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Dados da Operação Lava-Jato

São Paulo – Em mais de três anos de operação, a Lava Jato levou algumas das principais lideranças políticas do país para a prisão devido aos crimes financeiros cometidos. Já na sua 41ª fase, a operação evidencia um retrato desolador do cenário político brasileiro. Análise da AML Consulting, maior bureau reputacional e líder nacional no mercado de soluções e serviços de prevenção à lavagem de dinheiro, identificou os principais números que envolvem a maior operação de combate à corrupção já deflagrada no país:

●       Dos cerca de 11 mil de envolvidos na Lava Jato, 6,5 mil são pessoas físicas e 4,5 mil são pessoas jurídicas. Isto é, mais de 40% dos envolvidos são empresas, o que mostra a contribuição significativa do setor privado no mapa da corrupção no Brasil.

●       Os dados revelam ainda que parte significativa das pessoas físicas envolvidas se refere a empresários, executivos e operadores financeiros que atuam na iniciativa privada, o que reforça a importância de se ter políticas de compliance, anticorrupção e de prevenção à lavagem de dinheiro fortalecidas dentro das corporações que atuam no Brasil.

●       A análise das pessoas expostas politicamente (PEPs) vinculadas à Lava Jato mostra que a maioria é formada por políticos eleitos diretamente pela população, quase 57% ou 522 pessoas. O dado pode ser um indicador de que, ao receberem mais investimentos oriundos de caixa 2 para financiar as suas campanhas, esses políticos conseguem maior visibilidade dos eleitores. O dado também alerta sobre a importância de se escolher os candidatos com muito cuidado, levando-se em conta inclusive a análise da idoneidade desses políticos.

●       O cargo de deputado federal é o que reúne o maior número de envolvidos com crimes vinculados à operação Lava Jato. Os deputados federais são seguidos de senadores e prefeitos.

●       A análise dos nomes das pessoas expostas politicamente relacionadas à operação por Estado mostra que o Distrito Federal lidera o volume de envolvidos, com 25% (223), quase o triplo de São Paulo e Rio Grande do Sul, que ocupam a segunda e terceira posições em empate técnico. Enquanto identificou-se 75 nomes de São Paulo, cerca de 8%, o Rio Grande do Sul possui 74, também com 8%. Rio de Janeiro e Bahia completam a lista, com 65 nomes do quarto colocado, equivalente a 7%, e 57 nomes do quinto, 6%.

“A análise dos dados evidencia ainda que, no caso da Lava Jato, para cada corrupto, existem quatro ou mais corruptores. O Brasil é pautado por interesses individuais, com decisores de leis e processos regulatórios trabalhando em causa própria e gerando um cenário de insegurança jurídica e econômica de forte impacto no mercado”, avalia Alexandre Botelho, sócio-diretor da AML Consulting. “É fundamental que as empresas tenham práticas de governança corporativa muito bem estruturadas e áreas de compliance fortalecidas para fazer frente aos desafios de um ambiente em que interesses individuais de interlocutores se sobrepõem”, conclui.

Sobre a AML

A AML Consulting é líder nacional no mercado de soluções e serviços de prevenção à lavagem de dinheiro. Com um portfólio completo voltado para a gestão eficiente dos riscos operacionais e de reputação, a empresa desenvolveu o Risk Money Management System, plataforma que organiza informações sobre pessoas físicas e empresas associadas a atividades ilícitas vinculadas a crimes financeiros ou infrações penais que podem anteceder a lavagem de dinheiro. São mais de 20 mil fontes de informações monitoradas e cerca de 714 mil perfis cadastrados nas Listas Restritivas Nacionais e Internacionais, Lista PEP e nos Módulos Socioambiental e de Processos Judiciais. Em outra frente complementar, a AML oferece consultoria e educação corporativa. Somente nos últimos sete anos, cerca de 20 mil profissionais foram capacitados através de treinamentos presenciais e online.

