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Estrabismo pode ser operado em adultos?

Essa é uma pergunta muito frequente nos consultórios dos oftalmologistas especialistas em Estrabismo. E a resposta é sim! O estrabismo também pode ser corrigido por meio de cirurgia em adultos e a boa notícia é que o procedimento em adultos não é meramente estético.
Segundo um estudo, a cirurgia para corrigir o estrabismo em adultos alcança um alinhamento dos olhos satisfatório em 80% dos casos. Outra revelação da pesquisa é que a maioria dos adultos que passa pela correção do desvio dos olhos, experimenta melhora na função binocular, responsável por ver os objetos em 3D pela visão de profundidade, por exemplo.

Opinião da especialista
De acordo com Dra. Marcela Barreira, oftalmopediatra, especialista em Estrabismo e Chefe do Serviço do Neuroftalmologia do Banco de Olhos de Sorocaba, estudos mais recentes mostram que além dos benefícios psicossociais da cirurgia de estrabismo em adultos, há também melhora na expansão do campo visual binocular ou ainda a recuperação da visão binocular (estereopsia).
“A visão binocular é aquela responsável pela sensação espacial das imagens e pela profundidade. É a visão que usamos para ver em 3D. Ela se forma a partir da captação da imagem de forma individual pelos olhos, que depois é fundida em uma só pelo cérebro. O estrabismo, quando não tratado, pode resultar na perda dessa capacidade”, explica Dra. Marcela.
“Por isso, a recomendação é fazer a cirurgia ainda na infância, período de maturação do sistema visual. Entretanto, os estudos ao longo dos anos mostraram que mesmo quando a correção do estrabismo é feita na vida adulta, resulta em melhora no campo visual binocular e, em alguns casos, ocorre a recuperação da binocularidade, conhecida pelo termo médico estereopsia”, comenta a especialista.

Impactos da perda da visão binocular
A perda da visão binocular pode ser um impedimento para exercer algumas profissões. Uma pessoa com estrabismo não corrigido não poderá exercer funções, como pilotar um avião, um trem ou ainda ser um médico cirurgião. Ler livros em 3D ou ver um filme em 3D também não será possível, por exemplo.

Visão dupla e estrabismo
Uma outra condição que também apresenta melhora com a cirurgia de estrabismo é a diplopia, mais conhecida como visão dupla. “O que ocorre é que quando o estrabismo se desenvolve depois da maturidade visual, a pessoa irá apresentar visão dupla, porque não tem mais a capacidade de suprimir uma das imagens captadas pelos olhos. Na infância, como a visão está em desenvolvimento, o cérebro inibe a imagem do olho saudável, levando à ambliopia, conhecida como olho preguiçoso”, diz Dra. Marcela.

Estrabismo: quando operar?
De acordo com Dra. Marcela, a indicação da cirurgia é feita de forma individualizada e não são todos os tipos de estrabismo que podem ser corrigidos por meio da cirurgia. “O estrabismo causado pela hipermetropia, por exemplo, não tem indicação cirúrgica. Mas, nos estrabismos com indicação, teremos casos em que será preciso operar precocemente, ainda no primeiro ano de vida. Quanto antes for feita a cirurgia, menor o risco de ocorrer danos no desenvolvimento visual”.
Já em adultos, o estrabismo pode ser corrigido a qualquer momento, desde que não haja contraindicações nos exames pré-operatórios ou outras condições de saúde que impeçam a cirurgia.

 

