nem toque qualquer tipo de cabo solto ou partido.
2) Busque abrigo imediatamente, em estabelecimentos comerciais ou outras áreas de alvenaria, cobertas.
3) Não fique debaixo de árvores ou estruturas metálicas.
4) Nunca tente atravessar áreas alagadas. Caso um cabo de alta tensão tenha se rompido e ainda esteja energizado, estando na água, a pessoa poderá receber uma descarga forte. A água das enchentes conduz eletricidade facilmente e, dependendo da tensão da fiação da rede elétrica e da proximidade do pedestre com o cabo energizado o choque pode ser fatal, mesmo sem tocar na fiação.
5) Evite áreas abertas como praias, lagos, rios, parques, praças, quadras e campos de futebol durante os temporais com raios. Nessas áreas há perigo real de ser atingido por uma descarga elétrica.
6) Não toque pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica.
7) Afaste-se de cercas e quaisquer outras estruturas metálicas. Caso não estejam aterradas e haja uma descarga elétrica, o contato com essas estruturas pode representar risco de choque-elétrico grave.
8) Caso um fio caia sobre o veículo, permaneça dentro do carro.
9) No caso de alagamentos, a casa atingida por inundação pode ter suas instalações elétricas comprometidas, com danos às partes metálicas dos dispositivos elétricos ou deterioração da isolação dos fios e cabos elétricos. Portanto, imediatamente após a inundação:
i – Desligar a chave geral do imóvel.
ii – Fazer a limpeza dos pontos de energia afetados pela água, retirando o barro e limpando interruptores, tomadas, caixas e fiações. Não utilizar água ou produtos químicos para essa limpeza, dando preferência ao uso de um pano úmido. Secar na sequência com um pano seco.
iii – Quando há incidência de raios, a rede elétrica pode ser atingida. Nesse caso, ocorrendo uma sobretensão da rede elétrica da rua, ela pode chegar às residências, ocasionando a queima de aparelhos conectados às tomadas, independente de ligados ou não.
Em casa:
1) Desligue todos os equipamentos eletroeletrônicos, retirando-os da tomada.
2) Adie o uso do telefone, da TV e da internet por cabo, pois uma descarga elevada pode percorrer essas fiações. Também não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico.
3) Evite ligar o chuveiro elétrico, pois caso haja uma sobretensão no circuito elétrico do chuveiro, uma parte da descarga elétrica pode ser transferida para a água, colocando quem estiver no banho em risco de choque elétrico grave. A recomendação vale também para torneiras elétricas.
4) Desligue os fios de antena dos aparelhos. Uma sobretensão também pode se propagar por esses fios, danificando aparelhos eletroeletrônicos.
5) Não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico durante.
6) Afaste-se de portas metálicas, janelas e tomadas.
7) Renove as instalações elétricas a cada 10 anos e certifique-se de que haja um sistema de aterramento adequado instalado na residência, que inclua o fio terra, além do dispositivo DPS (protetor de surto). Isso reduz os riscos de queimas de equipamentos eletroeletrônicos por surtos de tensão provocados por raios e aumenta a segurança dos moradores.
Sobre o Procobre
O Programa Casa Segura é uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), instituição sem fins lucrativos que faz parte da Internacional Copper Association (ICA). Líder mundial na promoção do cobre, metal que sempre se fez presente na evolução das civilizações, o Procobre tem como missão difundir informações sobre os atributos técnicos e científicos do cobre, gerar pesquisas, desenvolver processos e produtos tecnológicos e criar novos usos para o metal. Seus dois maiores desafios são posicionar a indústria do cobre como um setor fundamental para responder às necessidades da sociedade e posicionar o cobre como um material que atende às preocupações do desenvolvimento sustentável. Site: www.procobre.org

Durante os temporais é mais comum a queda de árvores e o rompimento de fios da rede elétrica, expondo quem está em trânsito e até mesmo dentro de casa a acidentes com energia. Não raras vezes, as vítimas de choques-elétricos deixam de adotar comportamentos que evitam a exposição ao risco, como buscar abrigos em áreas cobertas ou evitar usar aparelhos eletroeletrônicos conectados por cabo.