 

Mês Mundial de Conscientização da Infertilidade

A infertilidade feminina e masculina é uma doença sim, mas geralmente tem cura devido aos avanços da Medicina e das técnicas de Reprodução Assistida

Idade, fumo, álcool e outras drogas, grande ganho ou perda de peso, estresse emocional e físico, além de certas doenças, são responsáveis pela infertilidade, que está presente em cerca de 14% dos casais de todo o mundo. Isso significa que um em cada sete casais em idade reprodutiva apresentará dificuldades para engravidar. No Brasil, esse número chega a oito milhões, segundo o Dr. Edson Borges Jr., especialista em reprodução assistida e diretor científico do Fertility Medical Group, um dos grupos mais conceituados do setor.

IDADE

Mulheres dos 20 aos 30 anos têm todo mês entre 20% e 30% de chance de engravidar. Dos 30 aos 34 anos, o percentual cai para 15%. Depois dos 35 anos, é de apenas 10%. E é sabido que, hoje em dia, elas querem ter filhos cada vez mais tarde, depois de se estabilizar profissionalmente e financeiramente, o que dificilmente acontece antes dos 30 anos.

“Assim, quem tem mais de 35 anos e tentou engravidar naturalmente sem sucesso, por seis meses seguidos, deve procurar ajuda especializada. Quanto mais esperar, menores serão suas chances de ser bem sucedida”, explica o Dr. Edson.

Homens inférteis podem ter filhos

Pesquisas recentes mostram que não é somente a idade da mulher que interfere nas taxas de fertilidade. A do homem também. Quanto maior for, maiores também são as chances de alterações na produção e na qualidade dos espermatozoides. As consequências disso podem ser dificuldade na formação de um embrião, um risco maior de abortos e de síndromes genéticas.

É importante saber que o problema pode ser dos dois membros do casal. “Em geral, as causas de infertilidade estão distribuídas igualmente entre homens e mulheres (por volta de 40% cada), além de um percentual sem causa aparente”, diz Borges.

Entre as principais causas da esterilidade masculina está a Varicocele (varizes na região escrotal), que é diagnosticada por um simples exame físico e é responsável por até 40% dos casos. Outras são a Falência Testicular Primária, Infecções Seminais, Criptorquidia (testículos fora da bolsa testicular), Obstruções do Epidídimo (ou canal deferente) e Disfunções Hormonais.

A evolução das técnicas de Reprodução Assistida permite hoje que muitos problemas seminais sejam resolvidos, possibilitando que o homem consiga ter filhos. Dentre essas técnicas estão o Processamento do Sêmen para Inseminação Artificial e a Fertilização In Vitro com ICSI (quando se injeta um único espermatozoide dentro do óvulo).

Segundo o Dr. Edson, de uma forma geral, cada um destes processos resulta em uma probabilidade de gravidez que varia de 25% a 50%, levando em conta também a condição da mulher.

Assim, se a infertilidade é uma doença, não deve ser motivo para desistir do sonho de ter um filho. Afinal, os recursos para tratá-la são muitos, e esse desejo tem grande probabilidade de se tornar realidade.

 

5 dicas de como ocupar o seu tempo ocioso no trabalho

“Por mais que a empresa seja capaz de manter seus processos equilibrados e bem distribuídos, é inevitável que os colaboradores fiquem ociosos de vez em quando — especialmente quando precisam cumprir tarefas que dependem de outras pessoas”, explica José Roberto Marques, Master Coach e Presidente do IBC. Para evitar que esses momentos sejam totalmente improdutivos, é importante adotar estratégias para aproveitar o tempo ocioso de forma positiva.

Aqui vão as dicas!

Resolva as pendências

Usar o tempo livre para rever algumas questões que ficaram em stand-by é uma excelente forma de colocar as tarefas em dia e manter as atividades organizadas.

Planeje

Aproveitar o tempo ocioso no trabalho para planejar outras tarefas é outra forma de manter suas demandas organizadas. Para isso, liste as tarefas que deverão ser realizadas, distribuindo-as conforme as prioridades.