Transtorno de déficit de atenção / hiperatividade (TDAH) em crianças

Também pode dificultar o período na sala de aula, interferir no trabalho escolar e afetar o desenvolvimento social e emocional da criança.
Estudos de imagem do cérebro sugerem que crianças com TDAH têm cérebros que funcionam de forma um pouco diferente do que o cérebro de crianças sem essa condição. TDAH tende a ser executado em famílias.
Os sintomas do TDAH geralmente começam antes dos sete anos, embora possam começar mais tarde. Os sintomas podem durar até a adolescência e, às vezes, continuar até a idade adulta. Sintomas comuns incluem:
  • Geralmente são fisicamente ativos (hiperativo). Crianças com TDAH podem ser extremamente inquietas e ter dificuldades para ficar quieto e ter corpos “calmos”;
  • Comportamento impulsivo, como dificuldade de autocontrole e tendência a fazer as coisas sem pensar;
  • Dificuldade em prestar atenção e manter o foco;
  • Algumas crianças com TDAH têm dificuldade em manter a atenção e o foco, mas não são particularmente hiperativas.
Se você está preocupado com que seu filho pode ter um problema significativo de atenção que está afetando sua escola e sucesso social, converse com seu pediatra. O médico do seu filho pode tratar a condição ou encaminhá-lo para um especialista se for o caso.
Apenas um profissional treinado pode determinar se seu filho tem TDAH. Existem vários testes psicológicos e escalas de avaliação que podem ajudar a diagnosticar essa condição. Se o seu filho atende seis das seguintes condições, ele ou ela pode ter o tipo de TDAH com dificuldade de concentração:
1- Mostra pouca atenção aos detalhes;
2- Tem dificuldade em manter a atenção nas atividades;
3- Não responde quando abordado diretamente (surdez seletiva);
4- Tem problemas com seguir sequências quando dadas instruções;
5- Tem problemas com a organização de tarefas ou projetos;
6- Evita assumir projetos que exigiriam um longo período de concentração intelectual;
7- Perde materiais que são necessários para atividades;
8- Facilmente se distrai por coisas acontecendo ao seu redor;
9- É esquecido ou distraído.
Se seu atende a seis das seguintes condições, ele ou ela pode ter a forma “hiperativa e impulsiva” de TDAH:
1- Dificuldade de esperar e de permanecer sentado;
2- É inquieto e impaciente;
3- Corre e fica agitado em horários inapropriados;
4- Tem dificuldade em brincar tranquilamente;
5- Age como se não conseguisse ficar quieto;
6- Fala excessivamente;
7- Deixa escapar respostas antes de as perguntas estarem completas;
8- Tem dificuldade em revezar e esperar por sua vez interrompe ou se intromete com os outros.
Segundo o Hospital Infantil Sabará, tratar o TDAH geralmente envolve uma abordagem em três frentes – estratégias comportamentais, apoio educacional e medicação. O tratamento geralmente é mais bem-sucedido quando incluem todos os três elementos, embora estudos sugiram que a medicação pode oferecer o maior benefício.
Um profissional experiente em TDAH deve seguir o seu filho e fornecer apoio em longo prazo. Isso deve incluir o monitoramento de medicamentos e efeitos colaterais, além de acompanhar o desempenho escolar, o sucesso social e o senso de valor pessoal de seu filho.
Embora muitas crianças com TDAH vivam desafios relacionados à adolescência e até a idade adulta, com o apoio e o tratamento adequados, a maioria evolui bem com o tempo.
 

Vereadores aprovam projeto que autoriza a instalação de dormitórios, comedouros e bebedouros para animais de rua

Canoas - O projeto de lei 12/2018, que autoriza a colocação de dormitórios, comedouros para ração e bebedouros para animais de rua no município de Canoas e dá outras providências, foi aprovado pela Câmara na sessão desta quinta-feira, 19. A proposição é do vereador Cris Moraes (PV).

O parlamentar ressalta que o ato de alimentar animais de rua pela sociedade é comum e, infelizmente, feito de forma equivocada, uma vez que os moradores, em geral, largam restos de comida no chão, o que leva à proliferação de ratos e baratas. Já os comedouros e bebedouros são afixados nas paredes, postes e grades, em altura elevada, evitando o acesso de insetos e roedores propagadores de zoonoses, além de possibilitar apenas a colocação de ração, tendo em vista a impossibilidade da introdução de outros alimentos no recipiente.

A estimativa, segundo ele, é que Canoas tenha aproximadamente 24 mil cães em situação de rua. "É necessário garantir o bem-estar desses animais no local onde se encontram, assegurando a estes amparo e alimentação. Neste sentido, o presente projeto busca alcançar aos animais que vivem nas ruas de nossa cidade uma vida com o mínimo de dignidade, promovendo a conscientização e mobilização de toda a população sobre as necessidades destes seres desamparados", enfatiza o parlamentar. O projeto foi aprovado com uma emenda apresentada por Cris Moraes, suprimindo trechos do texto considerados inconstitucionais

 