“O perigo das chuvas fortes com raios se estende às residências porque os raios podem recair sobre a rede elétrica, gerar sobretensão e se propagar pela rede”, alerta o engenheiro eletricista do Programa Casa Segura, do Instituto Brasileiro do Cobre (Procobre). Nesse caso, segundo o especialista, a rede, normalmente de 110V ou 220 V, ao receber uma descarga mais alta tem um pico de energia que percorre o cabeamento até o imóvel, ocasionando a queima de eletrodomésticos e colocando em risco de choque-elétrico quem estiver fazendo uso do chuveiro ou telefone fixo.

Para evitar acidentes e diminuir o risco de choque-elétrico durante as chuvas fortes acompanhadas de raios e ventania, Moreno alerta sobre as precauções a tomar.

Na rua:

1) Não se aproxime, sob nenhuma hipótese, de fios rompidos nem toque qualquer tipo de cabo solto ou partido.

2) Busque abrigo imediatamente, em estabelecimentos comerciais ou outras áreas de alvenaria, cobertas.

3) Não fique debaixo de árvores ou estruturas metálicas.

4) Nunca tente atravessar áreas alagadas. Caso um cabo de alta tensão tenha se rompido e ainda esteja energizado, estando na água, a pessoa poderá receber uma descarga forte. A água das enchentes conduz eletricidade facilmente e, dependendo da tensão da fiação da rede elétrica e da proximidade do pedestre com o cabo energizado o choque pode ser fatal, mesmo sem tocar na fiação.

5) Evite áreas abertas como praias, lagos, rios, parques, praças, quadras e campos de futebol durante os temporais com raios. Nessas áreas há perigo real de ser atingido por uma descarga elétrica.

6) Não toque pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede elétrica.

7) Afaste-se de cercas e quaisquer outras estruturas metálicas. Caso não estejam aterradas e haja uma descarga elétrica, o contato com essas estruturas pode representar risco de choque-elétrico grave.

8) Caso um fio caia sobre o veículo, permaneça dentro do carro.

9) No caso de alagamentos, a casa atingida por inundação pode ter suas instalações elétricas comprometidas, com danos às partes metálicas dos dispositivos elétricos ou deterioração da isolação dos fios e cabos elétricos. Portanto, imediatamente após a inundação:

i – Desligar a chave geral do imóvel.

ii – Fazer a limpeza dos pontos de energia afetados pela água, retirando o barro e limpando interruptores, tomadas, caixas e fiações. Não utilizar água ou produtos químicos para essa limpeza, dando preferência ao uso de um pano úmido. Secar na sequência com um pano seco.

iii – Quando há incidência de raios, a rede elétrica pode ser atingida. Nesse caso, ocorrendo uma sobretensão da rede elétrica da rua, ela pode chegar às residências, ocasionando a queima de aparelhos conectados às tomadas, independente de ligados ou não.

Em casa:

1) Desligue todos os equipamentos eletroeletrônicos, retirando-os da tomada.

2) Adie o uso do telefone, da TV e da internet por cabo, pois uma descarga elevada pode percorrer essas fiações. Também não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico.

3) Evite ligar o chuveiro elétrico, pois caso haja uma sobretensão no circuito elétrico do chuveiro, uma parte da descarga elétrica pode ser transferida para a água, colocando quem estiver no banho em risco de choque elétrico grave. A recomendação vale também para torneiras elétricas.

4) Desligue os fios de antena dos aparelhos. Uma sobretensão também pode se propagar por esses fios, danificando aparelhos eletroeletrônicos.

5) Não faça uso de secadores, chapinhas ou ferro elétrico durante.

6) Afaste-se de portas metálicas, janelas e tomadas.

7) Renove as instalações elétricas a cada 10 anos e certifique-se de que haja um sistema de aterramento adequado instalado na residência, que inclua o fio terra, além do dispositivo DPS (protetor de surto). Isso reduz os riscos de queimas de equipamentos eletroeletrônicos por surtos de tensão provocados por raios e aumenta a segurança dos moradores.