Busque conhecimento

Procure usar o tempo livre no trabalho para buscar mais conhecimentos na sua área. Leia livros, procure notícias, faça pesquisas e mantenha-se informado. Usar o seu tempo ocioso para estudar e alimentar o conhecimento nunca será uma atividade perdida. Agindo assim, o seu tempo será melhor administrado, além de conseguir novas informações, dados e experiências.

Organize

Manter seu local de trabalho limpo e organizado permite que seu trabalho e suas atividades seja mais produtivo. Por isso, usar seu tempo ocioso para organizar a mesa e as gavetas, por exemplo, é uma excelente ideia. Cuidar do seu ambiente de trabalho e estar atento à organização dos seus objetos, passa mais confiança e credibilidade as pessoas que estão ao seu redor.

Relaxe

Se o trabalho tem sido puxado e a cobrança também tem sido expressiva, não há problema algum usar o tempo ocioso para relaxar e descansar a mente e o corpo.

 

A escolha correta do sexo do animal facilita a convivência

A comunicação entre os animais é vital para a sua sobrevivência na natureza, tendo em vista que são seres sociais, acostumados a viver em matilhas desde a antiguidade, com características marcantes no seu comportamento. Na maioria das vezes, a relação entre o animal e o seu tutor, fica comprometida devido a uma falha na comunicação ou na escolha errada do sexo do animal.
"O animal sente e reage de acordo com os estímulos promovidos pelo ambiente, portanto se houver respeito e carinho, a reação do animal será à altura, mas existe uma grande diferença no comportamento da fêmea em relação ao do macho", orienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br) e idealizadora do Dia Nacional de Adotar um Animal.
As fêmeas geralmente são mais dóceis, meigas e apegadas aos membros da família. Costumam fazer mais companhia e serem mais caseiras. Raramente fogem de casa. Os machos possuem um temperamento mais constante, pois são menos atingidos pelas oscilações hormonais, embora sejam em geral, mais transgressores. Com seu forte espírito explorador e reprodutivo, o macho se aventura, pulando até muros, com muito mais facilidade.
Para a espécie canina as pessoas da casa são membros de sua matilha. Porém, os machos, estão sempre disputando a liderança dessa matilha, enquanto as fêmeas dificilmente o fazem, aceitando as ordens com facilidade, sendo, portanto, mais fáceis de serem educadas, raramente elas tentam impor suas vontades.
As fêmeas são mais receptivas aos ensinamentos relativos à higiene, em especial quanto ao ato de urinar, que para elas significa simplesmente esvaziar a bexiga, enquanto que para os machos representa demarcação de seu território. Por isso, é mais difícil ensiná-lo a urinar apenas no local desejado. Os machos têm mais exuberância na aparência física, inclusive no que diz respeito à pelagem. Em certas raças, possuem massa muscular muito mais desenvolvida, sendo considerados mais bonitos e fortes que as fêmeas.
"Quanto à eficiência na guarda, o macho é sem dúvida mais imponente, em geral, são mais agressivos e alertas. Requer  cuidados especiais, se o local onde for ficar não for bem cercado, pois ele poderá ser atraído por odores que despertam seu interesse, como os de cadelas no cio ou de presas para caçar, e isto, propiciará a ocorrência de acidentes e, até seu desaparecimento", enfatiza Vininha F.Carvalho
Uma boa opção é combinar um macho com uma fêmea, aliando as qualidades de cada um. Juntar mais de um macho com uma fêmea, não é recomendável, podendo provocar brigas entre os machos. Várias fêmeas e um macho podem causar brigas de ciúmes entre as fêmeas. Várias fêmeas e machos também gera um ambiente de disputa e brigas. Portanto, formar um casal é o ideal.
Para maiores informações, acesse: www.adotarebomdemais.com.br

A comunicação entre os animais é vital para a sua sobrevivência na natureza, tendo em vista que são seres sociais, acostumados a viver em matilhas desde a antiguidade, com características marcantes no seu comportamento. Na maioria das vezes, a relação entre o animal e o seu tutor, fica comprometida devido a uma falha na comunicação ou na escolha errada do sexo do animal.