Vacinação contra o sarampo e poliomielite começa no dia 6 de agosto

A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo e poliomielite já tem data para começar. De 6 a 31 de agosto, postos de saúde de Canoas farão uma força-tarefa para vacinar a população contra as duas doenças. O "Dia D" acontece no dia 18 (sábado). Segundo a Secretaria da Saúde, crianças devem ser levadas ao serviço de saúde mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Canoas irão fornecer as doses da vacina.
A primeira dose da vacina deve ser tomada aos 12 meses; a segunda, entre 4 e 6 anos de idade - ou até os 29 anos, caso a pessoa tenha pulado o reforço (confira a caderneta de vacinação). Dos 29 aos 49, a dose é única. A partir dos 50 anos, o Ministério da Saúde considera que a pessoa já foi exposta ao vírus. Se você tem dúvida se está imunizado ou não, os especialistas indicam tomar de novo. Grávidas, quem tem suspeita de estarem infectadas, crianças com menos de 6 meses e pacientes imunodeprimidos não podem tomar.
A volta do sarampo
O país enfrenta atualmente dois surtos de sarampo: um em Roraima e outro no Amazonas, onde foram confirmados 200 e 265 casos, respectivamente. Diagnósticos isolados também foram feitos em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rondônia. Outros estados, como o Rio de Janeiro, têm casos suspeitos, mas que ainda não foram confirmados.
Em 2016, o país havia sido considerado livre da doença. Segundo o Ministério da Saúde, medidas de controle e prevenção já estão sendo realizadas nos estados com quadros mais críticos, na tentativa de manter o título de eliminação da circulação do vírus do sarampo emitido pela Organização Pan-Americana de Saúde.
O sarampo é uma doença infecciosa causada pelo Morbili vírus e transmitida por meio da tosse ou de espirros de pessoas contaminadas. Os principais sintomas são febre, tosse e manchas pelo corpo. A vacinação é a melhor maneira de proteger seu filho contra a doença. A vacina tríplice viral - que protege contra sarampo, caxumba e rubéola - é oferecida gratuitamente pelo SUS, em esquema de dose única, a partir dos 12 meses de idade.
O alto risco para retorno da poliomielite também preocupa. Por recomendação do Ministério Público Federal, os municípios precisam adotar as medidas necessárias para garantir o aumento da vacinação contra a doença. Conforme levantamento divulgado na última semana, a maioria das cidades brasileiras têm menos de 50% das crianças protegidas contra a pólio

 

Cirurgia plástica pode resolver flacidez e gordura nos braços?