Sobre o Procobre

O Programa Casa Segura é uma iniciativa do Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), instituição sem fins lucrativos que faz parte da Internacional Copper Association (ICA). Líder mundial na promoção do cobre, metal que sempre se fez presente na evolução das civilizações, o Procobre tem como missão difundir informações sobre os atributos técnicos e científicos do cobre, gerar pesquisas, desenvolver processos e produtos tecnológicos e criar novos usos para o metal. Seus dois maiores desafios são posicionar a indústria do cobre como um setor fundamental para responder às necessidades da sociedade e posicionar o cobre como um material que atende às preocupações do desenvolvimento sustentável. Site: www.procobre.org

 

SUL: Vendas recuam 12,7% nos 12 meses fechados em setembro

Os Indicadores Abrainc-Fipe revelam que o total lançado nos últimos 12 meses foi de 67.495 unidades, o que representa uma queda de 1,1% face ao observado no período precedente. De janeiro a setembro deste ano, foram lançadas 46.140 unidades, volume 8,1% superior ao observado no mesmo período de 2015. Em relação ao mês de setembro, as empresas lançaram 7.554 unidades, o que reflete uma queda de 25,2% frente ao volume lançado no mesmo mês de 2015.

Os dados das 20 empresas associadas que participam do estudo mostram que, nos últimos 12 meses, foram vendidas 103.179 unidades, volume 12,7% inferior ao total de vendas do período precedente. No acumulado até setembro de 2016, as vendas somaram 76.414 unidades, queda de 10,6% frente ao número no mesmo período de 2015. Em setembro de 2016, dados das empresas pesquisadas indicam que foram vendidas 9.345 unidades, o que representa uma queda de 5% em relação às vendas do mesmo mês de 2015.

As entregas de novos imóveis somaram 133.198 unidades nos últimos 12 meses, número 9,1% inferior ao total de entregas no período precedente. No acumulado de 2016, as entregas totalizaram 101.446 unidades, crescimento de 7% ao observado na mesma base de 2015. Em setembro de 2016, foram entregues 14.874 unidades, o correspondente a um aumento de 38,1% frente ao número de unidades entregues ao mesmo mês de 2015.

Acesse a série histórica aqui.

O estudo revela ainda que, no final de setembro de 2016, as empresas disponibilizavam 117.669 unidades para compra. No mesmo período, foi vendido o equivalente a 7,6% da oferta do mês, percentual que representa uma queda de 0,8 ponto percentual em relação ao calculado para setembro de 2015, que ficou em 8,4%.

Dessa forma, estima-se que a oferta final de setembro seja suficiente para garantir o abastecimento do mercado durante 13,2 meses, se o ritmo de vendas do mês, 9,3 mil unidades, for mantido.

Nos últimos 12 meses, foram distratadas 46.033 unidades, uma queda de 0,9% face ao total de distratos observados no período anterior. No acumulado de 2016, o total de distratos foi de 34.140 unidades, patamar 4,4% inferior ao observado até setembro de 2015. No mês de setembro de 2016, foram distratadas 3.819 unidades, o que representa uma queda de 8,1% frente ao número absoluto de distratos observados no mesmo mês de 2015.

Se considerados os distratos como proporção das vendas por safra de lançamento, as unidades vendidas no primeiro trimestre de 2014 apresentam a taxa de distratos mais elevada da série histórica: 21,4%.

Região Sul

A região Sul teve 432 unidades lançadas em agosto, tendo a sua participação em 9,4% no total nacional. Foram vendidas 922 unidades, alcançando 9,9% do número vendido no Brasil pelas associadas ABRAINC.

No mês de agosto foram entregues 1.266 unidades de imóveis no Sul, com 11,9% do total de entregas no Brasil. Os dados mostram ainda que, em agosto, a região tinha 9,6 mil unidades disponíveis para compra, alcançando a fatia de 8,2% do número nacional.

Metodologia do estudo

Os Indicadores ABRAINC-Fipe são elaborados pela Fipe com informações de 20 das 34 associadas da ABRAINC que atuam em todo o país. Dessas 34 empresas, oito ingressaram à entidade em junho deste ano. Com isso, no decorrer dos próximos meses, o estudo deve ganhar a participação dessas associadas para a compilação dos dados.

O estudo, lançado em agosto de 2015, vem sendo construído pela Fipe desde janeiro de 2014, é o primeiro conjunto de indicadores do setor imobiliário obtidos nacionalmente.

Para a composição dos Indicadores são consideradas informações sobre lançamentos, vendas, entregas, oferta final e distratos do mercado primário de imóveis residenciais e comerciais. Divulgados mensalmente, os números são referentes ao mês de setembro de 2016.

Os dados que compõem os Indicadores são fornecidos à Fipe mensalmente pelas empresas associadas à Abrainc. Após compilar os dados, é feita cuidadosa verificação para garantir a consistência das informações e, se for o caso, as empresas são contatadas para eventuais ajustes ou validação. Em seguida, com os dados validados, os Indicadores Abrainc-Fipe são calculados e, posteriormente, disponibilizados.