"O animal sente e reage de acordo com os estímulos promovidos pelo ambiente, portanto se houver respeito e carinho, a reação do animal será à altura, mas existe uma grande diferença no comportamento da fêmea em relação ao do macho", orienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.tur.br) e idealizadora do Dia Nacional de Adotar um Animal.

As fêmeas geralmente são mais dóceis, meigas e apegadas aos membros da família. Costumam fazer mais companhia e serem mais caseiras. Raramente fogem de casa. Os machos possuem um temperamento mais constante, pois são menos atingidos pelas oscilações hormonais, embora sejam em geral, mais transgressores. Com seu forte espírito explorador e reprodutivo, o macho se aventura, pulando até muros, com muito mais facilidade.

Para a espécie canina as pessoas da casa são membros de sua matilha. Porém, os machos, estão sempre disputando a liderança dessa matilha, enquanto as fêmeas dificilmente o fazem, aceitando as ordens com facilidade, sendo, portanto, mais fáceis de serem educadas, raramente elas tentam impor suas vontades.

As fêmeas são mais receptivas aos ensinamentos relativos à higiene, em especial quanto ao ato de urinar, que para elas significa simplesmente esvaziar a bexiga, enquanto que para os machos representa demarcação de seu território. Por isso, é mais difícil ensiná-lo a urinar apenas no local desejado. Os machos têm mais exuberância na aparência física, inclusive no que diz respeito à pelagem. Em certas raças, possuem massa muscular muito mais desenvolvida, sendo considerados mais bonitos e fortes que as fêmeas.

"Quanto à eficiência na guarda, o macho é sem dúvida mais imponente, em geral, são mais agressivos e alertas. Requer  cuidados especiais, se o local onde for ficar não for bem cercado, pois ele poderá ser atraído por odores que despertam seu interesse, como os de cadelas no cio ou de presas para caçar, e isto, propiciará a ocorrência de acidentes e, até seu desaparecimento", enfatiza Vininha F.Carvalho

Uma boa opção é combinar um macho com uma fêmea, aliando as qualidades de cada um. Juntar mais de um macho com uma fêmea, não é recomendável, podendo provocar brigas entre os machos. Várias fêmeas e um macho podem causar brigas de ciúmes entre as fêmeas. Várias fêmeas e machos também gera um ambiente de disputa e brigas. Portanto, formar um casal é o ideal.

Para maiores informações, acesse: www.adotarebomdemais.com.br

 

Aumento Peniano

Em meio a uma cultura machista, é crescente número de homens que buscam por alternativas que prometem aumentar o órgão, mas será que funcionam mesmo?

Não é de hoje que assuntos ligados à sexualidade são um dos mais comentados no dia a dia, nas mesas de bar, entre outros. Maior exemplo disso é a já tradicional pergunta: “Tamanho do pênis faz diferença?”. Em paralelo, é incontável o número de opções oferecidas para quem está descontente com o volume do seu – desde o uso de extensores a tratamentos mais invasivos. Entretanto, o que mais preocupa é que uma parcela cada vez mais intensa de homens - de todas as idades - está disposta a entrar em uma sala de cirurgia para aumentar o órgão. Recente levantamento da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica apontou que, apenas em 2014, foram realizadas 15.414 procedimentos cirúrgicos para ampliar o pênis no planeta.

“É natural o desejo do homem por um pênis maior, na sociedade sexista em que vivemos. Considerando que para o senso comum o tamanho do membro está diretamente ligado a virilidade e ao poder. O perigo está em acreditar/optar por ‘meios milagrosos’ para aumentar ou engrossá-los diante a ideia de que pênis maior traz orgasmos mais intensos, fato que não é verdadeiro”, explica o médico Sérgio Iankowski, especialista em Andrologia – tratando de sexualidade e saúde masculina há mais de 30 anos.