Cirurgia plástica pode resolver flacidez e gordura nos braços?
São Paulo, 18 de julho de 2018 – Muitas pessoas se incomodam com a barriguinha, com os culotes ou com o bumbum. Mas, se há algo que também incomoda muito é a flacidez e a gordura localizada nos braços, o famoso “tchauzinho”. Em geral, o excesso de peso, o efeito sanfona ou a perda excessiva de peso podem deixar a região dos braços flácida. Além disso, é um local que costuma ter acúmulo de tecido adiposo (gordura).
Mas, felizmente, graças aos avanços da cirurgia plástica e da medicina estética, hoje é possível corrigir as duas coisas, seja o excesso de pele ou a gordura que se acumula nos braços. Segundo o cirurgião plástico, Dr. Luiz Philipe Molina, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as técnicas para fazer uma braquioplastia (nome da cirurgia) evoluíram bastante nos últimos anos.
“Há uma preocupação muito grande com as cicatrizes, como também com o perfil de segurança desta cirurgia, já que é uma região delicada, com muitos nervos, tendões, músculos e tecido linfático. O pós-operatório também tem suas restrições. Assim, é preciso informar o paciente sobre todos estes aspectos nas consultas pré-operatórias”, comenta Dr. Molina.
Aumento da demanda
Dr. Molina ressalta que houve um aumento da demanda pela cirurgia plástica nos braços, que está relacionada com a crescente procura pelas cirurgias de redução de peso. “Infelizmente, a obesidade é uma realidade em nosso país. Por outro lado, e, felizmente, as pessoas estão procurando tratamentos para perder peso, sendo um deles a cirurgia bariátrica. Como na maioria dos casos a perda de peso é muito grande e rápida, a flacidez dos braços é muito prevalente”.
Com isso, segundo o Dr. Molina, é possível notar nos últimos anos um aumento na procura por este tipo de cirurgia, que em muitos casos é uma cirurgia reparadora e não estética.
Onde fica a cicatriz?
“Diferentemente de regiões mais escondidas, que as roupas costumam cobrir, os braços ficam mais expostos. Com isso, onde a cicatriz irá ficar e como será a sua aparência são questões que deverão ser discutidas entre o paciente e cirurgião plástico antes da cirurgia. O paciente precisa ser alertado sobre esses aspectos. As técnicas podem variar de um paciente para o outro, portanto, a cicatriz também será diferente em cada pessoa”, comenta Dr. Molina.
Normalmente, as cicatrizes se localizam na face interna dos braços e nas axilas. A tendência é com o passar do tempo elas diminuam, mas ainda assim serão visíveis.
Plástica e lipo ao mesmo tempo
Normalmente, a técnica empregada é a dermolipectomia braquial, em que serão removidos tanto o excesso de pele quanto de gordura, ou seja, o médico irá fazer a retirada da sobra da pele e remover a gordura por meio da lipoaspiração. A técnica também pode ser chamada de lifting braquial e irá remodelar a aparência dos braços.
Recuperação
A recuperação de uma dermolipectomia requer alguns cuidados importantes, que devem ser seguidos para evitar complicações no pós-cirúrgico:
Repouso: A recuperação da cirurgia plástica nos braços lembra bastante a cirurgia de mamas. Assim, na primeira semana recomenda-se repouso relativo. Isso significa não trabalhar, cozinhar, dirigir, nem movimentar os braços de forma brusca. Caminhadas leves devem ser feitas para prevenir a trombose venosa profunda.
Movimento dos braços: Nas primeiras três semanas após a cirurgia, o paciente não deve movimentar os braços bruscamente, nem levantar peso ou fazer qualquer tipo de esforço maior com os braços.
Drenagem linfática: É comum haver edema (inchaço) após a cirurgia. Por isso, há recomendação para passar por sessões de drenagem linfática para melhorar este sintoma.
Cintas compressivas: Para ajudar na cicatrização e na recuperação, o paciente deverá usar uma cinta compressiva específica para os braços por cerca de 30 dias.
Sol: O sol é proibido durante os primeiros três meses após a cirurgia, mesmo com uso de protetor solar. Isso porque pode escurecer as cicatrizes ou até favorecer a formação de queloides.
Essas são apenas algumas recomendações do pós-cirúrgico. Nas consultas, o médico cirurgião plástico deve fornecer todas as informações necessárias e o paciente precisa seguir à risca para um bom resultado. Lembrando sempre de procurar um médico, com título de especialista em cirurgia plástica e com o CRM devidamente inscrito e regularizado.

Muitas pessoas se incomodam com a barriguinha, com os culotes ou com o bumbum. Mas, se há algo que também incomoda muito é a flacidez e a gordura localizada nos braços, o famoso “tchauzinho”. Em geral, o excesso de peso, o efeito sanfona ou a perda excessiva de peso podem deixar a região dos braços flácida. Além disso, é um local que costuma ter acúmulo de tecido adiposo (gordura).

Mas, felizmente, graças aos avanços da cirurgia plástica e da medicina estética, hoje é possível corrigir as duas coisas, seja o excesso de pele ou a gordura que se acumula nos braços. Segundo o cirurgião plástico, Dr. Luiz Philipe Molina, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, as técnicas para fazer uma braquioplastia (nome da cirurgia) evoluíram bastante nos últimos anos.

“Há uma preocupação muito grande com as cicatrizes, como também com o perfil de segurança desta cirurgia, já que é uma região delicada, com muitos nervos, tendões, músculos e tecido linfático. O pós-operatório também tem suas restrições. Assim, é preciso informar o paciente sobre todos estes aspectos nas consultas pré-operatórias”, comenta Dr. Molina.

Aumento da demanda

Dr. Molina ressalta que houve um aumento da demanda pela cirurgia plástica nos braços, que está relacionada com a crescente procura pelas cirurgias de redução de peso. “Infelizmente, a obesidade é uma realidade em nosso país. Por outro lado, e, felizmente, as pessoas estão procurando tratamentos para perder peso, sendo um deles a cirurgia bariátrica. Como na maioria dos casos a perda de peso é muito grande e rápida, a flacidez dos braços é muito prevalente”.

Com isso, segundo o Dr. Molina, é possível notar nos últimos anos um aumento na procura por este tipo de cirurgia, que em muitos casos é uma cirurgia reparadora e não estética.