Sobre a ABRAINC

A ABRAINC foi constituída em 2013 com o objetivo de levar mais eficiência à gestão, qualificar e aprimorar o processo da incorporação imobiliária. Atualmente a ABRAINC reúne 34 companhias de capital aberto e/ou com presença nacional/ relevância regional. Seu objetivo é representar essas empresas, fortalecendo o setor e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do país e de suas cidades. A associação atua em defesa da responsabilidade socioambiental, da ética, da integridade e das conformidades técnica, fiscal e urbanística.

Entre os principais temas em debate atualmente na associação estão as questões referentes aos processos de incorporação, ao impacto dos empreendimentos nas cidades, à burocracia nas diversas fases do negócio, à produtividade do setor e à ampliação do crédito e do financiamento.

Fazem parte da ABRAINC a Alphaville Urbanismo, BSP Empreendimentos Imobiliários, Bueno Netto, Brookfield, Canopus, Canopus Maranhão, Cury, Cyrela, Direcional, Econ, Emccamp, Esser, Even, EZtec, Gafisa, Pacaembu, Helbor, HM, MRV, Odebrecht Realizações, Namour, Niss, Patrimar, PDG, Plano & Plano, Rodobens, Rossi, Setin, Tecnisa, Tenda, Toledo Ferrari, Trisul, You Inc. e Yuny.

 

O que esperar da Black Friday 2016

A Black Friday é um evento tradicional dos Estados Unidos, onde é realizada desde os anos 80, um dia após o Dia de Ação de Graças. No Brasil, ela começou a aparecer no calendário do comércio há cerca de quatro anos. Nesse período, a data se transformou em um dos momentos mais esperados pelo varejo.
Por aqui, a data que, no início, era só um dia, hoje dura praticamente um mês. Quando falamos do ambiente virtual, o evento superou a tendência de crescimento apresentada pelo mercado – o e-commerce teve um crescimento nominal de 15% em 2015 quando comparado ao ano anterior, já a Black Friday apresentou uma evolução de 38% no mesmo período. Com isso, nesses primeiros quatro anos presente no país, a data saiu de um patamar de R$ 100 milhões na primeira edição, para incríveis R$ 1,6 bilhão na última edição, realizada em 2015. Espetacular, não é mesmo?
O que está por vir na edição 2016
Uma pesquisa encomendada pelo Google e realizada pela Provokers em setembro deste ano buscou traçar e entender as expectativas do consumidor brasileiro perante a Black Friday 2016. Foram 800 respondentes, todos brasileiro entre 18 a 54 anos, de cinco regiões, pertencentes as classes econômicas A, B e C.
Os resultados coletados foram motivadores. Segundo o levantamento, 74% dos entrevistados se mostraram ansiosos para a Black Friday, sendo fatores de decisão para a compra: Preço (42%), Pagamento Parcelado (21%) e Confiança na Loja (17%). Ainda segundo as respostas colhidas, a data se mostra um bom momento para a aquisição das categorias Smartphones, Informática em Geral, TV’s, Equipamentos Audiovisuais, Eletrodomésticos e Eletro Portáteis. Sensacional, não? Mas como sua loja pode se destacar?
Como destacar sua loja na Black Friday 2016
O primeiro passo, e essencial, é contar com uma plataforma de e-commerce que ofereça uma estrutura robusta, com diversidade nos métodos de pagamento e features que farão a diferença para o fluxo de compra do consumidor. A seguir, é importante garantir que seu fornecedor de tecnologia esteja comprometido com o sucesso de seus clientes na Black Friday - preparando e revisando toda a estrutura, para proporcionar uma experiência impecável em desempenho.
Além disso, é importante dispor de um suporte especializado para atuar durante todo o evento – assim você tem certeza que conseguirá solucionar eventuais problemas de forma rápida e imediata, afinal, a única preocupação do lojista nessa data deve ser vender, não é mesmo?
Os cuidados técnicos não são tudo. É importante se atentar a alguns pontos cruciais na visão dos consumidores. A mesma pesquisa do Google citada anteriormente levantou, por exemplo, que para 63% dos entrevistados, o importante é que o site passe credibilidade - ou seja, eles querem se sentir tranquilos para inserir suas informações sem medo. Por isso, um check-out transparente, informações claras sobre os seus serviços e um bom sistema antifraude são essenciais. Já para 37% o diferencial está mesmo em um processo de compra simples, rápido e sem complicação. Nesse sentido, é importante que você gaste um tempo com a usabilidade e fluxo de operações da sua loja. Por último, o conhecimento da marca pode ser um fator de desempate segundo os abordados, sendo citado por 29% da amostra.
E aí, você está preparado para a Black Friday 2016?
*Mauricio Trezub é diretor de e-commerce da TOTV