Amostragens indicam que o comprimento médio em ereção é de 14 cm, podendo ir de 9 cm até 19 cm. Ao mesmo tempo, na atualidade, não há técnica cirúrgica confirmando a obtenção de bons resultados, tampouco qualquer dado científico que possibilitem a um médico fazer uso de tratamentos em homens com pênis normal. Segundo Sérgio Iankowski, muitos homens se submetem a ser cobaias. “Em alguns casos, são colocados aparelhos com duas hastes metálicas e um anel de plástico que tracionam de forma contínua o órgão, colocando em risco o pênis - que pode necrosar. Sendo assim, o problema não será o tamanho do pênis, mas em como se administra isso, pois estar de bem consigo mesmo é o que atrai olhares e desejo”, destaca o especialista.

Pornografia – cuidado! Existem padrões falsos e modelos aleatórios entre os atores de filmes pornográficos, o que distorce o conceito real, acrescenta.

Micro pênis

Há situações em que o pênis é muito pequeno, sendo que no pior dos casos existe um problema denominado micro pênis – ficando o tamanho do mesmo entre 5 e 10 cm ereto. Desta forma, uma das operações disponíveis consiste em cortar um ligamento na base do pênis para fazer com que ele fique cerca de 2,5 centímetros maior quando flácido. Trata-se de uma solução para o chamado ‘bullying de vestiário’: ereto, o pênis continuará tendo o mesmo comprimento que tinha antes da cirurgia, porém mais grosso. Os médicos injetam gordura retirada do estômago ou das nádegas do próprio paciente. Em alguns casos, adiciona-se ainda ácido hialurônico. A intervenção é ambulatorial e feita no consultório sem risco nenhum. Não apenas melhora a função sexual, mas também ajuda a melhorar a autoestima.

Na última década, o aumento da demanda em procedimentos para ampliar o pênis dobrou no Reino Unido, segundo dados da Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos. Mas o fenômeno é global! O mais recente estudo da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica revelou que em 2014 foram feitas 15.414 operações de aumento de pênis no mundo. A Alemanha é o país com o maior número de cirurgias, um total de 2.786, seguida pela Venezuela (473). O Brasil ficou em sétimo, com 219 procedimentos.

 

Trabalho é o que mais afasta casais brasileiros, segundo pesquisa

Trabalho é o que mais afasta casais brasileiros, segundo pesquisa
No ranking das principais razões de afastamento aparecem também a falta de atenção, problemas financeiros, maior dedicação aos filhos e rotina.
São Paulo, 10 de fevereiro, 2017- O primeiro motivo que pode acabar com a intimidade e atrapalhar a vida a dois é o trabalho. Segundo pesquisa do Instituto do Casal, mais de 40% dos entrevistados apontaram que a maior dedicação à vida profissional que ao casamento é a causa número um para o afastamento conjugal.
Segundo Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, vivemos uma realidade politica, social e econômica que tem exigido das pessoas um grau de dedicação e comprometimento com o trabalho que tem afetado as relações afetivas.
“Hoje, segundo dados da Organização Mundial do Trabalho (OIT),  mais de 33% dos profissionais que compõem o mercado de trabalho têm uma jornada de mais de 44 horas semanais e 19,1% trabalham mais de 48 horas semanais. Além disso, 87% das mulheres que trabalham fora realizam tarefas domésticas, ou seja, têm a chamada dupla jornada”, explica Denise.
Para Marina Simas de Lima, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, não foi surpresa que o trabalho tenha aparecido em primeiro lugar no ranking. “O medo de perder o emprego é legítimo perante o momento atual, basta acompanhar os noticiários para ver os índices de desemprego subindo e empresas fechando. Com isso, as pessoas estão se dedicando ao máximo à profissão e descuidando dos relacionamentos”.
Para Denise, dedicar-se ao trabalho também é uma das formas indiretas de investir no casamento, mas está longe de ser o suficiente para se alcançar uma relação de qualidade. “É comum pensar que depois do casamento as coisas funcionam automaticamente, ou seja, não é preciso mais cuidar, conversar, dar atenção, fazer carinhos ou preocupar-se com o bem-estar do outro. Sabemos que muitos casais caem nessa armadilha, que gera distanciamento e sérios problemas na vida a dois”.
Isso nos traz um desafio: como administrar o tempo para investir nas relações afetivas com qualidade, sem deixar papel profissional de lado?
Segundo as especialistas, tudo na vida precisa ter um equilíbrio. “A vida profissional é uma fonte de realização para muitas pessoas e precisamos respeitar isso. Por outro lado, o casamento também pode ser realizador, mas requer investimentos diários de ambos. O segredo é encontrar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho, aos filhos e ao relacionamento”.
O Instituto do Casal preparou duas dicas simples, que podem ajudar muito nesse dilema:
Da porta de casa pra fora: Deixe os problemas profissionais na empresa. Lembre-se que no dia seguinte você terá a chance de encontrá-los novamente.
Desligue-se: Evite ler e-mails, responder mensagens ou atender telefonemas do trabalho quando estiver com sua família. Mesmo que você tenha pouco tempo, faça esse período valer à pena, esteja por completo.