Onde fica a cicatriz?

“Diferentemente de regiões mais escondidas, que as roupas costumam cobrir, os braços ficam mais expostos. Com isso, onde a cicatriz irá ficar e como será a sua aparência são questões que deverão ser discutidas entre o paciente e cirurgião plástico antes da cirurgia. O paciente precisa ser alertado sobre esses aspectos. As técnicas podem variar de um paciente para o outro, portanto, a cicatriz também será diferente em cada pessoa”, comenta Dr. Molina.

Normalmente, as cicatrizes se localizam na face interna dos braços e nas axilas. A tendência é com o passar do tempo elas diminuam, mas ainda assim serão visíveis.

Plástica e lipo ao mesmo tempo

Normalmente, a técnica empregada é a dermolipectomia braquial, em que serão removidos tanto o excesso de pele quanto de gordura, ou seja, o médico irá fazer a retirada da sobra da pele e remover a gordura por meio da lipoaspiração. A técnica também pode ser chamada de lifting braquial e irá remodelar a aparência dos braços.

Recuperação

A recuperação de uma dermolipectomia requer alguns cuidados importantes, que devem ser seguidos para evitar complicações no pós-cirúrgico:

Repouso: A recuperação da cirurgia plástica nos braços lembra bastante a cirurgia de mamas. Assim, na primeira semana recomenda-se repouso relativo. Isso significa não trabalhar, cozinhar, dirigir, nem movimentar os braços de forma brusca. Caminhadas leves devem ser feitas para prevenir a trombose venosa profunda.

Movimento dos braços: Nas primeiras três semanas após a cirurgia, o paciente não deve movimentar os braços bruscamente, nem levantar peso ou fazer qualquer tipo de esforço maior com os braços.

Drenagem linfática: É comum haver edema (inchaço) após a cirurgia. Por isso, há recomendação para passar por sessões de drenagem linfática para melhorar este sintoma.

Cintas compressivas: Para ajudar na cicatrização e na recuperação, o paciente deverá usar uma cinta compressiva específica para os braços por cerca de 30 dias.

Sol: O sol é proibido durante os primeiros três meses após a cirurgia, mesmo com uso de protetor solar. Isso porque pode escurecer as cicatrizes ou até favorecer a formação de queloides.

Essas são apenas algumas recomendações do pós-cirúrgico. Nas consultas, o médico cirurgião plástico deve fornecer todas as informações necessárias e o paciente precisa seguir à risca para um bom resultado. Lembrando sempre de procurar um médico, com título de especialista em cirurgia plástica e com o CRM devidamente inscrito e regularizado.

 

Catapora: 6 coisas que os pais precisam saber sobre a doença

A catapora ou varicela, é uma doença imunoprevenível altamente contagiosa causada pelo vírus Varicella-zóster, que acomete principalmente crianças e tem maior incidência no fim do inverno e início da primavera.1,2 A transmissão pode ser pelo contato com o líquido da bolha formada na pele, pela tosse, espirro e saliva ou por objetos contaminados pelo vírus.²

Todos estão suscetíveis à catapora. Em crianças, geralmente, é uma doença que evolui sem complicações e autolimitada. Já em adolescentes e adultos, o quadro clínico pode ser mais exuberante.³

Segundo a Dra. Bárbara Furtado, pediatra e gerente médica de vacinas da GSK, em crianças, a catapora não gera complicações na maioria dos casos, mesmo assim pode causar grande incômodo. “Impedir os pequenos de coçarem as bolhas e lesões é muito difícil. A coceira pode provocar feridas e desencadear uma infecção bacteriana. Outras complicações, que podem levar à internação, são pneumonia e o comprometimento do sistema nervoso”4, alerta a Dra. Bárbara Furtado.