A Black Friday é um evento tradicional dos Estados Unidos, onde é realizada desde os anos 80, um dia após o Dia de Ação de Graças. No Brasil, ela começou a aparecer no calendário do comércio há cerca de quatro anos. Nesse período, a data se transformou em um dos momentos mais esperados pelo varejo.

Por aqui, a data que, no início, era só um dia, hoje dura praticamente um mês. Quando falamos do ambiente virtual, o evento superou a tendência de crescimento apresentada pelo mercado – o e-commerce teve um crescimento nominal de 15% em 2015 quando comparado ao ano anterior, já a Black Friday apresentou uma evolução de 38% no mesmo período. Com isso, nesses primeiros quatro anos presente no país, a data saiu de um patamar de R$ 100 milhões na primeira edição, para incríveis R$ 1,6 bilhão na última edição, realizada em 2015. Espetacular, não é mesmo?

O que está por vir na edição 2016

Uma pesquisa encomendada pelo Google e realizada pela Provokers em setembro deste ano buscou traçar e entender as expectativas do consumidor brasileiro perante a Black Friday 2016. Foram 800 respondentes, todos brasileiro entre 18 a 54 anos, de cinco regiões, pertencentes as classes econômicas A, B e C.

Os resultados coletados foram motivadores. Segundo o levantamento, 74% dos entrevistados se mostraram ansiosos para a Black Friday, sendo fatores de decisão para a compra: Preço (42%), Pagamento Parcelado (21%) e Confiança na Loja (17%). Ainda segundo as respostas colhidas, a data se mostra um bom momento para a aquisição das categorias Smartphones, Informática em Geral, TV’s, Equipamentos Audiovisuais, Eletrodomésticos e Eletro Portáteis. Sensacional, não? Mas como sua loja pode se destacar?

Como destacar sua loja na Black Friday 2016

O primeiro passo, e essencial, é contar com uma plataforma de e-commerce que ofereça uma estrutura robusta, com diversidade nos métodos de pagamento e features que farão a diferença para o fluxo de compra do consumidor. A seguir, é importante garantir que seu fornecedor de tecnologia esteja comprometido com o sucesso de seus clientes na Black Friday - preparando e revisando toda a estrutura, para proporcionar uma experiência impecável em desempenho.

Além disso, é importante dispor de um suporte especializado para atuar durante todo o evento – assim você tem certeza que conseguirá solucionar eventuais problemas de forma rápida e imediata, afinal, a única preocupação do lojista nessa data deve ser vender, não é mesmo?

Os cuidados técnicos não são tudo. É importante se atentar a alguns pontos cruciais na visão dos consumidores. A mesma pesquisa do Google citada anteriormente levantou, por exemplo, que para 63% dos entrevistados, o importante é que o site passe credibilidade - ou seja, eles querem se sentir tranquilos para inserir suas informações sem medo. Por isso, um check-out transparente, informações claras sobre os seus serviços e um bom sistema antifraude são essenciais. Já para 37% o diferencial está mesmo em um processo de compra simples, rápido e sem complicação. Nesse sentido, é importante que você gaste um tempo com a usabilidade e fluxo de operações da sua loja. Por último, o conhecimento da marca pode ser um fator de desempate segundo os abordados, sendo citado por 29% da amostra.

E aí, você está preparado para a Black Friday 2016?

Mauricio Trezub é diretor de e-commerce da TOTV

 

Cuidados durante os temporais

O período chuvoso aumenta a incidência de ventos e descargas atmosféricas (raios) e consequentemente os riscos para pessoas e equipamentos elétricos. Segundo dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Brasil é atingido anualmente por mais de 100 milhões de raios, sendo o país campeão na incidência desse fenômeno no mundo.

De acordo com um levantamento feito pelo Elat, o Rio Grande do Sul é o Estado brasileiro em que é registrado o maior número de descargas atmosféricas que tocam o solo por quilômetro quadrado.