No ranking das principais razões de afastamento aparecem também a falta de atenção, problemas financeiros, maior dedicação aos filhos e rotina.

O primeiro motivo que pode acabar com a intimidade e atrapalhar a vida a dois é o trabalho. Segundo pesquisa do Instituto do Casal, mais de 40% dos entrevistados apontaram que a maior dedicação à vida profissional que ao casamento é a causa número um para o afastamento conjugal.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, vivemos uma realidade politica, social e econômica que tem exigido das pessoas um grau de dedicação e comprometimento com o trabalho que tem afetado as relações afetivas.

“Hoje, segundo dados da Organização Mundial do Trabalho (OIT),  mais de 33% dos profissionais que compõem o mercado de trabalho têm uma jornada de mais de 44 horas semanais e 19,1% trabalham mais de 48 horas semanais. Além disso, 87% das mulheres que trabalham fora realizam tarefas domésticas, ou seja, têm a chamada dupla jornada”, explica Denise.

Para Marina Simas de Lima, terapeuta de casal e uma das coordenadoras da pesquisa, não foi surpresa que o trabalho tenha aparecido em primeiro lugar no ranking. “O medo de perder o emprego é legítimo perante o momento atual, basta acompanhar os noticiários para ver os índices de desemprego subindo e empresas fechando. Com isso, as pessoas estão se dedicando ao máximo à profissão e descuidando dos relacionamentos”.

Para Denise, dedicar-se ao trabalho também é uma das formas indiretas de investir no casamento, mas está longe de ser o suficiente para se alcançar uma relação de qualidade. “É comum pensar que depois do casamento as coisas funcionam automaticamente, ou seja, não é preciso mais cuidar, conversar, dar atenção, fazer carinhos ou preocupar-se com o bem-estar do outro. Sabemos que muitos casais caem nessa armadilha, que gera distanciamento e sérios problemas na vida a dois”.

Isso nos traz um desafio: como administrar o tempo para investir nas relações afetivas com qualidade, sem deixar papel profissional de lado?

Segundo as especialistas, tudo na vida precisa ter um equilíbrio. “A vida profissional é uma fonte de realização para muitas pessoas e precisamos respeitar isso. Por outro lado, o casamento também pode ser realizador, mas requer investimentos diários de ambos. O segredo é encontrar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho, aos filhos e ao relacionamento”.

O Instituto do Casal preparou duas dicas simples, que podem ajudar muito nesse dilema:

Da porta de casa pra fora: Deixe os problemas profissionais na empresa. Lembre-se que no dia seguinte você terá a chance de encontrá-los novamente.

Desligue-se: Evite ler e-mails, responder mensagens ou atender telefonemas do trabalho quando estiver com sua família. Mesmo que você tenha pouco tempo, faça esse período valer à pena, esteja por completo.

 
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