Entre 2012 e 2017 foram notificados 602.136 casos de varicela no Brasil. A região Sul notificou o maior número com 199.057 (33%) dos casos, seguido da região Sudeste com 189.249 (31,4%), enquanto a região Norte notificou apenas 40.325 (6,6%). A faixa etária com a maior frequência de casos notificados foi de 1 a 4 anos com 227.660 (37,8%), seguido de 5 a 9 anos com 179.592 (29,8%). 5

  1. O que é catapora?

A infecção, causada pelo vírus Varicella-zóster, é altamente contagiosa e fácil de ser diagnosticada devido às erupções características na pele. Elas surgem como manchas vermelhas por todo o corpo, incluindo nas mucosas (boca e região genital). Elas coçam e evoluem para vesículas (bolhas), mas não ao mesmo tempo. Isso faz com que a pessoa apresente erupções em diversas fases: manchas, bolhas e crostas. Além disso, quando a pessoa se infecta, esse vírus fica “adormecido” no organismo. No futuro, principalmente a partir dos 50 anos, poderá provocar o herpes zóster, também conhecido como cobreiro. 4

  1. Como ela pode ser prevenida?

A catapora é facilmente transmitida para outras pessoas e uma forma de evitar a doença é com a vacinação1. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina contra a varicela: a primeira aos 12 meses e a seguinte a partir dos 15 meses de idade, com um intervalo de 3 meses da primeira dose.6,7

  1. Quais são os sintomas mais comuns?

Os sintomas da catapora, em geral, começam entre 10 e 21 dias após o contágio da doença. Além de manchas vermelhas e bolhas no corpo, a doença também causa mal-estar, cansaço, dor de cabeça, perda de apetite e febre baixa. As bolhas surgem inicialmente na face, no tronco ou no couro cabeludo, e se disseminam pelo corpo, transformando-se em pequenas vesículas cheias de líquido. Em poucos dias, o líquido escurece e as bolhas começam a secar e cicatrizam. Este processo causa muita coceira, e as lesões na pele podem ser infectadas pelas bactérias das unhas ou de objetos utilizados para coçar. A principal complicação da catapora é a infecção na pele, mas a doença também pode causar infecções no ouvido, pneumonia e encefalite.2

  1. Depois do contato com o vírus, em quanto tempo aparecem os sintomas?

O período entre o contato com o vírus e o aparecimento dos sintomas é de 4 a 16 dias e a transmissão se dá entre 1 a 2 dias antes do aparecimento das lesões de pele e até cerca de 6 dias depois, quando todas as lesões normalmente se encontram na fase de crosta. Deve-se afastar a criança da creche ou escola por cerca de 7 dias, a partir do início do aparecimento das manchas vermelhas no corpo.2

  1. Como é o tratamento da catapora?

No tratamento da catapora, em geral, são utilizados medicamentos específicos recomendados pelo médico para aliviar a coceira, a dor de cabeça e diminuir a febre. Os cuidados de higiene são muito importantes e devem ser feitos apenas com água e sabão. Para diminuir a coceira, o ideal é fazer compressa de água fria. As vesículas não devem ser coçadas e as crostas não devem ser retiradas. 2

  1. É possível contrair catapora mais de uma vez?

Normalmente, as pessoas que tem a doença uma vez ficam imunes para o resto da vida. Porém, uma segunda ocorrência pode acontecer, particularmente, em pessoas com deficiência no sistema imune.8

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências:

  1. CASTIÑEIRAS,TMPP. et al. Varicela. In: CENTRO DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA VIAJANTES . Disponível em: <http://www.cives.ufrj.br/informacao/varicela/var-iv.html>. Acesso em: 26 jan. 2018.
  2. BRASIL. Blog da Saúde. Doenças da infância: catapora, 2015. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/35092-doencas-da-infancia-catapora.html>. Acesso em: 25 jan. 2018.
  3. BRASIL. Ministério da Saúde. Varicela/herpes zoster. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/varicela-herpes-zoster>. Acesso em: 25 jan. 2018.
  4. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Catapora (varicela). Disponível em: <https://familia.sbim.org.br/doencas/84-catapora-varicela>. Acesso em: 25 jan. 2018.
  5. BRASIL. Ministério da Saúde. Situação epidemiológica - dados. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/varicela-herpes-zoster/11497-situacao-epidemiologica-dados>. Acesso em: 25 jan. 2018.
  6. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação da criança: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2018/2019 [atualizado até 27/03/2018]. Disponível em: <https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca.pdf>. Acesso em: 4 maio. 2018.
  7. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário de vacinação da SBP 2017. Disponível em: <http://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Imunizacao_-_Calendario_Vacinacao_-_atual_12dez17.pdf>. Acesso em: 25 jan. 2018.
  8. CDC. Varicella - Centers for Disease Control and Prevention. Pinkbook 2012; 1: 1
 
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