Os raios podem atingir pessoas e imóveis diretamente ou mesmo por meio de objetos metálicos ou equipamentos elétricos, telefonia, antenas externas, rede de TV e Internet via cabo ou rede de energia elétrica. O aumento dos vendavais também tem sido sentido nos últimos temporais. Os vendavais provocam quedas de galhos e de árvores inteiras sobre veículos e pessoas e acarretam sérios danos ao sistema elétrico, causando desligamentos.

Para a proteção das instalações elétricas internas e dos aparelhos elétricos de residências, lojas comércios e demais construções é necessário fazer o aterramento nas tomadas e instalar equipamentos denominados de DPS – Dispositivo de Proteção contra Surtos, conforme norma técnica da ABNT NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Dispositivos como filtros de linha, estabilizadores e nobreaks também tendem a atenuar pequenas variações elétricas e picos de energia que chegam até os eletrônicos. Apesar de serem utilizados bastante em computadores, esses aparelhos também são recomendados para outros produtos.

Raios e ventos igualmente podem ocasionar o rompimento e queda de fios e cabos no solo. Os sistemas de distribuição de energia elétrica das empresas do Grupo CPFL Energia no Rio Grande do Sul, a RGE e RGE Sul, possuem para-raios e equipamentos de proteção, que servem para desligar automaticamente o fornecimento de energia nos casos de queda de cabos. Mesmo assim, ninguém deve se aproximar ou tocar na fiação caída. Diante dos prejuízos materiais e físicos é preciso estar atento quando uma tempestade se aproxima e tomar alguns cuidados.

Dicas e cuidados para evitar acidentes durante os temporais:

  • ·         Nunca utilize telefone com fio ou aparelho conectado à tomada durante uma forte tempestade com incidência de raios;
  • ·         Se precisar fazer uma ligação, dê preferência aos celulares;
  • ·         Deixe para carregar o smartphone em outro momento e sempre opte por usar o notebook na bateria e pela rede Wi-Fi, dispensando o uso de fios;
  • ·         Os cabos telefônicos, cabos de TV por assinatura e fiação de antenas são capazes de conduzir a corrente elétrica até os aparelhos. Por isso, é aconselhável retirar os aparelhos eletrônicos mais sensíveis das conexões com rede de telefonia, TV a cabo e antena externa;
  • ·         Sempre que puder, instale dispositivos de proteção contra surtos e aterre a rede elétrica da residência ou comércio;
  • ·         Ao ver um fio caído na rua, a pessoa deve manter uma distância segura. Não se deve se aproximar ou tocar nos cabos e deve acionar a responsável imediatamente;
  • ·         Quando ouvir os trovões, nunca fique em campo aberto. Procure abrigo imediatamente em construções e feche os vidros e janelas;
  • ·         Durante temporais, evite aglomerações;
  • ·         Evite ser o ponto mais alto das proximidades ou estar próximo dele;
  • ·         Se não for possível se abrigar, agache-se, com as mãos na nuca e pés juntos;
  • ·         Não fique embaixo de árvores ou próximo a torres e não deixe veículos sob as árvores durante vendavais;
  • ·         Nunca fique dentro ou perto de reservatórios de água, como piscinas, o mar, lagos ou rios;
  • ·         Não fique perto de construções ou objetos metálicos que tenham ligações com o exterior, como janelas, cercas ou varais metálicos;
  • ·         Não segure objetos metálicos nas mãos, se estiver em campo aberto;
  • ·         Se estiver na estrada ou na rua, dentro de um veículo, feche os vidros e permaneça no seu interior.

Recomendações em inundações

Outro grave problema que chega com a temporada de chuvas, é o das inundações que se tornam comuns em algumas áreas da cidade. Nesses locais, além da inspeção que é feita pelos profissionais das distribuidoras, a distribuidora de energia orienta a população a tomar alguns cuidados. Embora a empresa realize vistorias em áreas alagadas para verificar se há algum risco para o fornecimento de energia ou para as pessoas, a população pode e deve se precaver.

Se a água chegar à altura de algumas tomadas mais baixas, a recomendação é para que os moradores desliguem os disjuntores de suas residências. Isso evita que a corrente de energia se propague pela água. Caso a água ameace atingir a caixa do medidor, o cliente deve contatar a RGE e a RGE Sul, para que seja desligada a energia da casa.

 
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